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2015-05-10

Lopetegui ou discurso do patego ?

Este é que é o manto protector!!!

O treinador do FC do Porto de jornada para jornada baixa mais de nível... Depois de nada ter feito no Estádio da Luz para procurar a vitória quando era à sua equipa que competia ganhar para eliminar a diferença pontual... protagonizou no final do jogo um episódio lamentável com o treinador rival Jorge de Jesus, enquanto alguns dos seus jogadores demonstravam um fair-play digno de registo.

A cada jornada que passa estrebucham as parcas esperanças de conquistar o título uma vez que o Benfica vai fazendo o que lhe compete e ganha os jogos que disputa estando agora a uma só vitória de conquistar o bicampeonato. Depois do ataque à nomeação do árbitro do Gil Vicente-Benfica, em que o Benfica triunfou por 5-0 !! e não houve casos de arbitragem, vem o treinador espanhol demonstrar ao mais alto nível o seu discurso «patego» no final do Porto-Gil Vicente, falando num manto protector. Sr. Lopetegui! não fosse o manto protector do seu Presidente, por parte dos adeptos do seu clube já havia sido corrido há muito ou já se esqueceu de ter sido eliminado em casa com o Sporting para a Taça de Portugal, ter perdido com o Benfica em casa para o campeonato, ter empatado em casa com o Boavista, ter sido eliminado da Taça da Liga com o Marítimo e ainda continuar a ser o treinador do Porto? E aquele jogo na Madeira com o Nacional depois do Benfica haver perdido antes com o Rio Ave? Foi o manto protector que funcionou ao contrário ou foi a incompetência do treinador?

Diverte-me este estrebuchar de Lopetegui mas o Benfica que não se distraia porque ainda tem de ganhar pelo menos mais um jogo e o Benfica tem dois jogos difíceis (ainda pode aparecer um Proença2 a querer dar o campeonato ao Porto), a não ser que a incompetência de Lopetegui se faça sentir e o Porto não ganhe no Restelo, o que não me admiraria nada...


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2011-09-29

Ondas e deambulações: Vítor Pereira, Fucile ... FCP

A derrota do FCP em São Petersburgo foi inapelável. E não foi mais copiosa porque apesar de ter jogado toda a segunda parte com dez jogadores o FCP não teve razões de queixa da arbitragem que anulou um golo limpo – na altura seria o 2-1 – à equipa russa.

Na primeira jornada em casa com o Shakhtar o FCP venceu tangencialmente por 2-1 e não capitalizou de modo tão afirmativo como poderia/deveria o facto dos visitantes também terem jogado grande parte do tempo de jogo (ainda mais do que o FCP na Rússia) com dez jogadores e até durante os últimos minutos do jogo com nove. Ou seja, o Porto que começou mal o jogo com um penalty falhado por Hulk e um perú à “Roberto” (pouco explorado, aliás, pela imprensa – afinal tudo está bem quando acaba bem) do Helton, acabou por cumprir serviços mínimos.

Agora o FCP tem nos dois próximos jogos com o Appoel – quem diria? – exames críticos relativamente ao seu futuro na prova máxima do futebol europeu de clubes.

Esta derrota não teria a importância que justificasse estar aqui a escrever sobre ela (e sobre o FCP que nem é o meu clube) se não tivesse ocorrido na sequência de outros jogos que vêm demonstrando uma menor capacidade da equipa portista e principalmente uma falta de conformidade entre essa capacidade demonstrada e as públicas intervenções petulantes e desajustadas do seu treinador (agora) principal.

Com efeito, esta derrota sucede a um empate frustrante para os adeptos portistas e para (supõe-se) também o treinador do FCP face às declarações públicas produzidas e ainda a uma nulidade exibicional e de resultado frente ao primodivisionário Feirense que, ainda por cima, jogou em campo neutro.

Ora no jogo com o Benfica em que o resultado foi construído em termos conformes com a produção demonstrada pelas equipas (bem se sabe que os factores aleatórios do jogo nem sempre assim determinam) com o FCP a demonstrar ter como objectivo de jogo a vitória e ter feito mais por isso durante a primeira parte em que foi melhor e o Benfica a superiorizar-se na segunda parte, tendo mostrado capacidade para alterar por duas vezes um resultado desfavorável, conseguindo-o nivelar.

Se o discurso do treinador do FCP fosse compatível com esta realidade também não estaria aqui a gastar cera com tão ruim defunto. Porém, aproveitando as declarações de Fucile (em desavença com Cardozo, mas também com toda a gente e com ele próprio) querendo fazer um caso do jogo, o treinador do FCP aproveitou as perguntas que se seguiram dos jornalistas (muitas vezes orientativas é certo, mas que lhe competiria não seguir o caminho) para fazer um “coro” sobre o tal lance entre o Fucile e o Cardozo, justificando o semi-desaire com o facto do jogador do Benfica não ter sido expulso. Ou seja, pelo menos em termos públicos, não assumiu erros próprios, nomeadamente na gestão das substituições e na fraca capacidade física exibida pela equipa a partir de meio da segunda parte (a seguir é certo a uma pressão elevada que a equipa exerceu no primeiro tempo e que, natural e expectavelmente, não deixaria de produz consequências para a segunda parte), para desviar as atenções para um pseudo-caso do jogo. O problema é que ao ter esta atitude, desculpabilizou o próprio Fucile da sua conduta anti-desportiva sistemática durante o jogo, simulando faltas, agressões, etc, e dando-se ao luxo até de piscadelas do olho para o banco portista depois duma destas atitudes.

Pois bem, alguns dias depois Fucile (ou Vítor Pereira?) é um dos principais responsáveis pela derrota na Rússia. Desta vez, porque já não tinha conveniência pessoal nisso, o treinador do Porto já não se solidarizou com o seu pupilo…

Mas antes ainda viu-se o FCP empatar em Aveiro com o Feirense num jogo em que o treinador do FCP empatando 0-0 retirou o único ponta de lança disponível no onze… para substituí-lo… mas não por outro ponta de lança… Percebo que face às oportunidades que o Feirense construiu o treinador tenha demonstrado este zelo defensivo…

Ora o Sr. Vítor Pereira têm-se, assim, destacado mais pelos infelizes comentários e discursos do que pelo trabalho realizado enquanto treinador do FCP. Desde o querer aproveitar a auto-imputação (ainda enquanto adjunto) do mérito dos resultados da era Villas-Boas ao enfatizar a suposta grande partilha de comunicação e de conhecimentos de que seria protagonista, até ao enveredar por insultos à personalidade e ao carácter de colegas de trabalho, ainda que adversários (com aleivosia de pseudo-demonstração de capacidade de avaliação psicológicas e de carácter) quando o que estava em discussão era apenas uma opinião sobre um facto de jogo, até à busca de colagem relativamente ao tipo de discurso dos seus antecessores, sem ter qualquer carisma semelhante… sugiro ao Sr. Vítor Pereira um arrepiar de caminho… (nas declarações e no trabalho efectivo realizado) sob pena de não ter hipóteses de continuar por muito tempo no cargo privilegiado que desfruta…

É que já dizia a excepcional personalidade literária castelhana Miguel Cervantes (que hoje comemoraria aniversário): assim como o mentiroso está condenado a não ser acreditado quando diz a verdade, é privilégio de quem goza de boa reputação ser acreditado mesmo quando mente.

Ora, o Sr. Vítor Pereira ainda não granjeou a boa reputação necessária para que possa dizer o que lhe bem apetece… e ser acreditado.

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2011-09-23

Benfica empata no Dragão depois de ter estado a perder por duas vezes

FC Porto logoBenfica logo

FC Porto

2-2

Benfica


O primeiro grande clássico do Campeonato 2011/2012 disputou-se no Estádio do Dragão com as duas equipas portuguesas participantes da Champions League a disputarem a liderança na classificação doméstica.

Na primeira parte o Porto superiorizou-se aos visitantes demonstrando uma postura ofensiva em que Hulk sobressaiu e em que Artur com duas grandes intervenções (defesa de um remate de longe de Hulk aos 10' e uma outra praticamente impossível quando Fucile teve tudo para marcar à boca da baliza) atrasou o avanço no marcador dos portistas. A equipa encarnada só por uma vez incomodou a defesa do Porto e logo aos 2' quando Cardozo chegou atrasado para o desvio de um cruzamento da direita. De resto os encarnados ficaram na defesa e mesmo quando recuperavam a bola não conseguiam sair a jogar demonstrando inabilidade e falta de velocidade nas desmarcações face a uma pressão alta e intensa feita pela equipa da casa.

A quantidade de faltas favoráveis ao Porto foi bastante desnivelada e foi assim, sem surpresa, que o Porto foi para o intervalo a vencer após Kléber (37') ter desviado, de cabeça, um livre de Guarín marcado do lado esquerdo do ataque portista.

As dificuldades para o árbitro adensaram-se a partir daí. Aos 40' mostraria o amarelo a Javi Garcia e a Luisão (este por protestos) depois de ter sido assinalada uma falta do espanhol sobre Guarín que não pareceu existir.

