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2011-08-29

Benfica ganha na Madeira (e não sofreu golos!)

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Nacional

0-2

Benfica



Em noite de nevoeiro... Cardozo iluminou o caminho da vitória!

Há pouco mais de um ano (21 de Agosto de 2010) comentávamos neste blog que o Benfica pagou uma fortuna para perder. Com efeito, o Benfica perdia por 2-1 na segunda jornada do campeonato (e foi a segunda derrota) com queixas para Roberto cuja aquisição custara 8,5 milhões de euros...

Agora com Artur as coisas têm sido diferentes. E porque começamos a crónica do jogo por este tema? Porque em noite de nevoeiro o futebol do Benfica, com Aimar marcado em cima por um adversário, esteve desaparecido até surgir o golo de Cardozo (que teve, de novo, uma exibição bastante positiva) a concluir de cabeça um cruzamento da direita de Gaitán havia 22 minutos de jogo. Mas que tem, então Artur a ver com isso? Pois é verdade... durante a primeira parte o jogo por causa do nevoeiro foi interrompido por duas vezes e durante os primeiros 2/3 desta primeira parte do jogo foi o Nacional que jogou mais. E aí Artur foi decisivo ao defender com um pé um remate de Mateus, desmarcado por Skolnik pela meia direita do ataque do Nacional.

Foi Mateus um jogador perigoso com entradas entre o centro e a extrema direita colocando problemas a Emerson e Jardel. Com Aimar manietado o futebol do Benfica aparecia tão enevoado como o tempo.

Porém a capacidade concretizadora de Cardozo colocou o Benfica em vantagem e após a segunda interrupção do jogo ou seja na parte final da primeira parte o Benfica surgiu mais moralizado.

Na segunda parte o nevoeiro passou e o Benfica melhorou. Jesus substituíra ao intervalo Nolito (não se viu ...seja porque poucas vezes tocou na bola seja porque jogava no lado esquerdo - lado mais longe da visão das câmaras - e aí o nevoeiro não deixava vê-lo!) por Bruno César. Durante o primeiro quarto de hora da parte complementar do jogo o Nacional ainda forçou o Benfica à concessão de vários pontapés de canto mas depois surgiu Gaitán a tomar iniciativas pelo lado direito e Wiksel a melhorar incorporando-se no ataque. Desde o recomeço até ao minuto 62' Artur Soares Dias distribuiu cartões amarelos em barda, aos jogadores do Nacional quase sempre por cortarem jogadas de saída para o contra-ataque do Benfica, aos encarnados para tentar equilibrar mais as estatísticas...

Foi, porém, João Aurélio o mais prejudicado ao ver o amarelo pela segunda vez após falta sobre Bruno César (aos 62') já depois de iniciar este ciclo de amarelos aos 49' então por falta sobre Gaitán. Logo a seguir Soares Dias, incongruente, não soube punir com cartão vermelho uma agressão - cotovelada violenta a Wiksel- de João Aurélio praticada ainda fora da área e que interrompeu jogada perigosa do Benfica. Levou somente amarelo numa das jogadas mais inequívocas de vermelho directo que se pode ver em futebol.

O que é certo é que o Benfica em superioridade numérica acentuou a melhoria na produção do jogo que já se sentia enquanto o treinador do Nacional esgotava as substituições ao fazer uma dupla substituição aos 70' (entradas de Todorovic e Diego Barcellos para os lugares de Mihelic e Rondon), já depois de ter feito entrar Edgar Costa (no lugar de Mateus) não atirava a toalha ao chão e continuava a procurar explorar em particular o lado esquerdo da defensiva do Benfica.

O Benfica desfrutou de algumas oportunidades de golo: Aimar ao concluir um livre directo ligeiramente ao lado, Luisão algumas vezes na sequência de jogadas de bola parada, Cardozo que viu um excelente remate ser defendido por Elisson.

Não fechava o jogo o Benfica... o Nacional não desistia e foi assim o jogo até ao fim com resultado incerto até que os benfiquistas satisfeitos por verem o minuto 94 expirar, até porque imediatamente antes houve um pontapé de canto (mal assinalado e ainda por cima com falta sobre Emerson!) contra o Benfica, que os adeptos puderam assistir ao segundo golo do jogo e do seu clube: na saída da jogada do canto Bruno César ganha a bola na intermediária defensiva e parte com ela, galgando terreno em velocidade de TGV até à conclusão com sucesso. Foi o segundo golo de Bruno César no campeonato e o segundo golo ao minuto 94 dando vantagem de dois golos à vitória do Benfica.

Jogo difícil não muito bem jogado, entrecortado na primeira parte pelas interrupções do nevoeiro, mas um jogo bravo em que o Nacional surgiu bastante melhor do que nos jogos com o Birmingham. Este Benfica tem maior controlo do que o da época passada, não tem um caudal ofensivo tão opressor mas está mais regular e tem individualidades de categoria... entre os quais o guarda-redes!

A arbitragem não esteve isenta de erros e este estilo de apitar a tudo mostrando amarelos por qualquer coisa só pode dar nisto...quando os vermelhos se justificam o critério alarga...

Jogo da 3ª Jornada da Liga 2011/2012
Estádio do Nacional da Madeira
Árbitro: Artur Soares Dias
NACIONAL: Elisson, João Aurélio, Felipe Lopes, Danielson, Nuno Pinto, Mihelic (Todorovic 70'), Luís Alberto, Skolnik, Mateus (Edgar Costa 64'), Rondon (Diego Barcellos 70') e Candeias.

BENFICA: Artur Moraes, Emerson, Jardel, Maxi Pereira, Luisão, Witsel, Nolito (Bruno César ao int.), Gaitán (Ruben Amorim 90'), Aimar (Enzo Perez 79'), Javi García, Cardozo.

Golos: 0-1 Cardozo 22'; 0-2 Bruno César 90+4'

Disciplina:
40'Cartão Amarelo para Cardozo (Benfica).
49'Cartão amarelo para João Aurélio (Nacional).
53'Cartão amarelo para Danielson (Nacional).
54'Cartão amarelo para Emerson (Benfica).
60'Cartão amarelo para Javi García (Benfica).
62'Segundo amarelo e respectivo vermelho para João Aurélio (Nacional)por falta sobre Bruno César.
67'Cartão Amarelo para Felipe Lopes (Nacional)por cotovelado em Wiksel.
78' Cartão amarelo para Edgar Costa


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2011-01-23

Benfica vinga derrota da primeira volta vencendo o Nacional

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Benfica

4-2

Nacional




Futebol de ataque...

O Benfica já assistira ao triunfo do Porto, tangencial e através de um penalty, em Aveiro, e estava consciente das dificuldades que o Nacional poderia colocar. Aliás a equipa madeirense foi a única até agora que derrotara esta época o Porto e na primeira volta infligira a segunda derrota ao actual Campeão Nacional.

Sem David Luíz foi Sidnei que, comndforme esperado, fez a dupla de centrais com Luisão e Aimar reapareceu na Liga a titular relegando Carlos Martins para o banco.

Foi o Nacional que criou a primeira jogada de perigo com um remate de Diego Barcellos que obrigou Roberto a aplicar-se para defender para canto.

Numa jogada de Sálvio pela direita em grande velocidade entrou na área, foi tocado em lance que Rui Costa deixou andar mas Saviola continuou o lance com remate que Diego Benaglio defendeu mas sem poder agarrar a bola, surgindo Gaitán a emendar com a bola no seu percurso para a baliza ainda a tabelar num defesa. Estavam disputados apenas oito minutos de jogo.

Procurou reagir o Nacional João Aurélio escapulia-se pela esquerda, Maxi Pereira neutralizou a jogada agarrando o adversário e viu o primeiro cartão amarelo do jogo.

De um pontapé de canto da direita do ataque do Benfica marcado por Aimar e Sidnei a disparar de cabeça com Benaglio a defender mas já dentro da baliza. O Benfica jogava com grande velocidade com Salvio a evidenciar-se e pouco depois do 2-0 Saviola à boca da baliza falha o terceiro golo ao rematar por alto.

