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2010-04-28

Inter - Bayern na final da Champions League

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Barcelona


1-0

Internazionale



"Catenaccio" de Mourinho, mesmo só com dez, elimina Barça

Que interessa atacar quando se tem dois golos de avanço e joga-se fora contra uma equipa de grande capacidade ofensiva? Não, não, a prioridade é mesmo defender! E foi assim que Mourinho levou a melhor frente a Guardiola.

A expulsão de Thiago Motta (28') deu mais uma justificação para a estratégia delineada, defender, defender..., queimar tempo e defender! Até num pontapé de canto favorável já na segunda parte, ainda com 0-0, o Inter só fez avançar dois jogadores (os centrais)!

O Barcelona dispôs de duas oportunidades de golo durante todo o jogo. Na primeira Júlio César ao fazer grande defesa a remate de Messi, que levaria a bola a entrar junto ao poste não fosse a estirada para canto do guarda-redes brasileiro do Inter, garantiu a presença italiana na final. Um golo naquela altura (cerca de 35 minutos de jogo) e o muro defensivo italiano não teria resistência para evitar um segundo golo, face ao empolgamento psicológico e do público (mais de 90 mil espectadores!). A segunda oportunidade já foi em plena segunda parte quando Bojan Krkic, que substituíra Ibrahimovic, falhou clamorosamente de cabeça rematando ao lado.

Foi já na fase do tudo por tudo quando Piqué era ponta de lança que o "Barça" chegou ao golo, precisamente por Piqué que recebeu a bola, na minha opinião, em fora de jogo, para rodar e bater Júlio César. Faltavam cerca de dez minutos (já englobando os previsíveis descontos). Os italianos passaram por tempos difíceis - a bola chegou a entrar uma segunda vez dentro da baliza do Inter, mas com o jogo já interrompido pelo árbitro belga Frank De Bleeckere - mas mantiveram a frieza necessária, até ao apito final, onde o contraste entre a alegria esfusiante dos jogadores e equipa técnica (Mourinho em especial) e o dos adeptos espanhóis conseguiu ultrapassar a amplitude de variação das cotações das acções hoje na praça de Lisboa!

Foi o triunfo de Walter Samuel, Lúcio, Cambiasso, Zanetti & Ca. perante Messi, Xavi e Pedro Rodriguez. Que importa conceder 44' e 42" de posse de bola ao adversário dispondo apenas de 14' 44" ou seja apenas cerca de um quarto?

Ontem o Bayern passeou em Lyon derrotando a equipa francesa (também reduzida a dez ainda na primeira parte) por 3-0 a juntar ao triunfo caseiro.

Teremos uma final Inter-Bayern muito improvável quando se estava nos Quartos de Final da prova...


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2010-04-20

Inter de Mourinho surpreende Barcelona

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3-1

Barcelona




Milito foi (muito) melhor que Messi

Grande jogo das meias-finais da Champions League, para muitos a final antecipada. Dois estilos de jogo muito diferentes. Um futebol de passe curto, muito articulado, de grande posse de bola do Barcelona. O Inter privilegiou a táctica, a partida rápida para o contra-golpe e um futebol directo, assente na velocidade.

À priori muito pouca gente admitiria que os italianos conseguissem granjear a vantagem de dois golos para o jogo da segunda mão. Os espanhóis até começaram por estar em vantagem com a auto-estrada do lado esquerdo do ataque aberta sem portagem para Maxwell ir à linha do fundo sem oposição cruzar atrasado para Pedro Rodriguez inaugurar o marcador aos 19'. Mas já antes o Inter estivera perto de marcar e ao contrário do que se pensaria (revelando excelente preparação psicológica) a equipa local não se conformou e numa jogada colectiva em que a defesa foi atraída ao centro o passe no momento certo para a meia esquerda libertou Sneijder (no limite do fora de jogo) que atirou ao primeiro poste enganando Valdez.

Com Messi bloqueado a meio-campo (o génio argentino esteve muito pouco em jogo) e sem Iniesta ausente o futebol de maior posse de bola do Barcelona teve como oposto as transições rápidas e directas subsequentes às recuperações recuperações solicitando a velocidade dos avançados onde Milito esteve em papel de destaque (no final do jogo a posse de bola foi de 32% - 68%). Apesar de muitos foras de jogo, a estratégia resultou e logo no recomeço Milito levou a bola até perto da baliza e na segunda linha de apoio apareceu Maicon a surpreender e concluir, virando o resultado. O público delirou num ambiente excepcional levado ao rubro aquando do terceiro golo em outra jogada de grande rapidez com Milito (em posição muito duvidosa) a concluir de cabeça aos 61'.