Ainda antes do intervalo um corte de carrinho de Fucile em jogada de Cardozo motivou a embrulhada das pernas de ambos os jogadores no chão com aparente gesto de Cardozo que lhe poderia ter custado mais caro preferindo Jorge Sousa distribuir o cartão amarelo por ambos os intervenientes na jogada.

Para a segunda parte o Benfica teria de apresentar uma outra postura e iniciativa se não quisesse perder o jogo sem chama e sem glória. E foi sem precisar de muito tempo de jogo que isso ocorreu. Desta vez foi a equipa visitante que recuperou uma bola em zona avançada por Aimar e demais Nolito fez uma assistência perfeita para Cardozo marcar por baixo do corpo de Helton que ainda tentou a mancha. O jogo pareceria lançado para uma melhor qualidade e para ser disputado por ambas as equipas quando durante a primeira parte só os locais demonstraram apetência e objectivos traçados para ganhar.

A verdade é que o empate durou apenas dois ou três minutos. Numa jogada em que o Benfica tinha a sua defesa estabelecida - pontapé de canto marcado de forma curta - o Porto retomaria avanço no marcado quando Varela centrou da direita pelo meio das pernas de Emerson e Otamendi foi mais diligente que os defesas mais ou menos estáticos (Garai, ai, ai...) e desviou para o fundo da baliza.

Com muitas picardias entre os jogadores (Maxi e Hulk encostaram as cabeças entre si por duas vezes na mesma jogada...) o jogo foi-se desenvolvendo até à altura das substituições decisivas. Jesus fez entrar Saviola e Bruno César (69') saindo Aimar e Nolito (menos interventivos do que nos últimos jogos mas ainda assim decisivos no primeiro golo encarnado) enquanto no Porto, que à medida que o jogo avançava demonstrava menos frescura física no meio-campo, Guarín deu lugar a Belluschi (77') quando, porventura, se imporia a presença mais física e destruidora de Defour. Seguiu-se a saída de Kléber entrando Cristian Rodriguez. Foi um sinal perigoso para defender a vantagem sem terem entrado jogadores com características defensivas!

Saviola enfiaria a bola dentro da baliza de Helton mas num lance claramente irregular, por fora de jogo. Porém, o jogador argentino, que esta época tem tido menos evidência na equipa, entrou bem no jogo com a sua capacidade técnica e de costas faria um passe fabuloso de ruptura para a desmarcação de Gaitán que teve um remate de primeira com o pé esquerdo fazendo a bola entrar com violência na baliza tocando ainda na parte interior da barra e restabelecendo o empate aos 82'.

Os últimos minutos voltaram a demonstrar que no guião do jogo o Porto é que traçara o objectivo mais ambicioso e Vítor Pereira que até empatado com o Feirense 0-0 deixara Walter no banco, desta vez, em desespero de causa e prevenindo-se de críticas meteu o ponta de lança numa tentativa de voltar pela terceira vez à vantagem no jogo; então já não havia força e tempo para nada a não ser para entrar Matic (substituindo Cardozo) e para mais cartões amarelos, dos muitos que o jogo teve, para Bruno César e para João Moutinho este num lance em que teve de parar em falta uma saída do Benfica para o ataque.

O resultado tem de se considerar aceitável uma vez que em golos, mas também em oportunidades de golo não concretizadas (Cardozo também exigira uma defesa de grande nível a Helton contrapondo às duas grandes oportunidades do Porto na primeira parte) as equipas se nivelaram ainda que tenha ficado vantagens intercaladas das equipas em termos de domínio: com clareza do Porto na primeira parte, do Benfica na segunda parte.

A arbitragem não foi - não podia ser com os jogadores a complicarem - boa. Muitos cartões amarelos exibidos. O Porto no final (Fucile, Hulk e o próprio treinador) reclamavam que Cardozo deveria ter sido expulso no lance com Fucile. Foi o caso do jogo... porque não existiram penalties, foras de jogo polémicos, etc.

FC PORTO: Helton, Otamendi, Alvaro Pereira, Fucile, Rolando, Freddy Guarín (Belluschi 77'), Fernando, João Moutinho, Kléber (Cristian Rodriguez 80'), Hulk, Varela (Walter 86').

BENFICA: Artur Moraes, Emerson, Garay, Maxi Pereira, Luisão, Witsel, Nolito (Bruno César 69'), Gaitán, Aimar (Saviola 69'), Javi García, Cardozo (Matic 89')

Golos: 1-0 Kléber 37'; 1-1 Cardozo 47', 2-1 Otamendi 50'; 2-2 Gaitán 82'

Disciplina: 9'Cartão Amarelo para Otamendi (FC Porto).
40'Cartão Amarelo para Javi García (Benfica),por suposta falta sobre Guarín e para Luisão (Benfica), por protestos.
57' Cartão Amarelo para Alvaro Pereira (FC Porto).
78' Cartão Amarelo para Kléber (FC Porto) por falta sobre Artur.
78' Cartão Amarelo para Fernando (FC Porto).
89' Cartão Amarelo para Bruno César (Benfica).
90' Cartão Amarelo para João Moutinho (FC Porto) por impedir um contra-ataque.

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2011-06-20

Villas-Boas no Chelsea


Há dias Pinto da Costa dizia que Villas-Boas não saía porque o jovem treinador estava na sua cadeira de sonho! «Tenho a certeza absoluta que ele para o ano estará cá! O André Villas-Boas é uma pessoa séria que respeita os contratos e respeita fundamentalmente a sua palavra»!

Mas mais uma vez ganhou a cor do dinheiro ou será o novo lema o dinheiro não tem cor?

Quanto aos 15 milhões grande notícia para o novo Governo! Ou o que se verá é que não eram 15, afinal eram apenas 5 (e o resto vai parar a uma off-shore?

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2011-05-26

O número de títulos do FCP e do Benfica ...

A discussão sobre essa história do número de títulos atingiu o rídiculo!


O curioso é que nos oitenta anos anteriores em conjunto (seja a "contabilidade" feita em que normativo for - POC, SNC, IAS, "criativa", "à merceeiro", etc.) nunca se falara tanto em número de títulos, como nos últimos dias. Tudo porque, agora, o Porto passou a liderar essa contagem. Sim porque chamar estatística a esse exercício seria um insulto à inteligência.


A estatística é «uma parte da matemática aplicada que fornece métodos para coleta, organização, descrição, análise e interpretação de dados e para a utilização dos mesmos na tomada de decisões. A Estatística possui dois grandes ramos: I – Estatística Descritiva: compreende a colecção, a organização, a descrição dos dados, o cálculo, de forma a apresentar coeficientes de forma conveniente e comunicativa. II – Estatística Indutiva ou Inferencial: compreende procedimentos empregados na análise e na interpretação dos dados para chegar a grandes conclusões ou inferências sobre populações com base em dados amostrais, associados a uma margem de incerteza. Fundamentam ainda as medidas de incerteza que resultam na teoria da probabilidade.»


A estatística é importante! O que está em causa não é estatística é uma mera contagem em que se somam (o que não se pode e, muito menos, se deve fazer) alhos com bugalhos e se apresenta uma soma do que é originalmente diferente.

Ao que parece esta discussão do número de títulos já terá chegado à FIFA (não é difícil adivinhar por mão - ou será por luvas? - de quem...) ao ponto dos orgãos de comunicação social anunciarem ontem, em grandes parangonas, que esta organização confirma que o Porto é o clube português com mais títulos oficiais, porque não se reconhece a famigerada Taça Latina como sendo uma prova oficial. Neste caso o número correcto é de 69 títulos para o Porto e 68 para o Benfica.

O que essa contagem não diz é que o título de Campeão Nacional de Futebol foi atribuído ao Benfica 32 vezes e ao Porto apenas 25. Que, não obstante o Benfica ter ganho mais campeonatos, ainda ficou em segundo lugar em maior número de vezes ( 25 ) do que o Porto, que tendo sido menos vezes campeão (e por isso tinha mais possibilidades de ficar mais vezes em segundo) foi ainda assim menos vezes segundo classificado (apenas 23) do que o Benfica. Que o Benfica nunca se classificou abaixo do quarto lugar enquanto o Porto já foi nono (num ano em que o campeonato tinha 14 clubes!). O que essa "estatística" quer esconder é que na segunda prova mais importante do país – a Taça de Portugal – o Benfica foi vencedor por 24 vezes (das quais oito vencendo o próprio Porto na final, uma das vezes no próprio Estádio das Antas, onde as nossas iluminadas "cabeças" decisórias marcaram o jogo da final) e o Porto apenas 16 (já contabilizando a do ano 2011), tendo vencido por uma só vez o Benfica na final – época de 1957-1958! Ou seja quanto às provas nacionais mais importantes estamos conversados...

O único motivo diferenciador favorável ao Porto (o que já não é pouco, convenhamos) parece ser o caso das duas Taças Uefa + Liga Europa que possui enquanto o Benfica não dispõe de nenhuma (tendo estado presente numa final perdida), já que na Liga dos Campeões (assimilando-a à Taça dos Campeões Europeus) o Porto tem o mesmo número de títulos do Benfica – dois – sendo que aqui, o Benfica junta mais seis presenças na final contra nenhuma mais do Porto! e as duas vitórias subsequentes na Taça Intercontinental deste último clube foram em circunstâncias demasiado estranhas e peculiares:
Uma na prática de um desporto inédito praticado em neve e gelo a que só eufemisticamente se pode chamar futebol (a Taça Toyota: como é que uma situação destas pode ser considerada oficial?) e noutra contra um adversário que fora oitavo classificada num campeonato sul-americano de segunda escolha…

Querer assimilar títulos de um só jogo com vitórias conquistadas em provas compostas de 26, 28 ou 30 jogos… é como tratar identicamente um Nobel da Literatura com a selecção de uma quadra para o concurso de quadras do São João promovido pelo JN (sem desprimor para estes…).