Já perto do intervalo na sequência de um livre de Skolnik, Danielson apareceu ao segundo poste a finalizar de cabeça mas à malha lateral.

Na segunda parte o Benfica chegou cedo ao 3-0 na sequência de um pontapé de cantop. Saviola foi recuperar a bola à linha final colocá-la no centro da área onde um toque de Luisão isolou Cardozo que com um ligeiro toque fez passar a bola pelo meio das pernas do guarda-redes do Nacional tendo tempo ainda para confirmar o golo já em cima da linha de baliza.

As jogadas de desdobramento ofensivo do Benfica empolgavam os cerca de 30 mil espectadores aquecendo uma noite muito fria mas as substituições especialmente a de Aimar por Carlos Martins (aos 60'), viriam a retirar especialmente no último quarto de hora a consistência de jogo encarnado, especialmente na transição defensiva.

Um disparo de Bruno Amaro aos 62' muito por cima da barra foi o indicativo para o que surpreendentemente ocorreria nos últimos minutos. De um pontapé de canto da esquerda Luís Alberto surgiu a ganhar ao segundo poste nas costas de Coentrão e fez de cabeça o 3-1 aos 76'. Pasados três minutos Roberto opôs-se ao defender com uma perna um remate do isolado Anselmo.

A cinco minutos do final o Nacional voltaria a marcar: Cruzamento de Tomasevic na esquerda, desvio de Anselmo ao segundo poste, de novo com Coentrão na jogada, e Mihelic a aparecer sem marcação a encostar para o golo.

De goleada quase certa o Benfica passava pela situação difícil de vantagem tangencial com a equipa forasteira agora motivada. No entanto os adeptos encarnados descansaram quando Jara marcou o seu segundo golo na competição (o primeiro foi na primeira jornada!) ao concluir com um remate cruzado de cabeça uma excelente jogada de Saviola pela esquerda.

Foi um jogo de grande ritmo com o Benfica a desenvolver algumas jogadas extraordinárias de velocidade e envolvimento de vários jogadores no desdobramento ofensivo, com períodos de grande pressão na recuperação de bola sobre a zona de saída da área do adversário nas jogadas ofensivas (em particular na primeira parte), mas falhando também algumas vezes em termos de organização de jogo na intermediária defensiva com os jogadores a ficarem nas linhas avançadas dfando muito espaço aos adversários.

O jogo não teve muitas faltas nem casos - o maior terá sido o da falta sobre Salvio no lance que, afinal, daria o primeiro golo - e o árbitro acabou por não complicar, (ainda assim mostrando cinco cartões amarelos), tendo nota positiva.

Estádio da Luz:

Benfica: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão; Javi García, Salvio, Aimar (Carlos Martins 60') e Nico Gaitán (Felipe Menezes 90+1'); Cardozo (Jara 68') e Saviola

Nacional: Rafael Bracalli, Claudemir, Felipe, Zarco e Danielson; Luís Alberto, João Aurélio, Bruno Amaro, Skolnik (Mihelic 60'),Diego Barcellos (Márcio Madeira 88') e Anselmo.

Golos: Gaitan 8'; Sidnei 20'; Cardozo 51'; 3-1 Luís Alberto 76'; 3-2 Mihelic 86'; 4-2 Jara 89'

Disciplina: 11' Cartão Amarelo para Maxi Pereira (Benfica), por falta sobre João Aurélio.
18' Cartão Amarelo para Luís Alberto (Nacional).
32' Cartão Amarelo para Diego Barcellos (Nacional), por falta sobre Salvio.
55' Cartão Amarelo para Skolnik (Nacional), por falta sobre Salvio.
69' Cartão Amarelo para Jara (Benfica).

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2010-12-08

Centenário do Nacional da Madeira

Nacional da Madeira logoO Clube Desportivo Nacional foi fundado a 8 de Dezembro de 1910. Parabéns pelo centésimo aniversário!

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2010-08-21

Benfica, masoquista, paga uma fortuna... para perder jogos

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Nacional

2-1

Benfica




Adeus campeonato... e ainda agora começou!

Vamos começar pelo fim. O Benfica perdeu outra vez. Há mais de cinquenta anos que não acontecia isto: perder os dois primeiros jogos do campeonato, aparecer com zero pontos na classificação, e é já o quarto jogo consecutivo a perder: com o Tottenham (para a Eusébio Cup, para a Supertaça, e agora com a Académica e com o Nacional).

Denominador comum: falhas de Roberto, um guarda-redes espanhol pelo qual o Benfica pagou uma fortuna - 8,5 milhões de euros pagos ...para perder jogos.

O contraste visível com Bracalli: grande defesa a remate de cabeça de Saviola, outra intervenção fundamental na segunda parte a garantir primeiro o empate e depois a vantagem.

O Benfica começou bem o jogo querendo demonstrar que a derrota com a Académica fora acidental; tomou a iniciativa do jogo, superiorizou-se territorialmente mas falhou as oportunidades que dispôs: Gaitán aos 13' falhou a emenda final ao segundo poste depois de iniciativa desequilibradora de Saviola e cruzamento de Maxi Pereira; aos 32'remate de primeira de Oscar Cardozo por cima após cruzamento de Coentrão. Há ainda a defesa estrondosa de Bracalli a evitar um golo certo de Saviola.

Do lado do Nacional registe-se um livre no meio-campo ofensivo de Skolnik com a bola enviada para a área encarnada e Roberto a falhar a intervenção mas não foi perú porque a bola saiu ao lado... e um remate de pé esquerdo de Orlando Sá por cima da barra.

Na segunda parte o jogo com cinco minutos de jogo o Nacional ganhou avanço no marcador (e mais do que isso um tónico adicional); livre junto à lateral da área e Luís Alberto antecipou-se a Roberto para marcar. O Benfica perdeu capacidade que Jesus quis reencontrar com a entrada de mais um avançado (Jara para o lugar de Maxi). Mas logo depois o Nacional aumentou para 2-0 com mais uma abébia de Roberto. Um cabeceamento de longe bambeado para a baliza e o guarda-redes fica a ver a bola a bater na áreas em vez de intervir enviando a bola para canto, no ressalto Orlando Sá aproveitou para também de cabeça fazer o segundo golo e certamente consumar a vitória nacionalista.

Assim foi, o Benfica atacou - neste campo Fábio Coentrão voltou a ser dos melhores -
mas só em tempo de descontos Carlos Martins, com um remate de fora da área, bateu Bracalli. Aos 77' já Carlos Martins na conversão de um livre directo fizera brilhar (novamente) o guarda-redes do Nacional.

Ja sabem que eu não gosto de Pedro Proença (que deve ser o sócio benfiquista que mais prejudica o clube). Espalhou amarelos por tudo que mexia e na minha opinião deixou por marcar um penalty sobre Fábio Coentrão quando o resultado estava em 1-0.

BENFICA (Titulares): Roberto, Maxi Pereira (Jara 58'), Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Rúben Amorim, Javi García, Aimar (Nuno Gomes 82'), Gaitán (Carlos Martins 69'), Cardozo, Saviola

Suplentes: Moreira, Sidnei, Carlos Martins, Airton, Nuno Gomes, Weldon, Jara.

NACIONAL (Titulares): Bracali, Patacas, Danielson, Felipe Lopes, Tomasevic, Bruno Amaro, Luís Alberto, Skolnik, Mihelic (Todorovic 66'), Orlando Sá (Mateus 84'), Diego Barcellos (Edgar Costa 77').

Suplentes: Elisson, Nuno Pinto, Todorovic, João Aurélio, Thiago Gentil, Mateus, Edgar Costa.
Golos: 1-0 Luís Alberto 50'; 2-0 Orlando Sá; 2-1 Carlos Martins 90+4'
Disciplina: 38'Cartão Amarelo para Mihelic (Nacional).
42'Cartão Amarelo para Maxi Pereira (Benfica).
49'Cartão Amarelo para Javi García (Benfica).
55'Cartão Amarelo para Saviola (Benfica) por pontapé nas pernas de Danielson
68'Cartão Amarelo para Luisão (Benfica).
69'Cartão Amarelo para David Luiz (Benfica) por palavras ao árbitro.
74'Cartão Amarelo para Skolnik (Nacional).
76'Cartão Amarelo para Patacas (Nacional) por derrubar Fábio Coentrão
77'Cartão Amarelo para Rúben Amorim (Benfica).
80'Cartão Amarelo para Orlando Sá (Nacional).
85'Cartão Amarelo para Tomasevic (Nacional).
90'Cartão Amarelo para Todorovic (Nacional) por falta sobre Saviola.
90+3'Cartão Amarelo para Carlos Martins (Benfica) por falta sobre Edgar Costa.