Espanhóis baralhados e talvez Guardiola também que a perder por dois tirou Ibrahimovic para meter Abidal! A equipa do Barcelona nervosa, cheia de amarelos mostrados pelo árbitro português Benquerença, ainda tentou chegar ao 3-2, mas então a densa defensiva do Inter sob o comando do veterano Zanetti e a incapacidade concretizadora espanhola mantiveram o resultado.

Agora quem tem de partir pedra é o Barcelona tendo o Inter desde o início do jogo este lançado em bases mais favoráveis para os seus intentos. Mas... o jogo da segunda mão promete ainda mais!

O jogo foi muito difícil de arbitrar mas a equipa portuguesa desempenhou um bom papel ainda que tenha havido dois lances de grande dúvida. O lance do 3º. golo aquando da conclusão de Milito e um lance na área italiana em qiue decidiu por mostrar amarelo ao jogador espanhol, mas em que parecfeu ter havido contacto do defesa. Penalty?

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2009-05-06

Cristiano Ronaldo - Messi na final da Champions!

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Chelsea

1-1

Barcelona



E o incrível aconteceu numa injustiça do tamanho do mundo...

Depois de ter empatado a zero em Barcelona o Chelsea ainda cedo no jogo (9') conseguiu colocar-se em vantagem num grande remate de Essien. O Barcelona dispôs de mais posse de bola mas foi completamente manietado pela organização tactica do Chelsea. Em contrapartida jogadas rápidas colocavam problemas para os espanhóis com Valdez a ter que intervir para evitar o 2-0.

O árbitro um norueguês grande de tamanho mas pequeno em qualidade para este nível de futebol (e que vai ser muito falado face ao desfecho final) começava um chorrilho de erros ao marcar uma falta junto da lateral da área esquerda do lado ofensivo do Chelsea mas do lado de fora da área quando deveria ter assinalado isso sim grande penalidade.

Os ingleses na segunda parte, porventura de modo ainda mais vincado, superiorizaram-se em jogadas de perigo e a eliminatória ainda que dependente apenas por um golo nunca pareceu aos espectadores do jogo tão segura, face à inofensividade do Barcelona. A máquina de jogo atacante e de golos da equipa espanhola pura e simplesmente não existiu neste jogo! Arranques de Drogba e Anelka davam para esperar o 2-0, que Tom Henning não permitiu ao deixar em claro mais uns dois ou três lances dentro da área do Barcelona sem assinalar falta. Um deles verdadeiramente lamentável, tão claro foi o corte com o braço de Piqué.

Em mais uma ofensiva Anelka adiantou-se à defesa espanhola e estatelou-se; o árbitro por indicação do assistente mostrou o cartão vermelho a Abidal, mas também aqui erradamente, na minha opinião. Se o Barcelona com onze não incomodava, com dez nunca ameaçou o empate. Zero ! isso zero, nenhum, absolutamente nada, em termos de remates em direcção à baliza de Cech até ao minuto 92'. A Guardiola saiu, porém, o jackpot do Euromilhões, sem sequer ter apostado!! Um cruzamento da direita para a área foi afastado de cabeça por um defesa do Chelsea mas a bola sobrou para a esquerda do ataque do Barcelona, onde Messi deu para o meio aparecendo Iniesta a concluir com um pontapé fabuloso e empatou o jogo, dando o triunfo na eliminatória. Já com 1-1 foi Guardiola a queimar as substituições e o Chelsea com Cech incorporado no ataque a tentar o milagre. Ainda houve outro lance polémico na área espanhola mas aí só a má consciência do árbitro poderia ter invertido as coisas.

Numa das maiores injustiças do futebol a que temos assistido o Barcelona apurou-se para disputar o ceptro com o Manchester United que ontem venceu e convenceu ao bater o Arsenal com 3-1 e com o português Cristiano Ronaldo a fazer dois golos e uma muito boa exibição elogiada hoje pela imprensa europeia.

Quanto à arbitragem já disse tudo. A incompetência não é apenas ao nível dos jogos nacionais. Mas estava longe de imaginar que numa meia-final da Champions League um árbitro pudesse estar tão mal. Três ou quatro penallties foram sonegados ao Chelsea, que mesmo assim pareceu sempre tão confortável na liderança e mesmo no fim sofreu o xeque-mate à Hitchcock!

Ficha de jogo:

Estádio Stamford Bridge

Árbitro: Tom Henning (Noruega)

Equipas:
CHELSEA – Cech; Bosingwa, Alex, Terry e Ashley Cole; Ballack, Essien e Lampard; Anelka, Drogba (Belleti, 71m) e Malouda.