Vivó o Benfica!

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2011-05-22

Não há indigestão de vitórias...


Supertaça: Benfica-Porto 0-2;
Campeonato Nacional ou Liga Zona Sagres (como se chama agora): Porto campeão sem derrotas e 84 pontos, Benfica em segundo lugar com 63;
Liga Europa: Porto ganha na final frente ao Braga por 1-0. Braga que eliminou o Benfica! nas meias-finais com 1-2 fora mas 1-0 em casa;
Taça de Portugal: Porto - V. Guimarães 6-2 na Final, hoje disputada, depois de nas meias-finais ter eliminado o Benfica! vencendo na Luz por 3-1 e ultrapassando a derrota em casa por 0-2...

Estes resultados mostram que vencer não causa indigestão enquanto outros parecem habituar-se a perder... Nestes quatro títulos do Porto três são à custa directa do Benfica... cuja super-equipa do ano passado, contentou-se este ano com ...a Taça da Liga ao vencer o Paços de Ferreira (e a coleccionar derrotas com o Porto).

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2011-03-31

O Benfica-Porto ... já é no domingo!

Em plena crise económica, política e, pior de tudo, de valores, vive-se já o ambiente preliminar dos grandes jogos de futebol. Um grande jogo de futebol em Portugal tem, obviamente, a imprescindível presença do Benfica. No próximo domingo ao Benfica opõe-se o Porto. Infelizmente para mim (e para mais, pelo menos, 5.999.999 pessoas) dada a ordem dos factores classificativos é, neste caso, o Benfica que vai opor-se à celebração, desde já, do título pelo seu adversário e rival nortenho.

Espero que o Benfica ganhe e assim inflija a primeira derrota no campeonato ao Porto e atrase a festa ao futuro campeão nacional que sucederá nesse título ao glorioso emblema da Luz. Mas, em especial, espero que os anfitriões benfiquistas, ao contrário do que tem sucedido no Porto, criem um clima de apoio, sim, à equipa da casa, mas dentro dos princípios de desportivismo tradicional e não mediante a criação de um clima de terror, com provocações e esquemas que extravasem o simples jogo de futebol.

Espero um jogo de futebol e com arbitragem isenta! E não um jogo em que uma equipa joga futebol e a outra joga uma multiplicidade de desportos. Enquanto o Benfica tem um ecletismo desportivo que se consubstancia na prática de um elevado número de modalidades desportivas, cada qual no seu ambiente próprio, o FCP vem-nos habituando à prática de uma pleíade de desportos, simultaneamente, num só jogo (supostamente) de futebol.

Há anos, com jogadores do tipo Bruno Alves e ainda mais antigamente do tipo de Paulinho Santos o Porto num só jogo de futebol praticava modalidades de karaté, full-contact, boxe e outras variantes mais difíceis de classificar (ó José Pratas lembras-te de correr de uma baliza a outra a fugir dos jogadores do Porto, depois de validares um golo limpíssimo do Benfica numa Supertaça?). Esta época vem-nos habituando a, num só jogo de futebol, praticar várias outras modalidades com bola: é andebol, voleibol, basquetebol (sem cesto), golfe... E ninguém com responsabilidades oficiais sobre a matéria, árbitros incluídos, vêem ou, pior ainda, todos vêem e acham tudo natural.

Só o defesa central Rolando já cometeu esta época meia dúzia de faltas dentro da área cortando bolas com a mão ... mas não houve um único penalty marcado por via disso... contra o Porto! A favor as regras são diferentes e parecem-se com aquelas que eu costumava usar nos jogos de futebol de salão com os meus amigos em que não interessava se era a bola que batia no braço ou o braço que batia na bola - contacto com a mão ou braço na bola ou vice-versa era sempre falta! Quantos penalties o Porto já não beneficiou por isso, esta época? Desde a primeira jornada com a Naval...

Espero ainda que o árbitro Duarte Gomes não marque penalties fantasmas como o que marcou num célebre Benfica-Sporting quando Jardel se atirou para o chão (o Benfica, que ganhava por 2-0, acabou empatado 2-2!) ou como Proença marcou no Porto-Benfica de há duas épocas a dez minutos do fim a Yebda e que salvou o Porto da derrota no Dragão, lançando-o, aliás, para o título que conquistaria. Espero ainda que o jogo termine 11 contra 11 e não sempre desequilibrado com os encarnados a acabarem em inferioridade numérica como aconteceu em 2 dos 3 jogos desta época. Até sucedeu no jogo da Taça de Portugal no Dragão com Fábio Coentrão a ser expulso, com meia hora ainda para jogar, por uma falta banalíssima, quando antes o "boxe" de Beluschi sobre o mesmo Fábio Coentrão passou sem sequer cartão amarelo. Nem assim o Porto conseguiu recuperar do 0-2 (é certo que evitou, com prudência, um possível 0-5!!!) E que o critério sobre os arrufos de Luisão punidos (bem) com o cartão vermelho no jogo da primeira volta seja uniforme - já a agressão sobre Cardozo mesmo com 4-0 ou já eram 5-0? não teve igual consequência.

Enfim, não quero ver o Porto a festejar já este fim de semana... mas o mais importante quero ver uma demonstração de fair-play dos meus apaniguados benfiquistas: que as bolas de golf não se esgotem nas lojas da especialidade e que os autocarros do Porto possam voltar à cidade (em ambiente triste pelo resultado) mas em segurança e sem necessidade de recurso ao "Car-glass".

PS: De Duarte Gomes, apesar do erro apontado no texto, tenho-o como árbitro isento. Temo que para o jogo da Taça de Portugal (muito mais importante para o Benfica) possamos ter um árbitro do tipo Elmanos, Benquerenças ou Jorge Sousas...

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2010-11-27

Sporting impôs segundo empate no campeonato ao Porto...

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Sporting

1-1

FC Porto


Resultado agradou mais aos portistas que terminaram com dez...

Num jogo a hora tardia numa noite fria e com assistência aquém do habitual para um clássico os antecedentes foram aquecidos pela presença de Moutinho no Estádio de Alvalade mas a jogar de azul...

O Porto desperdiçou a primeira oportunidade do jogo por Falcão aos 10' (Belluschi rouba a bola a Polga e isola Falcao, mas o colombiano rematou ao lado), mas foi o Sporting que na primeira parte esteve melhor graças a um meio-campo com Pedro Mendes - Maniche - André Santos (talvez o melhor jogador em campo) e Valdez, jogador chileno que vem se evidenciando nos últimos jogos, bloqueador das iniciativas portistas em que Hulk não pôs o pé em ramo verde. Com Liedson e Postiga no duo de ataque, o treinador do Sporting levou a melhor na primeira parte. No Porto surpreendeu a opção por Emídio Rafael para suprir a ausência de Álvaro Pereira. O resultado ao intervalo favorável aos "leões" - vitória parcial por 1-0 - era justificado face ao predomínio da equipa da casa.

Com efeito, já depois de Pedro Mendes ter num remate de longe atirado a bola contra a barra da baliza portista, com Helton a ver ("desviou a bola com os olhos"), Valdés aos 38' inaugurou o marcador ao finalizar pelo meio das pernas de Helton um lance de contra-ataque em que o guarda-redes portista protestou ilegalidade (viu cartão amarelo).

Não foi preciso esperar muito tempo na segunda parte para perceber que a tendência do jogo tinha-se modificado e que a lógica seria surgir o empate. A equipa leonina recuou para preservar a vantagem perante um Porto muito mais dinâmico e com Hulk a aparecer principalmente em iniciativas pela direita. Primeiro a flectir para o centro e a rematar cruzado ao lado, depois aproveitando um desequilíbrio gerado por um erro de transição do Sporting (erro de Maniche a perder a bola na zona intermediária defensiva), recebeu a desmarcação de João Moutinho e cruzou para o coração da área onde a superioridade de jogadores do Porto era manifesta surgindo Falcão a concluir com êxito ainda antes de expirado o primeiro quarto (57').

Com o empate estabelecido o jogo voltava ao ponto zero mas com o Porto agora por cima psicologicamente e o Sporting a querer avançar de novo no terreno. Aguardava-se então um jogo emotivo e aberto. Já com Guarín do lado do Porto a substituir Varela e Djaló no lugar do fisicamente queixoso Valdés, Liedson concluiu mal com um passe infantil para Helton um lance de ataque do Sporting (66'). Uma perda de bola de Maicón perante a pressão de Liedson acabaria por ditar a expulsão do central portista e alterar as feições do jogo. Villas-Boas retirou Falcão para repor a dupla de centrais defensivos, entrando Otamendi e o Sporting ficou de novo por cima do jogo. A entrada de Vukcevic e mais tarde ainda a de Saleiro procurou dar maior pêndulo atacante aos sportinguistas, o que aconteceu, mas escassearam as oportunidades e os lances de perigo num jogo em que terminou com as equipas equilibradas em termos de posse de bola, muito poucos remates às balizas e apenas dois pontapés de canto, um para cada equipa.