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2010-03-14

Benfica ganha na Madeira e segura avanço de três pontos

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Nacional

0-1

Benfica




Cardozo falha penalty... e Cardozo marca o golo...

Este jogo era encarado com muita prudência pela equipa técnica, jogadores e adeptos encarnados. É que se seguia ao forte encontro europeu da quinta feira e na próxima ronda o Benfica recebe o Braga no jogo que pode ser decisivo para a decisão do título. Tendo o Braga vencido ontem o Rio Ave, o Benfica via-se ainda mais pressionado e só o triunfo poderia contentar todos os benfiquistas.

Pois o Benfica teve a atitude ofensiva pretendida, teve mais controlo da bola e do terreno mas a equipa do Nacional não consentiu veleidades aos atacantes encarnados. A equipa da Madeira concentrava-se no meio campo defensivo com alguns pares a formarem-se entre os quais Ramires - Leandro Salino (com o benfiquista a ser o primeiro jogador do encontro a ver cartão amarelo) a impedirem que os encarnados criassem espaços para desenvolverem o seu futebol ofensivo.

Verdade se diga que o Nacional também pouco incomodou no ataque durante a primeira parte, com a excepção a ser protagonizada aos 9' quando João Aurélio passou por Fábio Coentrão pelo lado direito do ataque dos insulares e do cruzamento, Edgar Silva surgiu a cabecear por alto. e aos 23' num remate de longe de Luís Alberto que Quim defendeu com atenção, mas com dificuldade.

Os encarnados dispuseram de dois livres perigosos em posição frontal (faltas sobre Aimar e sobre Cardozo), ambos marcados por Cardozo, e se no primeiro Bracali teve intervenção difícil o segundo foi neutralizado com facilidade pelo guarda-redes do Nacional.

Na segunda parte a equipa do Benfica soltou-se melhor e as dificuldades aumentaram para os insulares. O treinador do Nacional mexeu na equipa fazendo entrar Diego aos 58' para o lugar de Nuno Pinto, mas não foi feliz porque o jogador lesionou-se e teve de ser substituído aos 76'.

Mas antes disso por volta da meia hora surgiram os lances capitais do jogo. David Luís integra-se em jogada ofensiva tenta uma tabelinha e foi tocado mas pareceu-nos fora da área, o árbitro assinalou penalty que Cardozo atirou... ao lado! Mais um penalty desperdiçado pelo avançado paraguaio do Benfica (que já em Setúbal nos últimos pontos desperdiçados pelo Benfica podia ter dado o triunfo ao Benfica no último minuto de jogo). Estariam ainda os adeptos a lamentarem-se e já Cardozo marcaria o golo só tendo de encostar o pé esquerdo a uma assistência perfeita do lado direito de Rúben Amorim decisivo neste lance.

A partir daqui o Benfica passou a ter mais espaço e podia ter resolvido o jogo pelo mesmo Cardozo que isolado pelo meio através de um passe de ruptura não conseguiu vencer a oposição de Bracali.

Nos últimos minutos os encarnados recuaram perigosamente e a equipa do Nacional dispôs de possibilidades para empatar o jogo: primeiro num livre frontal por corte com o braço de David Luíz, mas a bola foi desviada pela barreira. A cinco minutos do fim num pontapé de canto da esquerda do ataque Felipe Lopes apareceu a cabecear e foi Quim que ao defender assegurou os três pontos para a equipa de Lisboa.

Jogo de grande dificuldade mas que demonstrou ainda assim que o Benfica está forte e não fosse a menor eficácia demonstrada especialmente por Cardozo o jogo poderia ter ficado resolvido mais cedo.

O árbitro Paulo Baptista teve uma arbitragem equilibrada em jogo difícil mas no lance do penalty pareceu-nos que a falta ocorreu fora da área.

Estádio da Madeira, no Funchal
Árbitro: Paulo Baptista (AF Portalegre)

Nacional – Bracali; Patacas, Halliche, Felipe Lopes e Nuno Pinto (Diego, 58 m, depois Amuneke, 76 m); João Aurélio, Cléber, Luís Alberto e Leandro Salino (Pecnik, 68 m); Thiago Gentil e Edgar Silva.

Suplentes: Elisson, Alex Bruno, Tomasevic, Pecnik, Amuneke, Diego e Pedro Oldoni.

Benfica – Quim; Ruben Amorim, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Javi García; Ramires, Aimar (Maxi, 71 m) e Di Maria (Alan Kardec, 87 m); Saviola (César Peixoto, 82 m) e Cardozo.

Suplentes: Júlio César, Sidnei, Maxi Pereira, Carlos Martins, César Peixoto, Nuno Gomes e Alan Kardec.

Disciplina: cartão amarelo a Ramires (27 m), Felipe Lopes (40 m), João Aurélio (56 m), Cléber (60 m), Aimar (69 m), David Luiz (89 m).

Marcador: 1-0 por Cardozo (64 m).

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2009-10-26

Benfica demolidor: à meia-dúzia fica mais barato!

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Benfica

6-1

Nacional




E o golo do Nacional foi em fora de jogo...

Ficou desconfiança sobre o mérito dos cinco golos de quinta-feira para a Liga Europa contra os ingleses do Everton? A equipa inglesa jogou com alguns reservas...

O Nacional nas duas últimas épocas empatou a zero na Luz! É uma equipa que também está a disputar a mesma Liga Europa. Ano passado Manuel Machado já treinador do Nacional conseguira o 4º. lugar final à frente do Braga treinado por Jorge de Jesus agora a treinar o Benfica. Rubem Micael dissera que se jogasse iria marcar na Luz; uma vitória do Benfica colocaria os encarnados no comando da classificação a par do Braga que empatou no sábado em Vila do Conde. 47.011 espectadores no Estádio da Luz, numa segunda feira! Atractivos mais do que suficientes para um grande espectáculo. Jorge de Jesus surpreende ao colocar Fábio Coentrão a defesa-esquerdo!

O jogo inicia-se com o Nacional a querer disputar o jogo no campo todo. Jogo táctico mas repartido. Edgar exige de Quim uma boa defesa para manter o nulo. Pablo Aimar descobre o mapa da mina: tabelinha no meio campo e Aimar solta-se para descobrir Coentrão na esquerda que assiste linear e horizontalmente Cardozo para o «encosto» vitorioso do golo de abertura. Simplesmente o primeiro...

Logo Edgar ameaçou o empate ao chegar atrasado para o desvio que se revelaria fatal mas o Benfica por Di Maria ameaçou o segundo que Bracali não permitiu. Passados dez minutos após o primeiro golo o Nacional empataria. Ruben Micael desmarca Edgar, adiantado em posição ilegal, mas o juíz de linha, que posteriormente na segunda parte marcaria um fora de jogo inexistente a Aimar numa jogada extraordinária que levaria a bola ao fundo das redes, deixou passar. Apenas Luisão foi atrapalhar mas o avançado perigoso do Nacional bateu Quim estabelecendo o empate. Poucos minutos depois num livre, Bracali defende e na recarga Saviola atira para o golo que não valeu porque o assistente assinalou o fora de jogo (menor, se há graus em termos de fora de jogo, do que o do golo do Nacional!).

No entanto, este Benfica está muito forte. Aos 39' canto da esquerda, David Luís vai lá atrapalhar o guarda-redes nas preparações antes da marcação, toda a gente pensa no canto para a área mas ele é executado para trás para Coentrão cruzar ao segundo poste onde Saviola de cabeça!!! marca de novo, agora a valer!

