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2011-11-22

Benfica empata em Old Trafford, lidera o grupo na Champions e já está qualificado...


Man. United


2-2

Benfica



Benfica mantém invencibilidade na época... mas perdeu Luisão para o derby


O Benfica não podia ter começado o jogo da melhor maneira. Aos 3' já vencia em Old Trafford! Com a equipa a entrar personalizada sofreu um livre mal executado por Nani mas logo voltou para a frente com a equipa a não ter medo de ter iniciativa ofensiva. Gaitán pelo lado direito teve espaço para cruzar para a pequena área e Phil Jones introduziu a bola na baliza de De Gea. O público inglês era posto em silêncio enquanto os cerca de três mil adeptos encarnados estavam esfuziantes.

Demorou a equipa da casa a encaixar o golo e só por volta dos vinte minutos a tão propalada posse de bola passou a ser maioritariamente do Manchester com o português Nani a ser o jogador mais influente. Aos 16' um slalom do internacional português foi travado por Garay que viu o primeiro cartão amarelo do jogo.

Aos 30' de um livre ainda longe da baliza a bola foi metida para a esquerda para Nani que teve tempo e espaço para executar o centro que apanhou Berbatov, vindo de posição irregular, a cabecear para o fundo da baliza de Artur. A equipa de arbitragem turca validou o golo e, assim, por vias ilegais, os ingleses repuseram o empate no marcador.

No minuto seguinte, Young surgiu isolado na área mas Artur defendeu com os pés negando a vantagem ao United. Os avançados ingleses colocavam-se muitas vezes em posição irregular por trás da defensiva encarnada para depois tentarem recolocar-se aquando dos passes mas eram apanhados com frequência em fora de jogo sendo certo que, como se disse, já haviam tirado partido favorável dessa estratégia.

Não foi o caso de uma jogada aos 40' em que Berbatov apanhado em posição irregular atirou ainda para a baliza com Artur a pedir o cartão amarelo para o jogador búlgaro, mas com o árbitro a mostrá-lo, isso sim, ao guarda-redes brasileiro do Benfica.

Se o Benfica começara o jogo da melhor maneira na segunda parte foi o Man. United que entrou com grande pressão ofensiva e o Benfica foi remetido para funções defensivas.

O sufoco era grande e aumentou com uma lesão de Luisão impeditiva de continuar em campo. O Benfica jogou alguns minutos com um homem a menos face à demora na promoção da substituição. Foi já, porém, com Miguel Vítor em campo mas com a equipa algo desorganizada que os ingleses chegariam 2-1. Numa das insistências da equipa da casa a bola foi enviada para o centro da área onde apareceu Darren Fletcher, desmarcado a marcar à vontade o segundo golo inglês. Face ao modo como o jogo decorria foi com alguma surpresa que os encarnados da Luz repuseram, de imediato, a igualdade. Uma bola mal aliviada foi captada por Bruno César na esquerda do ataque do Benfica e com Rodrigo a pedir a bola e ainda Aimar a aparecer o cruzamento foi cortado emúltima instância por Rio Ferdinand mas colocando a bola à disposição de Aimar que fez o empate.

Foi feliz o modo como o Benfica empatou mas a avalanche ofensiva do Man. United do início da segunda parte não voltaria a acontecer. A entrada de Matic aos 68' para substituir Gaitán deu mais consistência ao meio-campo do Benfica com Aimar e Witsel a ter a bola no meio-campo para reequilibrar o jogo apesar do argentino do Benfica, já desgastado, ter que ser substituído por Ruben Amorim (83').

Antes, aos 79', Berbatov, desta vez em posição legal, perdera grande oportunidade de repôr a equipa inglesa à frente ao atirar por cima da barra.

Também o Manchester operou as suas substituições com Chicharito a substituir Valencia aos 82' para logo a seguir Fábio dar o lugar a Smalling.

O Benfica com o empate a dois golos a dar vantagem no confronto directo (face ao empate a um na Luz) pretendeu preservar o precioso empate mas aos 89' Rodrigo (que poucas vezes tocou na bola durante o jogo) teve uma jogada individual que quase dava o triunfo à equipa portuguesa.

Os três minutos de desconto decorreram com grande emoção e sofrimento dos adeptos encarnados que se ouviram permanentemente em Old Trafford e que puderam festejar um empate com sabor a vitória uma vez que garante, desde já a qualificação do Benfica à fase seguinte face à vantagem directa que disfruta em situações de desempate quer frente ao Manchester, como se disse, quer face aos suiços do Basileia (vencedores do jogo em Galati por 3-2 depois de ter granjeado a vantagem de 3-0). Para além disso um triunfo em casa no último jogo frente aos romenos, que não fizeram até agora qualquer ponto, garante o primeiro lugar do grupo independentemente do resultado entre o Basileia e o Manchester. Neste jogo se discute, quem diria, a segunda equipa a qualificar-se sendo que os ingleses têm vantagem de lhes bastarem um empate.

A equipa de arbitragem turca teve uma falha importante ao validar o golo de Berbatov.