O resultado não aquece nem arrefece: por um lado, o Porto não manifestou a superioridade que se pensava face aos 13 pontos de avanço que detinha sobre o Sporting, mas o empate mantém a equipa invicta e com vantagem confortável; para o Sporting e nomeadamente para o seu treinador, ficou uma demonstração de que o Sporting pode bater-se com o líder, até episodicamente superiorizar-se, mas com o empate final a servir de pouco, pois é o reconhecimento de que o campeonato está irremediavelmente perdido.

Uma palavra para Villas-Boas que acabou expulso situação que ocorre pela segunda vez, curiosamente em ambos os jogos em que a sua equipa, até agora, não ganhou...

Jorge Sousa (o árbitro do Rio Ave-Porto, em que a equipa portista foi escandalosamente beneficiada) desta vez teve protestos do lado dos portistas. No golo sportinguista é alegado um fora de jogo de Valdés e na expulsão de Maicón falta saber se não houve teatro do sportinguista... Ao vivo eu decidiria como o árbitro decidiu...

O jogo de amanhã em Aveiro entre o Beira-Mar e o Benfica reveste-se, assim, de acrescida importância uma vez que o Benfica não pode falhar a redução da distância para o líder para oito pontos (em caso de vitória), passando a desfrutar de cinco de avanço sobre o Sporting e três do Guimarães vencido hoje na Madeira por 2-0 frente ao Marítimo. Mas depois daquele desastre em Israel já não se sabe o que esperar da equipa de Jesus ( e deste mesmo!).

Ficha do Jogo
11ª Jornada, Estádio Alvalade XXI
Árbitro: Jorge Sousa (Porto)
Sporting: Rui Patrício; João Pereira, Daniel Carriço, Polga e Evaldo; Pedro Mendes (Saleiro 83'), Maniche (Vukcevic 69'), André Santos e Valdés (Yannick Djaló 65'); Hélder Postiga e Liedson.

FC Porto: Helton; Sapunaru, Maicon, Rolando e Emídio Rafael; Belluschi, Fernando e João Moutinho (Fucile 86'); Hulk, Falcao (Otamendi 72') e Varela (Freddy Guarín 65').

Golos: 1-0 Valdés 38'; 1-1 Falcão 57'
Disciplina: 21'Cartão Amarelo para Pedro Mendes (Sporting) por entrada de carrinho
31'Cartão Amarelo para Fernando (FC Porto) por derrubar André Santos no meio-campo portista.
38'Cartão Amarelo para Helton (FC Porto) por protestar a legalidade do primeiro golo do jogo.
68'Cartão Vermelho para Maicon (FC Porto) após lance em que perde a bola paera Liedson que ganha a bola e a frente da jogada
70'Cartão Amarelo para Hulk (FC Porto) por protestos.
73'Cartão Amarelo para Evaldo (Sporting).
83' Cartão Amarelo para Yannick Djaló (Sporting).
88'Cartão Amarelo para Belluschi (FC Porto), por fazer falta e cortar contra-ataque do Sporting.
90'+1 Cartão Amarelo para Otamendi (FC Porto) por demorar a repor a bola em jogo.
90'+4 Cartão Amarelo para Hélder Postiga (Sporting).

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2010-11-07

Mão cheia de golos na vitória do Porto e campeonato já está no bolso...

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FC Porto

5-0

Benfica

Benfica derrotado mesmo antes de entrar em campo...


Jorge de Jesus estragou tudo mesmo antes do Porto efectivamente começar a marcar golos. Pôs-se a inventar e destruiu completamente a equipa do Benfica. Estragou o ataque ao tirar o Saviola e estragou a defesa ao meter Sidnei no centro e David Luíz à esquerda. Já experimentara esta solução em Liverpool e foi o que se viu... Há dois anos Quique fizera o mesmo na Grécia e o Benfica saiu de lá com cinco golos...

Mas que raio de colapso mental pode ter passado pela cabeça do treinador do Benfica para estragar deste modo a equipa que precisava de estar em pleno para poder dialogar com o Porto? Nos portistas nem a falta de Fernando se fez notar face à superioridade do meio-campo portista.

Antes da meia hora já o jogo estava mais do que resolvido com o Porto a ganhar por 3-0 com os golos todos a nascer de jogadas pelo lado direito do ataque do Porto. Uma segunda bola ganha pelo Porto após alívio de David Luiz e Hulk a bater em velocidade o improvisado defesa esquerdo (o guarda-redes Roberto também saiu à esquerda não sei para fazer o quê) e bola metida para Varela, com a baliza deserta, facturar o primeiro.

O segundo foi Beluschi também da direita centrar para Falcão desviar com os centrais ausentes. Foram dois golos nos dois primeiros remates à baliza! E o terceiro também surgiu (passados quatro minutos) sem que Roberto (nem Helton em abono da verdade) tivesse feito uma única defesa. De novo Belluschi a assistir para Falcão marcar em posição frontal sem oposição.

Ao fim da primeira parte o Benfica beneficiara de cinco pontapés de canto todos mal marcados sem criar uma única situação de perigo.

No início da segunda parte Jesus quis expiar os pecados e salvar a alma porque quem se mata já não ressuscita. Meteu Gaitán e saiu Sidnei.

O jogo estava em ritmo morno com o Benfica a melhorar alguma coisa e o Porto a gerir o avanço. Mas Luisão não gosta da pressão que Guarín lhe está a fazer e reage com uma cotovelada que lhe valeu o cartão vermelho directo. O Porto com a pressão do público percebe que não pode tirar o pé do acelerador e que tem as «águias» sem asas ali ao pé da boca do Dragão.

Um penalty de Coentrão sobre Hulk dá a este o quarto golo e já no minuto 90 Hulk faz o golo da jornada com um remate cruzado de fora da área a 110 Km /hora.

Um jogo demasiado fácil (um dos mais fáceis da época para o Porto!) e um Benfica indigno de ser considerado candidato. Há 17 anos que os encarnados não sofriam cinco golos para o Campeonato!

Tirando os golos, os guarda-redes fizeram uma única defesa digna de registo. Roberto a remate de longe de João Moutinho, Helton a defender remate de David Luiz na sequência de um canto.

Arbitragem com erros de foras de jogo - um para cada lado - por sinal do mesmo assistente e caseirinha ... mas desta vez tão grande foi o desequilíbrio que nem foi preciso inventar penalties (como há dois anos!)

FC Porto: Helton, Sapunaru, Rolando, Maicon, Alvaro Pereira, Guarín (Walter 88'), Belluschi (Ruben Micael 79'), Moutinho, Hulk, Varela e Falcão.

Benfica: Roberto, Maxi, Luisão, Sidnei (Gaitán ao int.), David Luiz, Javi Garcia, Carlos Martins (Roderick 72'), Fábio Coentrão, Aimar, Salvio (Ruben Amorim 79')e Kardec.

Golos: Varela aos 12', Falcão (2) aos 24 e 28' Hulk (2) aos 80' (pen) e 90'

Disciplina: 19' Cartão amarelo para Carlos Martins
45'+1 Cartão Amarelo para Álvaro Pereira (FC Porto) por falta sobre Sálvio.
Cartão amarelo para Kardec aos 63'
Cartão vermelho aos 66' para Luisão por cotovelada em Guarín
Cartão amarelo para Salvio aos 75'
Cartão amarelo parta Fábio Coentrão aos 78' num lance em que comete penalty sobre Hulk
Cartão amarelo para Hulk aos 81' por tirar a camisola nos festejos do 4º. golo.
Cartão amarelo para João Moutinho aos 84' "a pedido" (para estar limpo contra o Sporting) por demorar a marcação de um pontapé de canto

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2010-10-21

Liga Europa: Aqui Portugal não está em crise: seis jogos e seis vitórias

Besiktas 1-3 Porto
Sporting 5-1 Gent


Na fase de grupos da Liga Europa as equipas portuguesas: Porto e Sporting somam e seguem.

O Porto foi à Turquia jogar com o principal adversário do grupo, ambos com duas vitórias nos jogos anteriores, num ambiente sempre difícil e com dificuldades acrescidas por uma arbitragem espanhola indecente. Já sabemos que "de Espanha nem bons ventos nem bons casamentos". Não sei o que deu aos senhores da Europa de futebol para nomear dois árbitros espanhóis para os confrontos de ontem do Benfica e de hoje do Porto. Já ontem o árbitro foi caseiro e o Benfica terminou a primeira parte com dez. Hoje ainda foi pior... uma vez viu demais e inventou uma falta num lance em que Falcão fez o 2-0 que só não foi devido ao erro do árbitro. Pouco depois o árbitro (e o assistente que acompanhava o ataque do Porto) foram míopes não vendo uma falta nítida sobre Falcão. Apesar disso o Porto venceu e convenceu ... demonstrando superioridade na segunda parte.