Na segunda parte o Benfica surge avassalador... O Nacional já está encostado à linha defensiva, a capacidade ofensiva encarnada é demolidora com trocas de passes, libertação de jogadores, carossel e oportunidades a sucederem-se. Aimar liberta-se no centro demora a rematar, mais uma simulação e penalty de Fellipe Lopes: Cardozo rematou a 124 Km à hora e fez o terceiro golo dos encarnados. O Nacional acabou...

Depois é a história dos golos e de outros tantos que ficaram só pela ameaça. Quim na segunda parte foi um espectador. Cardozo podia ter feito o "hat-trick" complica mas Saviola recolhe a bola e resolve ele fazer o 4-1. Tempo de descanso para Aimar e para Saviola (entraram Carlos Martins e Ruben Amorim) saindo também, no Nacional, Ruben Micael (sem marcar nenhum golo, afinal) entrando Salino. Logo Carlos Martins teve de sair lesionado. Nuno Gomes esgotou as substituições encarnadas e já com o Nacional reduzido a dez por segundo cartão amarelo a Patacas, fez o quinto golo... na recarga a um livre de David Luís. Nos descontos Ramires vai marcar o ponto... isolado é só desviar.., mas há falta nas costas e assim foi Cardozo que marcou o segundo penalty do dia este com um disparo a mais de 140km à hora!...

No próximo sábado há o jogo em Braga entre os dois primeiros, equipas ainda invictas, qual se manterá nessa situação?

Estádio da Luz
Árbitro: Vasco Santos

BENFICA - Quim; Maxi Pereira, Luisão, D. Luiz e Fábio Coentrão; Ramires, Javi Garcia, Pablo Aimar e Dí Maria; Saviola e Cardozo.

NACIONAL - Bracali; Patacas, Halliche, Fellipe Lopes, Tomasevic; Cléber, Leandro Edgar Costa, Ruben Micael e Luís Alberto; João Aurélio e Edgar Silva.

Golos: Cardozo (16, 48, g.p., 90+1, g.p.), Saviola (39, 63); Edgar Costa (28)

Disciplina: 29'Cartão Amarelo para Edgar Costa (Nacional).
30'Cartão Amarelo para Di Maria (Benfica).
31'Cartão Amarelo para Patacas (Nacional).
38'Cartão Amarelo para Rúben Micael (Nacional)e Luisão(Benfica)depois de um lance em que o Nacional pretendia que os encarnados atirassem a bola para fora para prestar assistencia a um jogador
46'Cartão Amarelo para Mateus (Nacional).
48'Cartão Amarelo para Felipe Lopes (Nacional).
78'Cartão Amarelo para Cléber (Nacional) por protestos (com razão) após falta de Luisão que o árbitro não assinalou.
83'Cartão Amarelo para Fábio Coentrão (Benfica).
84' Segundo Cartão Amarelo e Vermelho para Patacas (Nacional).
88'Cartão Amarelo para João Aurélio (Nacional).
90'Cartão Vermelho para João Aurélio (Nacional)na falta sobre Ramires que deu o segundo penalty.

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2009-08-27

O que é Nacional é bom! Nacional prossegue na Liga Europa



Clube Desportivo Nacional, da ilha da Madeira, acaba de cometer um feito histórico eliminando o Zenit de São Petersbourgo ao empatar na Rússia por 1-1 (depois do 4-3 da Madeira) e assegura a presença na fase de grupos da Taça Europa juntamente com o Sporting e certamente o Benfica (que joga dentro de momentos o jogo da segunda mão em Poltava, Ucrânia depois dos 4-0 em casa). Um jogo em que o Nacional teve de jogar ainda por cima contra a arbitragem...

O 1-0 para os russos surgiu ainda na primeira parte mas o jogo caminhou para o fim com esta escassa vantagem. Então a equipa de Manuel Machado deu o xeque-mate com o golo do empate a dois minutos dos 90' marcadoi de cabeça por Luís Alberto. Depois foi aguentar os minutos finais (+4 de compensação) e festejar. A longa viagem de regresso vai saber muito bem aos "bravos" do Nacional.

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2009-08-15

Sporting não consegue melhor do que um empate na Choupana

Nacional

1-1

Sporting


Substituições garantiram um empate aos "leões"

O Campeonato começou sob a sina dos empates. Ontem na inauguração do Campeonato Leixões e Belenenses empataram sem golos. Hoje na Madeira existiram dois golos ambos marcados por jogadores do Nacional na mesma baliza, aliás, mas em partes diferentes o que significa que um deles foi na própria baliza defensiva, o que significou um ponto para cada equipa em termos finais.

O Sporting começou com alguma superioridade e aos oito minutos Liedson disfrutou da meçlhor oportunidade da primeira parte ao ganhar um ressalto em plena área e a rematar mas sem a força necessária para bater Bracali que agarrou a bola junto da linha final.

Na sequência de um pontapé de canto o Nacional chegou à vantagem por João Aurélio aprobveitando também um ressalto de bola num colega depois de um alívio incompleto de Polga, já em dificuldades.

A partir da vantagem o Spporting evidenciou dificuldades em termos de organização ofdensiva e até ao intervalo a vantagem do Nacional não passou por apuros.

Na segunda parte na equipa de Paulo Bento, com este na bancada por castigo, surgiu com duas alterações: Vukcevic em vez de Rochemback e Pereirinha no lugar de Abel. Porém foi com a terceira substituição: Matia Fernandez em vez de André Marques, que o Sporting melhorou.

Antes foi o Nacional que esteve perto do 2-0 não fosse Daniel Carriço salvar uma situação que João Aurélio se preparava para decidir.

Com a entrada do jogador chileno o Sporting passou a aproximar-se com muita facilidade da área do Nacional que recuara e por isso adivinha-se o golo dos leões que aconteceu na sequência de um pontapé de canto por João Aurélio, mas desta vez na baliza errada. Com ainda cerca de um quarto de hora por jogar os leões que já então dominavam acreditaram que poodiam vencer e a defesa do Nacional passou por dificuldades para manter o empate final.

Para fugir aos empates Meyong a quatro minutos do final deu o triunfo ao Braga frente à Académica e coloca o Braga como a única vencedora das seis equipas que já concluiram um jogo neste campeonato.

Ficha do Jogo da Madeira
Sob arbitragem de Pedro Proença, as equipas alinharam:

NACIONAL - Rafael Bracalli; Patacas, Tomasevic, Clebão, Leandro Salino; Cléber, Luís Alberto, Nuno Pinto (Wellington, 49), Ruben Micael (Pecnik, 59); João Aurélio (Anselmo, 81), Amuneke

Suplentes :
Douglas, Wellington, Pecnik, Anselmo, Abdou, Rodrigo

SPORTING - Rui Patrício; Abel (Pereirinha, ao intervalo), Daniel Carriço, Polga, André Marques (Matías Fernandez, 67); Miguel Veloso, Rochemback (Vukcevic, ao intervalo), João Moutinho, Yannick; Hélder Postiga, Liedson.

Suplentes :
Ricardo Batista, Marco Caneira, Tonel, Bruno Pereirinha, Matías Fernández, Vukcevic, Saleiro

Golos: João Aurélio aos 26' e aos 75' (este na própria baliza)

Disciplina:
23'Cartão Amarelo para João Moutinho (Sporting).
41'Cartão Amarelo para Rúben Micael (Nacional).
63' Cartão anarelo para Polga (Sporting)

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2009-05-02

Benfica perde mais uma vez

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Nacional

3-1

Benfica


Arrumados de vez...

Já sabendo que o Sporting empatara em Coimbra o Benfica entrou em campo com uma surpresa no onze. Impossibilitado de contar com Aimar esperava-se que tivesse entrado Di Maria mas Quique preferiu tirar Ruben Amorim do meio deslocando-o para a direita e fazendo entrar Katsouranis numa constituição de equipa medrosa.

O jogo decorreu equilibrado com poucos lances de perigo. Uma perda de bola incrível da defesa encarnada proporcionou a Alonso a primeirta oportunidade, mas este rematou ao lado. O Benfica viria a ter dum lance individual de David Luís a situação de maior perigo com Bracalli a fazer uma excelente defesa. Houve ainda cabeceamentos defeituosos de Nenê pelo Nacional e Cardozo pelo Benfica em jogadas que poderiam (e deveriam) ter sido melhor concluidas pelos "goleadores".