Assistência: 74.873 espectadores
Árbitro: Cuneyt Çakir (Turquia)

MANCHESTER UNITED: De Gea, Phil Jones, Ferdinand, Fábio, Evra, Luis Valencia (Javier Hernandez 80'), Carrick, Darren Fletcher, Nani, Young, Berbatov

BENFICA: Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão (Miguel Vítor 58'), Garay, Emerson, Witsel, Javi García, Gaitán (Matic 68'), Aimar (Rúben Amorim 83'), Bruno César, Rodrigo.

Golos: 0-1 Phil Jones (p.b) 3'; 1-1 Berbatov 30'; 2-1 Darren Fletcher 59'; 2-2 Pablo Aimar 61'

Disciplina:
16' Cartão Amarelo para Garay (Benfica) por falta sobre Nani
33' Cartão Amarelo para Darren Fletcher (Manchester Utd.), por falta sobre Maxi Pereira.
40' Cartão Amarelo para Artur Moraes (Benfica), por pedir amarelo a Berbatov.
76' Cartão Amarelo para Carrick (Manchester Utd.), por falta sobre Aimar que saia em contra-ataque.
85' Cartão Amarelo para Maxi Pereira (Benfica) por falta sobre Young. O uruguaio falha o último jogo frente ao Otelul Galati

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2009-04-15

Esfumou-se o sonho com um golo «traidor» do português melhor do Mundo

FC Porto logoMan. United logo
FC Porto

0-1

Man. United


«Dragão», com golo cedo, deitou pouco fogo...

Em clima de entusiasmo, mas com excessos especialmente da comunicação social (ouvi dizer que era a final antecipada, que o Porto nunca tinha perdido em casa com ingleses, que Cissokho e Fernando já eram dos melhores jogadores do Mundo, etc...), o Manchester sabia que tinha de ganhar e para isso de trabalhar muito mais do que fizera no jogo da 1ª. mão em que foram efectivamente surpreendidos pela ousadia da equipa portuguesa.

Com um «onze» muito modificado, com regressos de Le Ferdinand e Berbatov recuperados e com Giggs de início e com Andersson no meio campo (talvez a maior surpresa), desta vez pareceu que foi o Porto a começar o jogo temeroso e surpreendido. A ajudar a festa ainda com pouco trabalho feito a justificar, e menos de seis minutos passados, os ingleses colocaram-se em vantagem: Andersson passa a bola do centro-esquerda para Cristiano Ronaldo no centro, com espaço avançou um pouco e decidiu disparar à baliza de pé direito para ... golo!




A vantagem na eliminatória logo passou para os ingleses e os portistas (e o público) sentiram demais esse facto. A equipa da casa não se conseguia libertar das marcações do meio campo inglês muito mais premente do que na primeira mão, Cissokho teve sempre Rooney em acção defensiva, Hulk não se via e o domínio inglês foi bem visível em posse de bola, pontapés de canto e iniciativa de jogo, porque em oportunidades, praticamente não existiram. A excepção foi perto do intervalo quando Vidic na sequência de um lance de bola parada, fez jus à sua posição de defesa e em plena pequena área ofensiva «aliviou» a bola para fora quando tinha o segundo golo e a decisão (definitiva) da eliminatória nos pés. O Porto pareceu órfão pela ausência de Jesualdo do banco e de Lucho (lesionado aos 30' teve de ser substituído por Mariano)

Na segunda parte o Porto foi melhorando, equilibrando o jogo e com o decorrer do tempo o Manchester pareceu acomodar-se, perigosamente, com o resultado. Com a entrada de Farias o Porto avançou mais, passou a ter maior presença na área (Lisandro andou sempre muito recuado depois da saída prematura, por lesão, de Lucho), Mariano Rodrigues conseguiu pelo lado direito alguns desiquilíbrios e o milagre podia ter acontecido quando num desses cruzamentos Lisandro apareceu a finalizar na área mas com a bola a sair à figura de Van der Saar.

Afinal não houve surpresa porque o Porto para ganhar teria de estar, mais uma vez, bem acima do padrão médio de jogo e o Manchester abaixo, o que desta vez não aconteceu.

A arbitragem do suiço Bussaca esteve em bom plano sem influência no resultado.

Ficha do Jogo
Estádio do Dragão, no Porto
Árbitro: Massimo Busacca (Suíça)

FC Porto - Helton; Sapunaru (Tomás Costa, 80 m), Rolando, Bruno Alves e Cissokho; Lucho (Mariano, 31 m), Fernando e Raul Meireles; Hulk, Lisandro e Rodriguez (Farias, 63 m).

Suplentes: Nuno, Stepanov, Guarín, Mariano, Farias, Tomás Costa e Andrès Madrid.

M. United - Van der Sar; O’Shea, Ferdinand, Vidic e Evra; Giggs, Carrick, Anderson (Scholes, 78 m) e Cristiano Ronaldo; Rooney e Berbatov (Nani, 68 m).