Na primeira o Porto viu-se aflito mas Helton esteve em grande plano. Sem ter feito muito por isso o Porto viu-se a ganhar num cruzamento em que o guarda-redes turco foi um flop saindo mal e deixando passar a bola para Falcão inapelável concretizar de cabeça. Depois verificaram-se os lances já referidos e o Besiktas acreditou que tinha os ventos de Espanha favoráveis, tanto mais que Maicon foi expulso (vermelho directo) por cometer falta quando um jogador se isolava. Neste caso, numa decisão ajustada do árbitro. Logo na marcação do livre Helton voltou a brilhar, tendo sido uma peça chave no triunfo do Porto.

Na segunda parte o Porto bem organizado na defesa (saira Falcão ao intervalo para entrar outro central Otomenzi) o Porto aguardou o momento para o xeque-mate que ocorreu por volta do minuto 60. Lançamento longo e falha clamorosa de posicionamento de um dos centrais que deixa a bola batendo no chão ultrapassá-lo ficando Hulk isolado em posição frontal e não perdoou. A partir daqui o entusiasmo turco esfumou-se completamente e veio ao de cima a falta de soluções de uma equipa que hoje esteve desfalcada de vários elementos habitualmente titulares. Hulk fez o 3-0 para o Porto e foi já em tempo de desconto e com o Porto reduzido a nove - Fernando foi expulso por segundo cartão amarelo - que os locais marcaram um golo que já nada mudava e por isso nem foi praticamente festejado.


No final do jogo Pinto da Costa foi à zona mista falar no sucesso do treinador que escolheu 13 vitórias em 14 jogos oficiais e falar em Bin-Ladens do futebol português, na habitual verborreia venenosa que tanto gosta de expelir especialmente quando o seu clube ganha...

Em Alvalade perante uma moldura quase desoladora - cerca de 15 mil espectadores para ver um jogo europeu - viu-se um Gent do tipo Arouca (sem desprimor para a equipa de Aveiro) e um Sporting eficaz ao concretizar quatro golos em cinco oportunidades criadas até ao intervalo.

Salomão inaugurou o marcador logo aos 6' e aos 13' Liedson - que completou neste jogo a marca histórica de participação em 300 jogos ao serviço do Sporting - deixou outra marca na história do clube ao fazer o golo 200 do Sporting em competições europeias. É certo que o Gent, três minutos depois ainda aproveitou uma falha clamorosa de Hildebrand para reduzir para 2-1, por Stef Wils, mas a fraca defesa belga em particular e equipa em geral - jogadores grandes mas não grandes jogadores - levaram mais dois golos no saco para o balneário (Liedson 27' e Maniche aos 37').

Na segunda parte o Sporting voltou a marcar mas só por uma vez mais (por Postiga aos 60') dado o desperdício que ocorreu por um lado e um certo levantar o pé por outro.

Refira-se ainda com interesse a saída de Polga na parte final da primeira metade do jogo (substituído por Torsiglieri), por lesão, que o colocará, em princípio, fora dos planos para o próximo jogo do campeonato com o Rio Ave.

No outro jogo do grupo C o Lille venceu o Levski de Sófia por 1-0 enquanto no grupo L do Porto o Rapid foi vencer a Sófia o CSKA por 2-0. As equipas portugueses têm a totalidade de pontos e comandam, como é óbvio, a classificação. Na próxima jornada voltam a defrontar os adversários de hoje, o Porto em casa e o Sporting a jogar na Bélgica.

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2010-10-06

Villas Boas retrata-se...

Após o despautério das declarações do treinador do Porto sobre a arbitragem do jogo de Guimarães, logo imediatamente ao final do jogo, falando, nomeadamente, de um tão claro penalty que ninguém viu, por mais que as TV's o andassem a pesquisar nas imagens do jogo, o treinador do Porto retratou-se com uma declaração no sítio oficial do clube:

«Na sequência de uma série de imagens proporcionadas hoje pela TVI sobre o lance na grande área do Guimarães, e que originou a minha expulsão, confirma-se que não há realmente caso para grande penalidade. Nessa jogada as críticas são infundadas e injustas. No entanto, esta reapreciação não apaga uma sequência de erros, cuja referência mantenho e que devem ser analisados à 10ª jornada.»

Depois para a penitência não ser tão grande, escreve-se ainda «Estaremos, pois, atentos ao rigor e à ponderação dados pelo presidente da Comissão de Arbitragem às faltas de Ricardo e João Alves sobre Falcao e João Moutinho, respectivamente, e à entrada violenta por trás do João Paulo sobre Falcao. Para além disto, houve dois foras-de-jogo mal assinalados, sendo que um dos quais deixava o Falcao isolado frente ao guarda-redes».

Não se reconhece que no fora de jogo (mal assinalado a Falcão) o avançado portista atirou à baliza e o guarda-redes defendeu e omite-se, naturalmente, o penalty perdoado ao Porto por falta de Fucile ainda antes do estabelecimento do empate!

Quais os motivos de tão irascível quanto despropositada intervenção? Será que estariam à espera que o golo do Guimarães tivesse sido anulado? Ou o Porto devia ter jogado 11 contra 10 (Faouzi arrumado do jogo e Fucile deveria ter continuado...)?

Pois benesses semelhantes aconteceram contra a Naval (penalty a cinco minutos do fim que até o acérrimo portista Sousa Tavares reconhece que não houve, a dar a vitória ao Porto), o Nacional (penalty de Rolando não assinalado) e o Rio Ave (escandalosas faltas no primeiro golo do Porto e penalty não assinalado - outra vez, Fucile, curiosamente - contra o Porto.

Agora imaginem o que seria se o Porto fosse alvo (alguma vez poderia ser?) de uma arbitragem daquelas que já ocorreram nesta época ao Benfica: frente à Académica, Nacional ou Guimarães! Acho que o Sócrates não acabava o mandato...

PS: Percebe-se que os portistas, especialmente os comentadores dos painéis televisivos, não gostem que se falem das escutas do Apito Dourado. Legalmente não valeram de nada, mas permitiram que a sociedade soubesse o que se passava. Ontem Rui Moreira abandonou o debate na TV...

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2010-09-28

FC Porto comemora 117 anos de vida

FC Porto logo

Ao que se diz - nomeadamente o sítio oficial do clube (o que alguns duvidam por virtude de um período de alguns anos em que não se sabe nada da sua história...) - o Porto comemora hoje o seu 117º. aniversário!

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2010-09-26

Mudança de era no Hóquei em Patins? Benfica ganhou a Supertaça ao vencer o Porto por 8-4


Esta tarde no Pavilhão Multidesportos de Coimbra o Benfica venceu a 28ª. Supertaça António Livramento, voltando aos triunfos na prova o que não acontecia desde 2001/02 e interrompendo um ciclo de cinco triunfos dos portistas.

O Benfica nunca esteve em desvantagem no marcador (1-0, 1-1, 3-1) e chegou ao intervalo a vencer por 3-2. Ricardo Pereira, Luís Viana e Esteban Ábalos marcaram para o Benfica, enquanto Pedro Gil marcou os dois golos portistas.

Na segunda parte o Porto empatou o jogo com Pedro Gil a ser de novo o marcador mas o Benfica recolocou-se a vencer por Diogo Rafael. Reinaldo Ventura de penalty reestabeleceu o empate. Este resultado de 4-4 acontecia a cerca de cinco minutos do final mas João Rodrigues acabaria por se revelar o homem do jogo ao marcar os últimos quatro golos do jogo. A equipa encarnada em inferioridade numérica conseguiu o 5-4 por João Rodrigues e esse lance foi um tónico espectacular. A equipa portista desconcentrou-se tendo inclusivé algumas atitudes em campo de agressividade incompreensível: agressão de Pedro Gil já após João Rodrigues ter feito o 7-4 e do guarda-redes Edo Bosh com stickada nas pernas do jogador encarnado que acabava de falhar um livre directo a 2 segundos do fim dando origem à marcação de um penalty e à expulsão do guarda-redes do Porto que acabou o jogo com dois jogadores em campo...

Minutos finais de desequilíbrio da equipa derrotada que não ensombrou a qualidade do jogo que foi de grande dinâmica e espectacularidade.

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2010-09-16

Uefa Europa League: Porto, em ritmo de treino, derrota Rapid

SK Rapid Wien logoFC Porto logo
FC Porto

3-0

Rapid



Réplica dos austríacos durou 65'

Toda a gente sabia da superioridade do Porto relativamente ao Rapid (e a qualquer outro clube de futebol austríaco da actualidade). Porém, estes jogos são perigosos, porque pouco se tem a ganhar e muito a perder. Em primeiro lugar não desperta muita atenção por parte dos adeptos o que provocou o preenchimento do estádio a meia-casa. Em segundo o treinador tem tendência para fazer algumas substituições dando minutos a jogadores menos rodados - neste caso viu-se Rúben Micael e Cristian Rodríguez a titulares - o que pode funcionar bem ou mal. Em terceiro há algum natural relaxamento considerando o diferencial teórico entre as equipas.