Na segunda parte o jogo parecia que ia pelo mesmo caminho com as equipas a demonstrarem mais medo de perder do que vontade de ganhar. Uma defesa (mais outra) de Bracalli a remate de Cardozo evitou o golo encarnado, enquanto Nené de longe também obrigara Quim a defesa com dificuldade.

Mal tinha Quique mexido na equipa, retirando Katsouranis para devolver Rúben Amorim ao meio e fazer entrar Di Maria, o Nacional adiantou-se no marcador: uma fugida pela esquerda sem oposição do meio campo encarnado e cruzamento de Alonso para Nenê no meio dos defesas (parados, sem hipótese de se fazerem ao lance) a cabecear demonstrando o motivo porque é o top goleador do campeonato.

O Benfica quiz acelerar o jogo e Nuno Gomes (58m) desperdiçou excelente ocasião para empatar. Quem não desperdiçou foi Rúben Micael que em remate de fora da área ampliou o marcador. A indefinição no resultado voltou passados quatro minutos numa assistência já em plena área de calcanhar de Carlos Martins para Reyes concluir. David Luís esteve perto de empatar ao rematar à barra (73'). Com o resultado indefinido e o Benfica a carregar passou Jorge Sousa a evidenciar o motivo porque o Benfica perde quase sempre quando ele apita. Aos jogadores do Nacional era permitido jogar andebol e fez vista grossa a Reyes carregado no limite da área.

Depois Quique fez o resto ao retirar Nuno Gomes - infeliz mas com presença na área- para entrar Urreta, em mais uma decisão incompreensível. Já em tempos de desconto o Nacional que jogava em contra-ataque marcaria o 3-1 por Miguel Fidalgo com Quim a ficar mal na fotografia ao não interceptar o cruzamento da direita...

Resta aos encarnados pensar na próxima época (e a ter de se empregarem para não perder o terceiro lugar, nesta época). Pela minha parte a primeira medida era dar um kick ao Quique, mas isso eu já teria dado logo no início da época... e se têm dúvidas basta lerem estas crónicas!

Estádio da Madeira, no Funchal
Árbitro Jorge Sousa (AF Porto)
Nacional: Bracalli; Patacas, Felipe Lopes, Maicon e Alonso; Cléber, Luís Alberto, Leandro Salino e Rúben Micael (João Aurélio, 77m); Mateus (Fabiano, 86m) e Nenê (Miguel Fidalgo, 89m).

Suplentes: Douglas, Halliche, Igor Pita e Bruno Amaro.

Treinador: Manuel Machado.

Benfica: Quim; Maxi Pereira, Miguel Vítor, Sidnei e David Luiz; Katsouranis (Di María, 55m), Rúben Amorim, Carlos Martins (Yebda, 79m) e Reyes; Nuno Gomes (Urreta, 82m) e Cardozo.

Suplentes: Moreira, Jorge Ribeiro, Binya e Balboa.
Treinador: Quique Flores.

Golos: Nenê (1-0, 57m); Rúben Micael (2-0, 64m); Reyes (2-1, 68m); Miguel Fidalgo (3-1, 90+3m).

Disciplina: Cartão amarelo para Leandro Salino (61m), Carlos Martins (70m), Miguel Vítor (86m).

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2008-12-22

Árbitro não deixa Benfica ganhar...

Benfica

0-0

Nacional



Ineficácia ofensiva e Pedro Henriques...

O Benfica não conseguiu melhor do que Sporting (sábado frente à Académica) e Porto (ontem frente ao Marítimo) e empatou a zero ferente ao Nacional. O Benfica termina o ano na frente mas nem por isso este Natal deixa de ser amargo para os benfiquistas.

O interrregno longo por que passou a «performance» desportiva do Benfica afecta a capacidadee de vencer da equipa nos momentos decisivos mas também (há muito) criou um estigma das arbitragens hábeis em prejudicar os encarnados em alturas cruciais. Se ontem o Porto empatou frente ao Marítimo deve um pontinho ao árbitro do jogo que a três minutos do fim não marcou um penalty contra o Porto... Hoje o Benfica apesar de erros próprios não ganhou porque Pedro Henriques não deixou ao anular o golo vitorioso dos encarnados ... já em tempos de desconto... para não falar num penalty de Haliche sobre Nuno Gomes...

Tempos difíceis para o Benfica que já ano passado quando disputava a presença na Liga dos Campeões foi claramente espoliado no Bessa... por Lucílio Baptista. Coincidências ... ou o que (há tempos) é actualmente politicamente correcto é prejudicar o Benfica?

Com tanto árbitro para quê falar no jogo?

O Nacional demonstrou ter uma boa equipa e ameaçou até ganhar o jogo. No início da segunda parte teve mesmo uma bola no poste da baliza de Moreira e outro lancer de jogador isolado que Moreira evitou defendendo com as pernas porém o Benfica principalmente nos últimos trinta minutos de jogo teve boas chances de golo, marcou mesmo e merecia ter ganho.

Liga Sagres, 12.ª jornada
Estádio do Sport Lisboa e Benfica, Lisboa
Hora: 19:45
Árbitro: Pedro Henriques (Lisboa)

BENFICA: Moreira; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei (Miguel Vítor 28') e Jorge Ribeiro; Yebda, Katsouranis, Ruben Amorim (Urreta 84') e Di María (Nuno Gomes 69') ; Cardozo e Suazo

Suplentes: Moretto, Miguel Vítor, David Luiz, Binya, Urreta, Aimar e Nuno Gomes

Treinador: Quique Flores

NACIONAL: Rafael Bracalli; Patacas, Felipe Lopes, Halliche e Alonso; Cléber, Edson Sitta (Juninho 70'), Ruben Micael (Igor Pita 76') e Luís Alberto; Mateus (Nuno Pinto 81') e Nené

Suplentes: Douglas, Igor Pita, João Aurélio, Nuno Pinto, Juninho, Bruno Amaro e Miguel Fidalgo

Treinador: Manuel Machado

33' - Cartão amarelo para Edson Sitta por empurrão a Jorge Ribeiro.
45'+2 - Cartão amarelo para Alonso, por mão na bola.
47' - Cartão amarelo para Yebda.
62' - Cartão amarelo para Nené, depois de abalroar Miguel Vítor.
72' - Cartão amarelo para Cléber por derrube a Suazo à entrada da área.
79' - Segunda exibição do cartão amarelo a Alonso após falta sobre Maxi Pereira e exclusão do jogo (cartão vermelho).
87 ' Cartão amarelo para Luís Alberto, após entrada às pernas de Miguel Vítor.

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2008-05-03

O que é Nacional é bom !...

Porto

0-3

Nacional


E o Porto não marcou um único golo esta época ao Nacional

Esta semana num debate televisivo Guilherme Aguiar perguntava pelo (pseudo)-crack Fábio Coentrão. Não sei se ele viu o jogo mas já lhe devem ter dito onde ele está e o que fez!

Dois golos, o segundo num chapéu monumental a Helton e para nós o melhor jogador em campo, porque para além dos golos ainda teve outra jogada em que bateu Pedro Emanuel e inúmeras intervenções (acertadas) em zonas defensivas do campo.

Pois é, há tradição do Nacional ganhar ao Porto mesmo no Dragão. Não serviu de nada lembrar durante a semana aos jogadores do Porto que o Nacional ganhara na Madeira. Os portistas entraram muito amorfos e pior do que isso errando passes em quantidade nada habitual. Num desses lances Fábio Coentrão aproveitou para marcar o primeiro golo com um remate rasteiro cruzado da esquerda para a direita. Noutros lances, o Nacional preferia segurar a bola em vez de partir rápido para o conta-ataque. O Porto dispôs de uma oportunidade com Lucho a dar para Quaresma que ligeirante descaído pela direita chutou ao lado. Perto do final da primeira parte um lançamento para a esquerda e Fábio Coentrão (contrastando com o que acontecera até aí com os colegas de equipa) partiu linear e directo para a baliza adiantando a bola e fazendo depois um chapéu sensacional para estupefacção de Helton (e de 42.219 espectadores no Estádio).

