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2013-08-07

Oh Coimbra do Mondego - Edmundo de Bettencourt, na voz de José Afonso


Imagens de Coimbra, fado "Saudades de Coimbra" com letra de Edmundo Bettencourt, música de Mário Faria Fonseca; interpretado por José Afonso

Oh Coimbra do Mondego
e dos amores que eu lá tive
quem te não viu anda cego
quem te não ama não vive

Do Choupal até à Lapa
foi Coimbra os meus amores
a sombra da minha capa
deu no chão abriu em flores

Edmundo de Bettencourt nasceu no Funchal no dia 7 de agosto de 1899, faleceu em Lisboa a 1 de fevereiro de 1973

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2011-08-02

Musical suggestions of the day: José Afonso + Isabel Pantoja



Balada

Ó meu bem se tu te fores
Como dizem que te vais
Deixa-me o teu nome escrito
Numa pedrinha do cais

Quando o mê mano se foi
Sete lenços encharquei
Mai la manga da camisa
E dizem que não chorei

Meu amor vem sobre as ondas
Meu amor vem sobre o mar
Ai quem me dera morrer
Nas águas do teu olhar

Cancioneiro Popular Açoriano
“Fados de Coimbra” – 1956

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (n. Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — m. Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987

Balada - José Afonso


María Isabel Pantoja Martín (n. Sevilla, 2 Ago 1956)

isabel pantoja - mi pequeño del alma ...

MI PEQUEñO DEL ALMA (MARINERO DE LUCES)

Serás para siempre la playa de todos mis besos.
Serás para siempre el latido de mi corazón
Serán tus ojos mi cielo cuajado de estrellas
Tu risa de niño, jazmines de mi primavera.

Mi pequeño del alma
Con tu piel de canela…...

Tendrás la luna, me iré cualquier noche a por ella
Tendrás el las manos aromas de jara y violetas

Mi pequeño del alma
Con tu piel de canela

Serás para siempre la causa de todos mis celos.
Serás para siempre el motivo que me hace vivir
Serán tus besos los unicos besos del mundo
Estando contigo se irán por el río mis penas.

Mi pequeño del alma
Con tu piel de canela…...

Será tu cielo,
El cielo mas grande del mundo
Y te haré un camino de flores, escarcha y arena.

Mi pequeño del alma
Con tu piel de canela.

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2011-07-12

Musical suggestion of the day: Traz outro amigo também - Resistência


Uma grande música de José Afonso aqui na interpretação do agrupamento Resistência. Que saudades!

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2011-02-23

José Afonso: Já lá vão 24 anos...


José Afonso - Redondo Vocabulo

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987),

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2010-12-28

CANTAR ALENTEJANO: as palavras de Vicente Campinas no centenário do poeta, na voz de José Afonso


04-Cantar Alentejano

Chamava-se Catarina
O Alentejo a viu nascer
Serranas viram-na em vida
Baleizão a viu morrer

Ceifeiras na manhã fria
Flores na campa lhe vão pôr
Ficou vermelha a campina
Do sangue que então brotou

Acalma o furor campina
Que o teu pranto não findou
Quem viu morrer Catarina
Não perdoa a quem matou

Aquela pomba tão branca
Todos a querem p’ra si
Ó Alentejo queimado
Ninguém se lembra de ti

Aquela andorinha negra
Bate as asas p’ra voar
Ó Alentejo esquecido
Inda um dia hás-de cantar



António Vicente Campinas (n. em Vila Nova de Cacela, Vila Real da Santo António a 28 de Dezembro de 1910, embora oficialmente a 8 de Janeiro de 1911; m. em 3 de Novembro de 1998)

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2010-02-23

Recordando José Afonso desaparecido faz hoje dia 23, 23 anos

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (José Afonso ou Zeca Afonso) nasceu em Aveiro no dia 2 de Agosto de 1929, filho dum magistrado e duma professora primária. Há 23 anos (23 de Fevereiro de 1987) faleceu no Hospital de Setúbal.

foto de José Afonso
Pelo meio uma vida cheia de viagens, canções e de lutas. Recorda-se aqui a sua memória, pela luta pela esperança e pela liberdade.


Dorme meu menino a estrela d'alva
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será p'ra ti

Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar

Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d'alva o seu fulgor

Perde a estrela d'alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme qu'inda a noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer




Ler mais sobre Zeca Afonso em:
Site da Associação José Afonso
Aveiro cidade
Wikipedia

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2009-06-10

10 de Junho: Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas


Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.

Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.

Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.

Luís Vaz de Camões (nasceu c. 1524; m. em Lisboa, a 10 de Junho de 1580).

Ler do mesmo autor:
Busque Amor novas artes novos engenhos
Amor, que o gesto humano na alma escreve
Aquela triste e leda madrugada
Mudam-se os tempos mudam-se-as vontades
Amor é um fogo que arde sem se ver
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Alma minha gentil que te partiste

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