Os austríacos também tentaram aproveitar estes factores com uma postura inicial desinibida, procurando surpreender. O Porto, mesmo sem um ritmo muito elevado, criou a primeira oportunidade de golo com Rolando a desperdiçar (20'). Não é comum o mesmo jogador da defesa desfrutar de duas oportunidades consecutivas de marcar, especialmente em jogos internacionais. À segunda (26') não desperdiçou após um ressalto na área fazendo inaugurar o marcador. A vantagem portista conduziu a um certo "deixar andar" e os austríacos arrebitaram na parte final da primeira parte. Aos 34' Rapid criou a sua primeira oportunidade com o avançado Nuhiu a chegar ligeiramente atrasado para fazer o desvio para a baliza. E com o intervalo a chegar ameaçou seriamente o empate com Helton batido a ver a bola rematada por Kulovits a sair rente ao poste.

Para obstar a alguma surpresa o Porto na segunda parte tinha de chegar ao 2-0 o mais rápido possível. Não atingiu o desiderato mais rapidamente porque o árbitro deixou passar em claro um derrube de Hulk junto à linha lateral da área mas já dentro dela (52'). Aos 66' a (pouca) indefinição sobre o vencedor do jogo foi eliminada com um golo de Falcão na sequência de um pontapé de canto de Hulk, que apontara antes uma sequência de cantos favoráveis sem perigo. Houve um remate de cabeça de Maicon que o guarda-redes defendeu à queima-roupa e depois o avançado colombiano não perdoou na recarga.

Uma jogada colectiva pelo centro de terreno foi culminada com uma assistência de Rodriguez a solicitar o pontapé de Ruben Micael que fez entrar a bola junto ao poste esquerdo de Hedl aumentando o score aos 77', para meia dúzia de minutos depois dar o lugar a Castro.

Nesta altura, já a equipa visitante estava conformada e o resultado não se agravou porque o remate de Belluschi (que substituira Hulk na primeira alteração portista) do meio da rua fez a bola embater na barra da baliza.

No outro jogo do grupo o Besiktas venceu em casa por 1-0 os búlgaros do CSKA de Sófia.

Group stage - 16/09/2010 - 21:05CET (20:05 local time) - Estádio do Dragão - Porto
FC PORTO: Helton, Rolando, Fucile, Maicon, Alvaro Pereira, João Moutinho, Fernando, Cristian Rodriguez, Rúben Micael (Castro 83'), Hulk (Belluschi 68'), Falcao (Walter 80').

RAPID VIENA: Hedl, Andreas Dober (Patocka 80'), Sonnleitner, Soma, Kayhan, Kulovits, Hofmann (Trimmel 73'), Kavlak, Christoph Saurer (Drazan 62'), Hinum, Nuhiu

Golos: Rolando 26'; Falcão 65', Ruben Micael 77'

Disciplina: 18' Cartão Amarelo para Dober 18'18' (Rapid Viena), por ter impedido a progressão de Rodríguez.
39' Cartão Amarelo para Hinum (Rapid Viena), por falta sobre João Moutinho.
61' Cartão Amarelo para Cristian Rodriguez (FC Porto) por protestos.

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2010-09-11

Liga Zon Sagres: Porto esteve a perder por duas vezes mas virou o resultado e coloca, já, o campeonato em tons fortes de azul

Braga logoFC Porto logoPorto

3-2

Braga



Hulk e Varela desequilibraram


Jogo grande entre dois candidatos que sabiam que, para além da importância de travar o próprio adversário do jogo, ganharia um avanço muito importante (e praticamente decisivo apesar de ainda estaremos em Setembro) face ao rival e actual campeão Benfica.

Pois o jogo não desiludiu, pelo contrário esteve à altura das expectativas com uma réplica importante do Braga que demonstrou ser, actualmente, uma das melhores equipas do futebol português.

Todavia, o Porto dispondo de um Hulk em extraordinária forma e com Varela inspirado conseguiu vencer o jogo graças a alguma superioridade demonstrada na segunda parte do jogo. Na primeira o jogo teve nuances com o Braga a avançar no marcador por Luís Carlos na marcação de um livre directo (aos 16') ao que se seguiu uma forte reacção portista, começando Hulk por se evidenciar ao rematar, também de livre, à barra; uma aceleração do avançado brasileiro pela direita batendo a oposição de dois bracarenses permitiu a assistência para Varela de cabeça estabelecer o empate. Curiosamente após o empate os bracarenses conseguiram, e o Porto acedeu, baixar o ritmo de jogo.

Na segunda parte o Porto, com Hulk em grande destaque a fazer um slalom espectacular pela direita mas a demorar na finalização que Felipe evitou, superiorizou-se mas foi o Braga que voltou ao avanço no marcador com um golo do meio da rua de Lima num remate a 100Km por hora. O lance definidor do jogo ocorreu dois minutos depois, isto porque o Porto praticamente não chegou a sentir em termos psicológicos a renovação da desvantagem. Uma jogada conduzida por Hulk - quem podia ser? - pela direita com combinação com Álvaro Pereira e Hulk a finalizar beneficiando da queda de Helderson em momento fulcral. O Braga sentiu o empate e a entrada de Miguel Garcia para a esquerda de modo a proporcionar a vinda de Sílvio para a esquerda da defesa, saindo Helverson, acabou por abrir um buraco no lado direito da defesa do Braga. Miguel Garcia esteve muito mal na disputa de um lance com Hulk e na segunda vaga Varela apareceu a concretizar o segundo golo e a pôs o Porto a ganhar pela primeira vez.

Já sem Lima, substituído por Matheus, Domingos Paciência apostou em Hugo Viana para tentar ainda o empate, mas verdade se diga que apesar do empenho dos visitantes o Porto não passou por situações aflitivas para assegurar a manutenção da vantagem granjeada.

O Porto tem o pleno nesta fase do campeonato (4 jogos e 4 vitórias), cinco pontos de avanço sobre o Braga e o Sporting que empatou em casa frente ao Olhanense a zero, e nove - nove! - pontos sobre o Benfica. O Guimarães é actualmente o segundo classificado com menos quatro pontos que os portistas.

Falta uma palavra para a arbitragem de Pedro Proença que demonstrou, não obstante alguns erros, imparcialidade e isso é a coisa mais importante em qualquer árbitro seja em que domínio for. Foi coisa que não aconteceu, como se sabe, ontem em Guimarães.

4ª. Jornada, Estádio do Dragão
11-Set-2010; 21:15
Árbitro: Pedro Proença

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Maicon, Rolando e Alvaro Pereira; Belluschi, Fernando e João Moutinho (Ruben Micael 66'); Hulk, Falcao (Cristian Rodriguez 72')e Varela (Souza 82')

SP. BRAGA: Felipe; Silvio, Moisés, Rodriguez e Elderson (Miguel Garcia 64'); Vandinho e Luís Aguiar (Hugo Viana 72'); Alan, Leandro Salino e Paulo César; Lima (Matheus 67')

Golos: 0-1 Luís Aguiar 16'; 1-1 Varela 32'; 1-2 Lima 61'; 2-2 Hulk 63'; 3-2 Varela 70'
Disciplina: 15'Cartão Amarelo para Fernando (FC Porto).
36'Cartão Amarelo para Rodríguez (Sp. Braga).
44'Cartão Amarelo Paulo César (Sp. Braga) por entrada pouco tempo antes sobre João Moutinho ainda que o árbitro tivesse deixado decorrer o lance para não beneficiar o infractor.
72'Cartão Amarelo para Salino (Sp. Braga).
81'Cartão Amarelo para Belluschi (FC Porto), por mão na bola.
89'Cartão Amarelo para Sapunaru (FC Porto) por rasteira sobre Paulo César

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2010-08-19

Foi um passeio do Porto à Bélgica ... e já está na fase de grupos da Liga Europa

Genk logoFC Porto logoKRC Genk

0-3

FC Porto


Penalty e mais tarde expulsão facilitaram a vida...

Afinal os belgas não faziam bluff ao admitirem inteiro favoritismo aos portistas mesmo tendo três triunfos em três jogos no campeonato belga. Faltou-lhes o craque brasileiro João Carlos por lesão que do lado do Porto foi contrabalançada pela ausência inesperada de Hulk motivada por falecimento de um familiar.

O Porto controlou totalmente a primeira parte do jogo mas o resultado ao intervalo vitorioso por um golo sem ter sofrido nenhum deveu-se a um claro equívoco do árbitro italiano Luca Baldi. De facto, não houve praticamente oportunidades de golo até Falcão ter cavado um penalty que ele próprio converteu (29') proporcionando a vantagem mínima à equipa portuguesa ao intervalo.

No início da segunda parte a equipa belga veio expedita, subiu no terreno e com surpresa o Porto passou por problemas. Não foram maiores porque Helton evitou com grande defesa a remate de primeira do israelita Barda o empate aos 56'. Os belgas acreditavam que podiam chegar ao empate e o meio-campo portista cedeu um tanto mas a entrada de Souza para o lugar de Varela aos 60' acabaria por ser feliz.

Em primeiro lugar as hipóteses de reacção dos locais ficaram definitivamente comprometidas aos 66' quando Matoukov num carrinho acertou em João Moutinho e viu cartão vermelho directo.