Na segunda parte o Porto entrou melhor, com a entrada de Farías no lugar de Mariano Gonzalez, naturalmente o Nacional recuou mais, mas foi sol de pouca dura; não era dia de Quaresma e percebeu-se que o Nacional ia ganhar o jogo. Helton fez ainda uma grande defesa evitando o 0-3 num livre directo. Por sua vez Bracalli evitou o golo do Porto ao defender soberbamente um cabeceamento de Farias aos 84' .

Já em tempos de desconto o Nacional aproximou o resultado da goleada que conseguiu há duas épocas atrás (0-4), demonstrando uma propensão enorme para ganhar ao Porto que fez uma exibição medíocre.

Ficha do jogo:
Estádio do Dragão, Porto

Árbitro: Paulo Paraty (AF Porto)

FC Porto: Helton; Bosingwa, Pedro Emanuel, Bruno Alves e Lino (Tarik, 57'); Paulo Assunção, Raul Meireles (Bolatti, 77') e Lucho; Quaresma, Lisandro e Mariano Gonzalez (Farías, 46')

Nacional: Bracalli; Patacas, Ricardo Fernandes, Felipe Lopes e Alonso; Cardozo, Cléber, Edson (João Coimbra, 80') e Luciano Spadacio; Rodrigo (Juninho, 72') e Fábio Coentrão (Pateiro, 68')

Golos: 0-1, Fábio Coentrão (21'); 0-2, Fábio Coentrão (45+1'); 0-3, Juninho (90+3')

Disciplina: Cartão amarelo para Paulo Assunção (54'), Ricardo Fernandes (77'), Bracalli (90') e Alonso (90')

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2008-04-01

Rui Alves sobre Martins dos Santos

Rui Alves em entrevista à Antena 1 fez declarações muito polémicas sobre o Apito Dourado e com referência ao ex-árbitro Martins dos Santos disse «Penso que ele deve ser até religioso, este tipo de pessoas são religiosas...» ... deve dar graças a Deus por ter só este processo ... é um milagre «o que sei é a pouca vergonha que ele fazia nos estádios de futebol, se ele só vai por este, devia ir a Fátima».

O árbitro está indiciado no âmbito do caso do apito dourado por um jogo entre o Nacional e o Marítimo.

No próximo fim de semana o Nacional defronta precisamente o Marítimo...

Confira aqui as declarações do presidente do Nacional

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2008-03-17

Sporting goleia Nacional


Sporting

4-1

Nacional

Quem viu a primeira parte não imaginaria este resultado...

O Sporting tinha um desafio importante depois dos resultados dos seus rivais e só a vitória interessava na luta pelo segundo lugar. Na primeira parte o Nacional com bom toque de bola não deu descanso aos leões que fizeram descansar Vukcevic no banco e não tinham Miguel Veloso.

Pode-se dizer até que o Nacional conseguiu criar mais vezes perigo do que a equipa da casa, emboora a maior oportunidade fsse do Sportng na sequência de um canto da direita, Gladstone rematou de cabeça para uma defesa com os pés do guarda-redes do Nacional e Liedson recarregou à boca da baliza mas um defesa deu o corpo à bola evitando o golo.

Seja como for era de apreensão o estado de espírito dos adeptos do Sporting ao intervalo face à inficácia de Tiauí e ao bom jogo do adversário. Paulo Bento fez entrar Vukcevic e no início da segunda parte a pressão da equipa da casa era maior com o Nacional a não sair para a ofensiva com a facilidade que o fizera na primeira parte. Uma jogada iniciada por Vukcevic com um toque precioso de Pereirinha desmarcou Liedson que isolou-se e facturou.

Os ecos deste golo ainda não se tinham esgotado e Moutinho num remate em jeito fazia o 2-0 no minuto seguinte. É claro que o jogo ficava resolvido, mas o Sporting aproveitava a onda e com João Moutinho e Liedson em destaque desfazia a classificação do Nacional em termos de segunda melhor defesa (isto em termos de golos sofridos). Num espaço de quatro minutos o Sporting marcava três golos com Liedson a apontar o terceiro. Pouco depois penalty sobre João Moutinho e Romagnoli (mais outro jogador a tentar a marcação de penalties) a falhar como ultimamente acontece invariavelmente ao Sporting. De imediato substituído por Yanick Djaló não demorou muito para este fazer o 4-0, perante um Nacional completamente esfrangalhado.

No campeonato passado o Sporting ganhara por 5-1 com quatro golos de Bueno e ameaçou fazer uma goleada surpreendente; no entanto, com o resultado feito era tempo de Paulo Bento gerir o plantel fazendo descansar João Moutinho para entrar Farnerud. Quando se ganha ou se está a ganhar parece que tudo corre melhor e desta vez até o sueco foi apoiado pelos adeptos realizando com boas aberturas. O resultado ficou esbatido um pouco já perto do fim quando Lipatín desviou a bola após um pontapé de canto, reduzindo a diferença final.

O Sporting igualou o Setúbal no quarto-lugar e este duo está a 4 pontos de Benfica e Guimarães, mas os leões beneficiam de um calendário teoricamente mais favorável com 4 jogos em casa e 3 foras sendo estes comequipas que estão nos ultimos lugares da classificação: Naval, Leiria e Paços de Ferreira, enquanto o Benfica tem de ir ao Bessa e ao Dragão e recebe ainda Belenenses e Setúbal.

Estádio: Estádio José Alvalade
Árbitros: Cosme Machado, Aux - Alfredo Braga, Tomás Santos

Sporting – Rui Patrício; Abel, Gladstone, Polga e Ronny; Pereirinha, Adrien, João Moutinho (Farnerud, 76 m) e Romagnoli (Yanick Djaló aos 64') ; Liedson e Tiuí (Vukcevic, 46 m).

Suplentes não utilizados: Stojkovic, Pedro Silva, Izmailov, Celsinho e Yannick.

Nacional – Bracalli; Patacas, Cardozo, Ricardo Fernandes e Alonso; Edson, Cléber e Juliano; Fellype Gabriel (Juninho, 68 m), Lipatin e Fábio Coentrão (Rodrigo, 66 m).

Marcador: 1-0 por Liedson (55 m), 2-0 por João Moutinho (57 m); 3-0 por Liedson (59 m); 4-0 por Yannnick (65 m); 4-1 por Lipatin (89 m).

Disciplina: cartão amarelo a Cléber (28 m), Polga (35 m), Ricardo Fernandes (52 m), Patacas (78 m) e Cardozo (90+3 m).

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2008-02-02

Benfica em casa repete o zero-zero


Benfica

0-0

Nacional



Não se percebe a péssima primeira parte...

O Eusébio não faz anos todas as semanas! Semana passada pediu como prenda uma vitória frente ao Guimarães e o Benfica fez na primeira parte a melhor exibição da época. Depois do Porto ter perdido com o Sporting, e a desvantagem dos encarnados ter-se reduzido para oito pontos, o mínimo que se exigia era que a equipa do Benfica desde o início tomasse a iniciativa de «pegar» no jogo. Mas o que aconteceu foi que o Benfica começou o jogo a ver o Nacional a jogar, a trocar a bola e a dispôr das melhores oportunidades de golo do jogo.

Quim fez uma grande defesa a evitar o golo do Nacional, enquanto os encarnados não alinhavam três toques seguidos na bola. Nuno Gomes lesionou-se(mais uma lesão muscular) e foi substituído por Christian Rodriguez.

Na segunda parte a réplica do Nacional em termos de discutir a vitória no jogo durou mais vinte minutos. Maxi Pereira em remate de fora da área fez brilhar o guarda-redes do Nacional e com as substituições os encarnados empurraram o Nacional para a baliza que dese então só se interessaram em deixar passar o tempo (só numa ocasião perderam-se os quatro minutos que o árbitro concedeu no fim). Noutra rábula, um jogador do Nacional (Fábio Coentrão?) caiu em zona defensiva, os colegas partiram para uma jogada de perigo, continuaram-na até à finalização com Quim a defender e só depois o árbitro interrompe para a assistência do jogador do Nacional.