BARCELONA – Valdés; Daniel Alves, Piqué, Touré e Abidal; Xavi, Busquets (Krkic, 81m), Keita e Iniesta; Messi e Etoo.

Marcadores: 1-0, Essien (9m)

Acção disciplinar: Cartão amarelo a Daniel Alves, Essien, Alex, Etoo, Drogba. Cartão vermelho a Abidal.

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2008-11-26

Sporting muito «verdinho» para um Barcelona que é uma máquina de golos

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Sporting

2-5

Barcelona

Jogo estranho com auto-golos, livres esquisitos, penalty e expulsão

O Sporting cedo indiciou que não estava em noite feliz. Muita retracção (medo?), logo aos 5' o Barcelona atirava à barra num livre directo. Aos 13' Messi pelo lado direito com Carriço a (não) fazer (tentativa) oposição já perto da linha de fundo e assistência para Henry inaugurar o marcador. Aos 18' já o Barcelona ganhava por dois golos. Confusão na áres do Sporting na sequência de um canto, muita cerimónia a afastar a bola e acabou sendo Polga, perante Piqué, a enfiar a bola na baliza. O sonho sportinguista de ganhar o grupo esfumou-se completamente. Pior do que isso o Sporting pareceu anestesiado perante a posse de bola dos espanhóis.

Na segunda parte esperava-se outra atitude, mas uma distracção terrível após braço na bola de Polga, permitiu a marcação rápida do livre por Daniel Alves para Messi marcar com toda a facilidade. Houve protestos dos jogadores do Sporting, mas eles já deviam estar prevenidos par estas situações. Sem mais porquê, aos 66' o Sporting (punha o resultado em 2-3. É verdade. O primeiro golo por Miguel Veloso (65') de livre directo após falta inexistente de Marquez (tocou a bola com o dorso do corpo e não com o braço); o segundo no minuto imediato por Liedson (pois claro!) após uma falha de Marquez num corte de cabeça. O Sporting entrava no jogo e perpassou uma esperança no Estádio. Meramente ilusória porque no minuto seguinte erros consecutivos da defesa do Sporting deram o 2-4. Aliás foi Caneira que marcou na própria baliza. Nem cinco minutos passados, mais um erro defensivo agora de Grimi a tocar a bola em direcção da baliza com Krkic a ganhar, a saída de Rui Patrício a tocar ligeiramente na bola e a estatelar o avançado: penalty e expulsão.

O Sporting após uma excelente jogada de Pereirinha pela direita ainda teve o 3-5 que Derlei rejeitou ao cabecear tão à vontade, sem necessidade de saltar mas a acertar com a bola na cara de Valdés.

Foi um jogo atípico com o treinador do Barcelona a fiar-se no 0-3 para substituir jogadores chave e a ver-se num ápice em 2-3, mas nem tempo houve para emoção, porque logo a seguir o Sporting cedo se apressou em facilitar a vida dos adversários. A certo passo, este jogo fez lembrar o da selecção portuguesa no Brasil. Os golos surgiam de qualquer maneira...

O árbitro italiano não agradou muito mas também com um resultado destes vale a pena Paulo Bento atirar-se ao árbitro (é óbvio que desta vez não o fez até porque o jogo era internacional...)?

Estádio José de Alvalade
Árbitro Matteo Simone (Itália)

Equipas: Sporting - Rui Patrício; Caneira, Daniel Carriço, Polga e Grimi; Pereirinha, Miguel Veloso, Romagnoli (Derlei, 46m) e João Moutinho; Liedson (Postiga, 78m) e Yannick Djaló (Tiago, 72m).

Barcelona: Valdés; Daniel Alves, Rafael Marquez, Piqué e Cáceres; Xavi (Keita, 75m), Busquets e Hleb; Messi (Rodriguez, 56m), Gudjohnsen e Henry (Bojan, 46m).

Golos: 0-1 Henry (13m); 0-2 Piqué (18m); 0-3 Messi (49m); 1-3, Miguel Veloso (65m), 2-3, Liedson (66m); 2-4, autogolo de Caneira (67m); 2-5, (Bojan g.p., 73m)

Acção disciplinar: cartão amarelo a Busquets 32', Caneira 54'(falta sobre Hleb), Marquez 63'( por alegada mão no lance que deu o livre para o 1-3). Cartão vermelho a Rui Patrício 71' por derrubar Krkic.

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2007-11-29

Felicitaciones, Parabéns, Congratulations Barcelona

1899 - 2007

Barcelona was founded on this day (29 Nov.) in 1899, by Hans Gamper and eleven more enthusiasts. See more here

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