O Porto já com Ruben Micael no lugar de Ukra que não fora muito feliz (e já tinha amarelo) percebeu que poderia deixar já a eliminatória resolvida e nos últimos dez minutos fez mais dois golos de grande qualidade de finalização de Souza, de fora da área e de Beluschi este último já em cima dos 90'

Arbitragem com prejuízo dos belgas especialmente no penalty (inexistente).


Árbitro: Luca Baldi (Itália)

GENK: Courtois; Ngcongca, Joneleit, Matoukou e Pudil; Tozsér, Hubert, Buffel (Ndabashinze 86') e De Bruyne (Camus, 86'); Vossen (Ogunjimi, 46') e Barda.

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Maicon, Rolando e Álvaro Pereira; Belluschi, Fernando e João Moutinho; Ukra (Ruben Micael, 72m), Falcao (Walter, 84') e Varela (Souza, 60').

Acção disciplinar: Cartão amarelo a Ukra, Tozser, Maicon, Vossen, Fernando, Helton, Pudil. Cartão vermelho a Matoukou.

Golos: 0-1, Falcao (29m); 0-1, Souza, (82m); 0-3, Belluschi (89m).

Disciplina:
18' Cartão Amarelo para Ukra (FC Porto).
28' Cartão Amarelo para Tozser por veementes protestos sobre o penalty assinalado contra a equipa belga
34' Cartão Amarelo para Maicon (FC Porto) e para Vossen (Genk) por desentendimento.
63' Cartão Amarelo para Fernando (FC Porto).
66' Cartão Vermelho para Matoukov (Genk), após falta dura sobre João Moutinho.
76' Cartão Amarelo para Helton (FC Porto) por demorar tempo na reposição de bola.
87' Cartão Amarelo para Alvaro Pereira (FC Porto).

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2010-08-14

Penalty a seis minutos do final salvou o Porto


FC Porto logoNaval 1º. de Maio logo

Naval

0-1

FC Porto


Porto foi superior na 2ª. parte mas só marcou de penalty...

O FC do Porto bestial na Supertaça esteve quase a ceder pontos na deslocação à Figueira da Foz. Na primeira parte o jogo foi equilibrado com a Naval a aproveitar o forte vento a seu favor e colocando um pressing forte no meio-campo não deixou o Porto ganhar domínio.

Na segunda parte as coisas mudaram; a equipa visitante com algumas investidas de Hulk e mais espaço no meio campo foi empurrando a Naval para a defesa e disfrutou de algumas boas oportunidades.

Beluschi fez um remate perigoso mas o guarda-redes Salin soube-se opor com defesa para canto. As investidas de Hulk foram sempre mal finalizadas com remates por cima da barra mas uma tabelinha com Guarín (68') proporcionou que o avançado do Porto se isolasse e dispusesse de uma das mais flagrantes oportunidades de golo da partida, mas o desvio da bola à saída do guarda-redes mais uma vez não levou a direcção da baliza.

Aos 79' a Naval após um alívio defensivo teve uma grande oportunidade para inaugurar o marcador mas Previtali isolado demorou tanto tempo que Álvaro Pereira esconjurou o perigo.

Com o aproximar do termo do jogo Vilas Boas pôs toda a carne no assador e já com Cristian Rodriguez no jogo um lance com muita aglomeração de jogadores na área da Naval mas a parecer ter desfecho favorável aos locais acabou por ditar um penalty por Paulo Batista ter considerado que houve uma mão intencional. Hulk não perdoou na conversão do penalty e deu triunfo aos portistas. Os onze últimos minutos (seis até aos noventa e os cinco de compensação -quatro prolongados por mais dada uma interrupção prolongada para assistir Guarín) não trouxe nada de novo e assim os portistas contabilizam os três pontos.

14 Ago 2010 19.15
Figueira da Foz
Árbitro: Paulo Baptista de Portalegre

NAVAL: Salin; Carlitos, Lupéde, Jonathas, Rogério Conceição; Alex Hauw, Godeméche, Hugo Machado (Giuliano 72'); João Pedro, Marinho (Camora 61') e Previtali (Bolívia 81')

FC PORTO: Helton; Rolando, Sapunaru, Maicon, Alvaro Pereira; João Moutinho (Souza 86'), Fernando, Belluschi (Cristian Rodriguez 73'); Silvestre Varela (Guarín 61'), Falcao e Hulk

Golos: Hulk 84' de penalty.

30'Cartão Amarelo para Rogério Conceição (Naval).
44'Cartão Amarelo para João Moutinho (FC Porto).
63'Cartão Amarelo para Carlitos (Naval).
66'Cartão Amarelo para Hulk (FC Porto).
74'Cartão Amarelo para Freddy Guarín (FC Porto).
83'Cartão Amarelo para Jonathas (Naval), por tocar a bola com a mão na área, no lance de que resultou o penalty.

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2010-08-07

Supertaça: Inapelável vitória do Porto

SL Benfica logoFC Porto logoBenfica

0-2

FC Porto


Benfica entrou a dormir...e não acordou

O jogo com o Tottenham já dera para desconfiar. O Benfica contra uma equipa táctica e psicológicamente concentrada e que ainda por cima se apanhe a ganhar... não tem capacidade física, psicológica, nem jogadores de explosão... para contrariar. A isto junte-se o flop do guarda-redes que se confirma (e agrava) jogo a jogo...

Pois bem o Porto começou o jogo a ganhar... golo de Ronaldo (3') na linha da pequena área a concluir um pontapé de canto. O guarda-redes? Os defesas? Depois até por volta dos 30' não parecia um Benfica-Porto ... talvez um Cascalheira-Manchester United...

Houve uma altura em que a estatística dava 22 remates contra 7; cinco cantos contra nenhum... Só no último quarto de hora da primeira parte apareceu o Benfica a querer reagir... e a obrigar o Porto a defender.

De qualquer modo quando os jogadores do Benfica tinham a bola, havia sempre um jogador do Porto perto, a disputar a bola, com agressividade a contrariar os intentos do adversário; quando os do Porto tinham a bola estavam à vontade para organizar a jogada...

O que Vilas Boas disse no final do jogo está certo: o Porto jogou com bola e sem bola; Jesus não disse que o Benfica não soube jogar sem bola. Um meio-campo muito macio, jogadores Aimar, Saviola, Carlos Martins com, a bola mexem-se sem ela...

A juntar a isto uma falta de capacidade mental... David Luís podia (devia) ter sido expulso por um toque no calcanhar de um adversário sem bola, quando este apanhou a bola e demorou a deixar reatar o jogo... ou seja em vez de tirar partido da situação em seu favor e obrigar o árbitro a mostrar um amarelo ao jogador do Porto foi ele que requereu o cartão vermelho... (o árbitro só deu amarelo). Isto já em plena segunda parte... que se esperava tivesse sido reatada com o Benfica em situação ascendente na sequência da parte final da primeira...

Mas não foi assim, os jogadores do Porto sempre mais agressivos sobre a bola a tentar recuperá-la e com ela a aproveitar as auto-estradas (sem portagem) concedidas pelo Benfica.

Aos 66' Carlos Mrtins obriga Helton a defender para a frente e Saviola na recarga atirou para muito longe... Foi o cantoi doi cisne encarnado porque no minuto seguinte o Porto fez o segundo golo: bola metida pela esquerda para Varela à vontade com espaço e sem adversário...(onde estava o Rúben?) foi lá Luisão, ultrapassado, cruzamento e onde está David Luís? Esteve Falcão para emendar e fazer o 2-0. Se com 1-0 duvidava-se da capacidade encarnada com 2-0 o jogo ficou decidido.

O Porto soube jogar com o resultado e com o tempo ... volta e meia estava um jogador do Porto no chão.. quando não dois como aconteceu perto do minuto 90 com câimbras.

Aos 85' Saviola ainda teve uma oportunidade flagrante para fazer o 2-1 mas frente a Helton atirou à figura.

O Benfica apresentou uma aparência de novo-riquismo muito preocupante. Os defesas pensam que podem sair a jogar e a fintar desde a sua grande-área, o guarda-redes não sabe defender ..três vezes defendeu bolas vindas de cruzamentos, um até proveniente de lançamento da linha lateral, para a frente da baliza a permitir recargas - numa delas foi um defesa que tirou a bola de cima da linha de baliza -, os extremos não existem, apenas Coentrão! (para que foi a contratação de Gaitán?), falta o trinco de categoria que foi Javi Garcia o ano passado. Os jogadores atrapalhavam-se uns aos outros no miolo de campo em jogadas (que se pretendiam) ofensivas. Até o treinador... falou demais antes do jogo relativamente à capacidade (inexistente) da equipa. Mudança de táctica para pior ...

O Porto foi uma equipa solidária, trabalhadora, agressiva e com mentalidade vencedora; perdeu o conflituoso Bruno Alves, mas ganhou João Moutinho, que parece um peão das nicas, mas que dá «porrada?» que se farta...

Mentalidade vencedora que se revela na história: onze supertaças contra o Benfica e dez vitórias!!!! Mais uma vez um score destes só entre Cascalheira e Manchester United...