A entrada de Mantorras desestabilizou a equipa do Nacional mas não se percebeu a opção por sair Di Maria que estava a ser um dos mais dinâmicos. Cardozo ainda viu um remate com selo de golo ser desviado pelo corpo de um defesa para a bola acabar por sair por cima da barra, e assim foi mais um zero do Benfica. Na primeira parte foi ainda pior do que zero, foi mesmo negativo.

O Benfica que se cuide e lute para o segundo lugar porque a jogar desta maneira, sem mostrar organização de jogo, com bolas paradas invariavelmente desperdiçadas sem perigo e a jogar como o fez na primeira parte, vai parar ao quarto lugar.

A arbitragem esteve anestesiada com a qualidade fraca do jogo e parecia que não queria mostrar cartões. Depois o primeiro (tinha de ser) foi para um benfiquista Di Maria (por simular uma falta), mas ficaram vários outros por mostrar: Luisão, Patacas, e um outro que fez falta sobre Christian Rodriguez e que o árbitro deu a lei da vantagem mas sem mostrar o cartão amarelo depois. Mas com Benquerença o tal que não viu o frango de Vítor Baía no remate de meio-campo de Petit, também não podemos esperar mais...

Estádio: Estádio do Sport Lisboa e Benfica
Árbitros: Olegário Benquerença, Aux - José Cardinal e Valter Oliveira

BENFICA - Quim; Luís Filipe, Luisão, Edcarlos e Nélson (Léo 67'); Maxi Pereira, Katsouranis, Petit e Di Maria (Mantorras 79'); Nuno Gomes (Christian Rodriguez 39') e Cardozo

NACIONAL - Bracalli; Patacas, Ricardo Fernandes, Fernando Cardozo e Alonso; Cléber e Edson; Juninho (Adriano 68'), Juliano e Fábio Coentrão (Pateiro 74'); Rodrigo (Lipatin 63').

76' Cartão amarelo para Di María (Benfica), por simular «penalty».
79' Cartão amarelo para Adriano (Nacional).

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2007-12-21

O que é Nacional é bom ... e Porto sofreu a primeira derrota

Nacional

1-0

Porto


Cumpriu-se a tradição de Porto não ganhar na Choupana

O Porto sofreu a primeira derrota no campeonato e já não há equipas invictas.

Os comandantes do campeonato até disfrutaram de supremacia no jogo mas as falhas na concretização de alguns lances ofensivos ditaram o resultado final.

Ao intervalo o resultado ainda era um empate a zero o que se pode considerar justificado. Na segunda parte Lizandro aos 53' esteve perto de marcar mas Diego, com excelente defesa, não o permitiu. Pois passados quatroom minutos foi o Nacional que abriu o activo com um lançamento de Cléber para Lipatin de fora da área fazer um remate indefensável para Hélton.

Mariano Gonzalez pouco depois falhou o empate e Jesualdo Ferreira mexeu na equipa fazendo entrar Adriano e um pouco mais tarde Leandro Lima mas os homens da casa foram-se defendendo com êxito.

Nos últimos minutos e aproveitando o facto de o Nacional ter ficado com menos um jogador (expulsão por duplo amarelo a Felipe Lopes, defesa central que fez a sua estreia) e já com Kazmierczack (no lugar de Mariano) o Porto pressionou na busca do empate mas tal não ocorreu fazendo lembrar (e muito) a ausencia de Quaresma no jogo (castigado por ter atingido uma série de cinco amarelos).

O Porto agora dispõe dos mesmos sete pontos de avanço com que acabou o jogo frente ao Benfica na Luz, desperdiçando com esta derrota o avanço adicional que a derrota do Benfica no Restelo lhe havia trazido.

No final do jogo Jesualdo Ferreira lamentou a falta de finalização e também a actuação do árbitro Pedro Henriques segundo o qual teria sido responsável pela não marcação de um penalty favorável aos portistas ainda com o resultado em 0-0.

Já Jokanovis, treinador do Nacional declarou que «este foi o melhor presente de Natal que podíamos oferecer aos adeptos do Nacional. Os nossos jogadores foram brilhantes. Sentimos a falta de alguns jogadores, mas temos 26 elementos no plantel e todos têm qualidade para jogar. Tirando os primeiros 15 minutos, eles mostraram isso mesmo».

Ficha do jogo:

Estádio da Madeira, na Choupana (Funchal)
Árbitro: Pedro Henriques (AF Lisboa)

NACIONAL – Diego; Patacas, Cardozo, Felipe Lopes e Alonso; Ávalos, Cléber e Juliano; Lipatin (João Coimbra, 84 m), Juninho (José Vítor, 66 m) e Adriano (João Moreira, 55 m).

FC PORTO – Helton; Bosingwa, Pedro Emanuel, Bruno Alves e Fucile; Lucho Gonzalez, Paulo Assunção, Raul Meireles (Leandro Lima, 66 m) e Mariano Gonzalez (Kazmierczak, 78 m); Hélder Postiga (Adriano, 60 m) e Lisandro Lopez.

Golo: Lipatin (57 m)

Disciplina: Cartão amarelo a Felipe Lopes, Cléber e Paulo Assunção.
Cartão vermelho (segundo amarelo) a Felipe Lopes (87 m).

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2007-10-27

Sporting volta a não ganhar

Nacional

0-0

Sporting



Falta de Polga e de mais alguma coisa

O Sporting está num ciclo de maus resultados. Regressou o guarda-redes Stojkovic, mas faltou Polga no eixo defensivo, o que Paulo Bento supriu com a presença de Miguel Veloso a central.

Na primeira parte o Sporting jogou muito pouco e foi o Nacional, com Fellype Griel em destaque, que demonstrou superioridade podendo sair ao intervalo na posição de vencedor não fosse a pouca eficácia na concretização final dos lances.

Na segunda parte que iniciou com Ronny em vez de Had no flanco esquerdo defensivo dos visitantes, o jogo decorria na mesma toada com o Nacional a ter superioridade sobre o meio-campo até que Paulo Bento mexeu decisivamente na equipa. As entradas de Pereirinha e Purovic foram acompanhadas com a passagem de Miguel Veloso para o meio campo e então aí o Sporting finalmente mostrava que queria ganhar o jogo. Nos últimos minutos o jogo ganhou grande emoção, o Sporting aparecia ameaçador mas o Nacional esteve perto de marcar por Edu Sales, com Stojkovic fazendo a mancha quase aos pés do adversário, a evitar que a bola fosse para o fundo da baliza leonina. Entretanto, já em tempo de descontos, Diego respondeu com belas defesas a remates de fora da área de Abel e de João Moutinho garantindo o empate à equipa da Madeira.

Uma repartição de pontos que o jogo justificou e que os treinadores nas declarações finais aceitaram.

A arbitragem de Lucíclio Baptista, face aos acontecimentos que têm ocorrido (ainda ontem em Guimarães não se percebe como Duarte Gomes não marcou um penalty do tamanho do castelo de Guimarães com prejuízo para a União de Leiria), pode-se dizer que foi boa.

Estádio da Madeira, na Choupana
Hora: 19:45
Árbitro: Lucílio Baptista (AF Setúbal)

NACIONAL – Diego; Patacas, Ávalos, Ricardo Fernandes e Igor Pita; Cléber, Bruno Amaro, Juninho e Fellype Gabriel (Edu Sales, 80 m); Cássio (Rodrigo, 67 m) e Lipatin (José Vítor, 76 m).

SPORTING – Stojkovic; Abel, Tonel, Miguel Veloso e Marian Had (Ronny, 46 m); Izmailov (Purovic, 67 m), João Moutinho, Vukcevic (Pereirinha, 67 m) e Romagnoli; Liedson e Yannick.

Golos: Nada a registar
Cartão amarelo a Patacas 3' e Vukcevic 45'.

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2007-05-05

Porto na rota do título vence o Nacional


Porto

2-0

Nacional




Anderson decisivo no triunfo dos «Dragões»

O Porto tinha um jogo de grande importância em que o Nacional (que já venceu o Porto neste Estádio por 4-0) tinmha alguma esperança de pôr problemas faxe às ausencias de jogadores nucleares na equipa do Porto, Quaresma incluido.

O Porto teve uma boa prestação ainda que se notasse a ausencia de flanqueadores, sendo o jogo muito conduzido pelo meio do terreno. Aos 15' Lizandro López fez entar a bola na baliza de Diego, mas não valeu (por errado assinalar de fora de jogo do assistente). O Nacional defendia-se chegava a conseguir trocar a bola akgumas vezes entre os seus jogadores, mas nunca demonstrou disponibilidade para partir rápido para acções ofensivas.

Adriano voltou a meter a bola na baliza, desta vez em fora de jogo nítido e por isso não valeu; uma grande defesa de Diego a remate de cabeça de João Paulo e outra cabeçada de Lizandro (em boa posição de marcar) mas por cima da barra foram lances que justificam a ausencia de golos ao intervalo.

Na segunda parte o Nacional dispersou-se mais pelo terreno e as dificuldades do Porto pareciam aumentar até porque algumas das suas unidades não se mostravam especialmente inspiradas. Jesualdo fereira mexeu na equipa fazendo entrar em simultaneo Raul meireles e Jorginho para os lugares de Paulo Assunção e Marek Cech e parece que fez bem. Aos 65' o Porto chegava à posição de vencedor: o meio-campo defensivo foi batido e Anderson em tabelinha acaba por desviar de primeira oo passe de Adriano. O mais dificil estava conseguido.

Os homens da Madeira esboçaram uma reacção mas este jogo para Hélton foi um descanso. Já perto do fim do jogo Fucile recebeu o passe de morte de Anderson e facturou o seu o primeiro golo na Liga Bwin dissipando duvidas.

Cosme Machado (que não é um árbitro de top) acertou a maior parte das vezes mas vê o seu trabalho influenciado pela decisão errada do seu assistente em assinalar fora de jogo no lance de golo de Adriano aos 15'.

FC PORTO: Helton; Bosingwa, Ricardo Costa, João Paulo e Fucile; Lucho( Ibson, 70m), Paulo Assunção (Jorginho, 56m), Anderson e Cech (Raul Meireles, 56m); Lisandro e Adriano

NACIONAL: Diego Patacas, Ricardo Fernandes Ávalos, Cardozo, Alonso; Cléber (Pateiro, 58m), Juliano, Bruno (Leandro Bonfim, 71m); Diego José e Rodrigo (Cássio, 75m).

Golos: Anderson 66' e Fucile aos 87'

Disciplina:
Cartão amarelo para Cléber (38m) Diego(45+2); Bosingwa(75m) e Anderson (90+1)

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2007-02-03

Sporting aproveita ... e está a três pontos

Sporting 5 - 1 Nacional

Quatro golos de Bueno ... em vinte minutos


O Sporting aproveitou da melhor maneira os desaires dos seus adversários directos: o Porto acabadinho de perder no Dragão frenta ao Estrela da Amadora e o empate do Benfica na véspera, na Luz frente ao Boavista.

Mas o sofrimento dos adeptos ainda durou bastante tempo. É que o Nacional marcou aos 26' por Bruno Amaro e esteve a ganhar até aos 75'.

Antes José Rui aos 19' desperdiçara a maior oportunidade até então e aos 21' Djaló sem marcação atirou por cima da barra.

Pelo meio ainda na primeira parte um livre indirecto frontal já para além da marca de penalty foi desperdiçado por Bruno Amaro com um remate por cima da baliza (mas com a barreira muito avançada relativamente ao que devia: como é possível Sr. árbitro a barreira estar tão à frente da linha de baliza numa falta marcada à frente da marca de penalty?).

Aos 60' Diego defende com um pé a bola conduzida por Liedson e o árbitro marca com atraso e surpreendentemente um penalty que o próprio Liedson falhou com um remate muito por cima.

Os adeptos começavam a desesperar quando aos 75' Carlos Bueno de cabeça, a cruzamento de Nani e completamente empoleirado em Alonso empata a partida num outro erro clamoroso de arbitragem.


Há dias assim, os jogadores pareciam que não queriam ganhar mas o árbitro dava uma ajuda. A verdade é que depois deste golo tudo se modificou, o público empolgou a equipa e numa excelente jogada passados três minutos Bueno só teve que empurrar para pôr a sua equipa a liderar.

Passou a ser tudo fácil para os leões, Liedson em jogada individual fez o 3-1, Carlos Bueno o 4-1 após contra-ataque de Djaló e já em período de desconto Bueno voltou ainda a marcar: 4 golos em pouco mais de meia hora em campo quand0o até agora ainda não havia marcado no Campeonato.

Da arbitragem acho que não é preciso dizer mais nada, bastam os lances já enunciados com prejuizo significativo para o Nacional.

O Sporting regressa ao 2º. lugar tendo recuperado 4 pontos ao Porto nestas duas últimas jornadas e O Benfica passou para o 3º. lugar mas também recuperou 4 pontos ao Porto nas duas últimas jornadas. Parece que o campeonato animou...

Estádio: Estádio José Alvalade - XXI Espect.: 28952
Árbitros: Duarte Gomes

SPORTING - Ricardo; Caneira, Tonel (Pereirinha aos 58'), sai, Polga e Tello (Romagnoli 66').; Miguel Veloso; Carlos Martins (Carlos Bueno 58') João Moutinho e Nani; Liedson e Djaló.

NACIONAL - Diego; Patacas, Ricardo Fernandes, Ávalos e Alonso; Bruno Amaro, Chainho (Pateiro 81') e Bruno; José Rui (Leandro Bonfim 73'), Rodrigo e Juliano.


Golos: 0-1 Bruno Amaro ; Carlos Bueno (4): 75', 78', 89', 90+3'; Liedson aos 82'

Disciplina:
46' Cartão Amarelo para Tonel (Sporting).
60' Cartão Amarelo para Diego Benaglio (Nacional) por penalty que não cometeu.
66' Cartão Amarelo para Miguel Veloso (Sporting).
67' Cartão Amarelo para Juliano (Nacional).
72' Cartão Amarelo para Rodrigo Silva (Nacional).
75' Cartão Amarelo para Bruno Amaro (Nacional).

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2004-10-30

Nacional - Porto 2-2

O FC Porto acaba de desperdiçar dois pontos num jogo em que aos 90 minutos vencia por 2-0!
Ao primeiro minuto ficou a ganhar, num livre directo de Diego (em que Derlei estava posição de fora de jogo - mais um lance polémico: importunou ou não Hilário?) e nos últimos cinco minutos de desconto desperdiçou a vantagem que McCarthy aos 51' havia incrementado. Dois pontapés de canto deram os dois golos do empate, sendo o primeiro marcado na própria baliza por Flávio Meireles e o segundo por Adriano, intervalados por uma bola ao poste na baliza do Nacional, por Luís Fabiano. Mais do que as consequências matemáticas, este resultado sendo também consequência dum nível deficiente do Porto, que se exibiu com pouca consistencia, poderá ter efeitos no aspecto da confiança que já não tem sido grande. O FC do Porto é uma equipa que não consegue controlar e gerir a bola, típica do seu estilo de jogo no passado recente, revelando insuficiencia qualitativa para um campeão europeu e vamos a ver se é suficiente para campeão nacional... . Se o quizer ser terá de melhorar. O jogo foi geralmente fraco, e o resultado tem de se dizer, apesar da surpresa pelo modo como ocorreu, é justo. A arbitragem foi fraca, com imensos cartões amarelos distribuidos
Em Penafiel o Sporting venceu por 3-0 num campo em deficientes condições devido à chuva, e em que 0 2-0 aos 73' por Custódio, pôs fim à reacção do Penafiel ao 1º golo de Liedson aos 48' na sequencia de um livre marcado por Rochemback, vindo ainda Liedson a marcar o 3º golo aos 89'.
Na próxima semana, no Porto, teremos Porto-Sporting após uma jornada europeia pelo meio, e veremos se o Sporting, que parece estar a melhorar consegue confirmar a subida ou se o Porto não vai deixar cair por terra o seu favoritismo caseiro.

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