O árbitro João Ferreira fez uma arbitragem fraca. Mas se fosse forte então o jogo acabava oito contra nove ou coisa assim... César Peixoto teve uma entrada de arrepiar, David Luís devia ter sido expulso, Rolando também ... perdoado o segundo amarelo a Rolando perdoou logo a seguir o amarelo a Carlos Martins ... mostrou amarelo a Coentrão em lance de possível penalty...até admite-se que não marcasse mas também não seria amarelo... Enfim ... para estes jogos só árbitros internacionais de outros países.

BENFICA: Roberto; Ruben Amorim, Luisão (Sidnei 69'), David Luiz e César Peixoto; Airton; Carlos Martins, Aimar (Jara 59'), e Fábio Coentrão (Gaitán 77'); Saviola e Cardozo

FC PORTO: Helton; Sapunaru (Miguel Lopes 74'), Rolando, Maicon e Álvaro Pereira; Fernando, Belluschi e João Moutinho (Raul Meireles 82'); Hulk, Falcao e Varela (Cristian Rodriguez 69').

Golos: Fernando 3'; Falcão 67'.
Disciplina:
19'Cartão Amarelo para Fernando (FC Porto) pela falta sobre Fábio Coentrão;
30'Cartão Amarelo para Fábio Coentrão (Benfica), por no entender do árbitro, simular grande penalidade numa jogada com Sapunaru;
47' Cartão Amarelo para Luisão (Benfica) por travar em falta Silvestre Varela;
51'Cartão Amarelo para Aimar (Benfica) por falta sobre Beluschi;
56'Cartão Amarelo para Alvaro Pereira (FC Porto) por desentendimento com o árbitro;
57' Cartão Amarelo para David Luiz (Benfica) por pisar Sapunaru sem bola;
64'Cartão Amarelo para Jara (Benfica) por protestos;
76'Cartão Amarelo para João Moutinho (FC Porto) por derrube a Saviola;
86' Cartão Amarelo para Helton (FC Porto) por queimar tempo.

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2010-06-09

Benfica é bi-campeão de basquetebol (vitória de 4-1 na final do play-off frente ao Porto)

O Benfica venceu o Porto, esta noite em casa, por 85-74 o quinto jogo da final do play-off e conseguiu o quarto triunfo, fazendo assim 4-1 e revalidando o título de Campeão Nacional de basquetebol já obtido no ano passado (após um interregno de 14 anos)

A derrota muito expressiva (mais de 30 pontos) no passado domingo em nada afectou a equipa encarnada que começou o jogo desta noite da melhor maneira chegando a 12-3. Um início com muitas faltas e a baixa capacidade concretizadora dos lances livres portistas possibilitou esta diferença com Hashimu Evans, desde logo a destacar-se na capacidade de concretização e nos ressaltos. Porém, o Porto reagiu de seguida com Stempin a conseguir 5 pontos consecutivos (12-8) e nivelou o resultado (13-11). Com o Porto a obter baixa percentagem de concretização dos lances livres e com Evans a afundar após ressalto ofensivo conquistado, o primeiro período terminou com 28-18, máxima diferença obtida até então com o americano do Benfica Hashimu Evans a contabilizar 12 pontos e 5 ressaltos!

No segundo período começlou melhor op Porto com um triplo de João Fi9gueiredo a pôr o resultado em 28-23, mas Diogo Carreira respondeu de igual modo fazendo 31-23. Frisby ao marcar um triplo colocou a vantagem em 14 pontos aos 39-25 e aí o Benfica ameaçou decidir desde logo o jogo. Não foi assim muito por culpa de uma falta técxnica marcada ao banco encarnado. Terrell marcou o último cesto da primeira parte colocando o marcador em 39-32 ao intervalo.

No início do 3º. período o Porto chegou a aproximar-se no marcador - apenas três pontos de diferença aos 43-40, mas Minhava e uma falta ofensiva dos portistas (4ª. falta de Carlos Andrade) distanciou novamente os encarnados (49-41) entusiasticamente apoiados pelo público que encheu o Pavilhão.

Os triplistas portistas não estiveram tão activos e desperdícios na marcação de lances livres mantiveram os encarnados com uma vantagem regular na casa entre os 6 e os 10 pontos. Um triplo em cima do fecho do 3º. período deu ainda esperança aos portistas (56-50).

Terrel apareceu no início do 4º. período como o portista mais concretizador mas viria a ser excluído por faltas a cerca de 5 minutos do fim. Ainda antes disso (a 5' 41'') Evans voltou a marcar dois cestos consecutivos e a beneficiar ainda de um lance livre a castigar falta anti desportiva dos portistas, pondo o resultado em 67-56.

Os visitantes procuravam gastar pouco tempo no ataque e fazer faltas que os encarnados aproveitavam para acumular pontos. Uma falta antidesportiva dos encarnados deu dois pontos a Paulo Cunha (70-61) e posse de bola aos visitantes que tentaram um triplo mas desta vez sem êxito. O tempo ia-se esgotando, Minhava era excluído com a 5ª. falta que motivava dois lances livres para Marçal, mas os portistas mais uma vez só conseguiam 50%. Pelo contrário Ben Reed não desperdiçou nenhum dos dois lances livres que beneficiopu e pôs o marcador em 74-62 a 3' 12''. O Porto teimava, contudo, em disputar o jogo até ao fim e com um triplo Marçal fez 74-65. Um novo triplo a 1' 10'' colocou a diferença em seis pontos 77-71. Mas não viria a haver surpresa. Os encarnados aproveitavam os lances livres provenientes das faltas que o Porto cometia parando o relógio e as tentativas de triplos portistas nem sempre podiam funcionar ainda que Rui Mota obtivesse mais um aos 81-74. Nos últimos segundos já com o público e os jogadores a festejarem o score ainda se distanciou mais um pouco para situar-se em 85-74.

Hashimu Evans foi o MVP do jogo!

Os encarnados que ganharam a fase regular do campeonato só com uma derrota (enquanto o Porto fora terceiro) venceu as eliminatórias do play-off perdendo apenas um jogo contra o Porto, sendo indiscutível vencedor do Campeonato.

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2010-06-04

Benfica vence no Dragão Caixa e aumenta para 3-0

FC Porto 97 - Benfica 101
(após dois prolongamentos!)

O Benfica vencedor dos dois primeiros jogos apresentava-se em casa do adversário em melhor situação psicológica, mas ao contrário dos dois jogos da Luz em que o trabalho defensivo se superiorizou ao ofensivo esta noite os atiradores em particular os de três pontos do FC do Porto levaram a melhor. Foi, porém o Benfica que entrou muito forte no jogo chegando aos 17-8 a cinco minutos do final do 1º. período para no final dos primeiros 10 minutos o resultado se situar em 24-20 para os encarnados.

O aproveitamento dos lançamentos triplos (Stempin, João Figueiredo e Nuno Marçal) levou a equipa portista à reviravolta, vencendo ao intervalo por cinco pontos (42-37). O 3º. período terminou com equilíbrio ainda que o Porto inicialmente tenha aumentado a diferença que se reduziu aos mesmos cinco pontos. Greg Stempin surgia como o melhor marcador de pontos do jogo com 15 tendo Heshimu Evans, pelo Benfica, 10.

No último período de jogo as emoções aumentaram com o FC Porto a ganhar um avanço que parecia decisivo (a 4' 31" do final os dragões venciam por 78-68 beneficiando de cinco pontos consecutivos de Stempin) mas o Benfica recuperou com Diogo Carreira e Heshimu Evans em destaque. Perto do fim era mesmo os visitantes que tinham o jogo ganho: três pontos de avanço a dezassete segundos do fim com posse de bola para o Porto. Bastaria então os encarnados fazerem uma falta com alguns segundos gastos para ter a última posse de bola e vantagem de pelo menos um ponto. Aí Henrique Vieira falhou ao não pedir o último desconto de tempo. O Porto por Nuno Marçal obteve o triplo que precisava para levar o jogo (que comandou quase todo o tempo) para o prolongamento após um score de 83-83.

No prolongamento saiu o Porto com posse de bola e os homens da casa ficaram por cima no marcador desde o início, com dois triplos de Jeremy Hunt a pesarem. No entanto os portistas também perdiam dois dos jogadores americanos - excluídos por faltas -. Os encarnados voltaram a recuperar e conseguiram desta vez evitar a derrota com um cesto de dois pontos a poucos segundos do fim obrigando ao segundo prolongamento (96-96). Desta vez as equipas já muito debilitadas fisicamente e com nervos a mais (muitas falhas nos lançamentos livres de ambos os lados) tiveram fraca capacidade ofensiva. Os triplistas do Porto nos últimos cinco minutos não apareceram e já sem os principais ressaltadores foi o Benfica que terminou vencendo o jogo. Nos últimos cinco minutos os portistas só obtiveram um ponto contra cinco dos encarnados!

Os encarnados apareceram com Sérgio Ramos e Frisby no jogo mas sem Élvis Évora e a adopção de uma defesa zonal concedeu espaços para os triplistas do Porto se evidenciarem. O jogo interior e a grande diferença no número de lances livres equilibraram o jogo para os encarnados que na parte final tiveram melhor sorte.

O jogo quatro dos "play-offs" está marcado para as 16 horas do próximo domingo, no Dragão Caixa (Porto) e uma nova vitória do Benfica implica a decisão imediata do Campeonato Nacional a favor dos encarnados o que corresponderá à renovação do título.

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