Suplentes: Ben Foster, Gary Neville, Evans, Scholes, Nani, Tevez e Macheda.

Golos: 0-1 por Cristiano Ronaldo (6 m).
Disciplina: cartão amarelo a Vidic (42 m) e Evra (57 m).

Nas meias finais, tal como o ano passado, estão três equipas inglesas e uma espanhola, Manchester-Arsenal (porque o Arsenal venceu o Villarreal por 3-0) e Barcelona-Chelsea são as parelhas.

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2009-04-07

FC Porto está na corrida das meias finais da Champions League


Man. United

2-2

FC Porto



Old Trafford só rugiu durante quatro minutos

O Porto entrou no jogo da melhor maneira e aos quatro minutos Cristian Rodriguez aproveitando um mau alívio dum defesa inglês à entrada na área pelo flanco direito rematou cruzado de pé esquerdo anichando a bola na malha lateral interna da baliza de Van der Saar.

Um golo já estava garantido e eram os adeptos portistas que faziam a festa em Old Trafford. Grande dinâmica no desenvolvimento do jogo ofensivo e a equipa de Manchester pareceu surpreendida. Contudo a equipa do Porto (será estratégia para provar aos adversários que é mais forte?), mais uma vez, ofereceu um golo ao opositor. Em Madrid fora Helton, agora foi Bruno Alves. A bola estava dominada em posse dos jogadores portistas, foi atrasada para Bruno Alves e este deu mais para trás, sem ver, pondo a bola nos pés de Rooney que adivinhou o lance. Estava o empate conseguido, sem esforço para o Manchester aos 15'.

A equipa do Porto não ficou afectada, recuava para trás da linha da bola sempre que a perdia e desdobrava-se muito bem para a frente mais do que justificando o empate ao intervalo. Só por uma vez Helton foi posto à prova na primeira parte ao defender um remate perigoso de cabeça de Cristiano Ronaldo.

Na segunda parte os ingleses tomaram mais a iniciativa, Helton fez duas excelentes defesas: Rooney da intermediária fez um remate surpresa em vólei que Helton defendeu para canto. O outro de um canto da esquerda de Giggs (que entrara pouco antes) Vidic disparou de cabeça para excelente parada do guarda-redes portista. O treinador inglês pôs a «carne toda no assador» fazendo entrar Tévez e Gary Neville este último para o lugar de Evans. O Porto fez a primeira substituição já depois do Manchester ter feito as três! Por volta dos setenta minutos o Porto voltou a organizar algumas iniciativas ofensivas e Van der Saar também se teve de aplicar designadamente num remate de longe de ressaca de Cissokho.

A cinco minutos do fim de um lançamento da linha lateral marcado rapidamente os inglese chegaram à vantagem: a bola foi posta na área junto à linha de fundo para um toque de calcanhar de Rooney e Tévez antecipou-se a um defesa portista fusilando Helton. Era um resultado injusto para o Porto e parecia o destino normal das equipas portuguesas, mas este Porto não desiste. Um lance empreendedor de Lisandro levou a bola até à área adversária e o cruzamento a sair da esquerda sobrevoou o centro da defesa inglesa para ir parar no peito de Mariano que, com a saída de Vander Saar em cima dele, teve o ensejo de desviar a bola para o fundo da baliza. Um resultado justo numa exibição de grande nível da equipa do Porto, com Fernando e Sissokho a fazerem grandes exibições e a colocar o Estádio do Dragão em polvorosa para o jogo da segunda mão onde um empate a zero ou a um golo basta!

O árbitro num jogo sem problemas disciplinares esteve bem mas pareceu ter havido um penalty sobre Hulk durante a segunda parte.

Estádio Old Trafford, em Manchester
Árbitro: Konrad Plautz (Áustria)

Manchester United: Van der Sar; O´Shea, Vidic, Evans (Gary Neville, 72) e Evra; Fletcher, Carrick e Scholes (Tevez, 72); Ronaldo, Rooney e Park (Giggs, 58)

Suplentes: Foster, Nani, Eckersley e Macheda

FC Porto: Helton; Sapunaru, Rolando, Bruno Alves e Cissokho; Lucho, Fernando e Raul Meireles (Tomás Costa, 79) (Madrid, 90+3); Hulk, Lisandro e Rodriguez Mariano, (80)

Suplentes: Nuno, Stepanov, Tarik e Farías

Marcadores: 0-1, Rodriguez (4); 1-1, Rooney (15); 2-1, Tevez (85); 2-2, Mariano (89)

Acção disciplinar: Cartões amarelosa para Bruno Alves aos 75'por cortar uma bola com o braço à entrada da área e para Helton (90+4) por demorar a reposição de bola.

No outro jogo Villarreal e Arsenal empataram 1-1 com a equipa espanhola a adiantar-se por Marcus Senna na primeira parte e Adebayor aos 67' a nivelar o marcador.

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2008-05-29

Há 40 anos estava triste ...

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2008-05-21

Manchester United é o campeão europeu



Man United

1-1 (6-5 pen.)

Chelsea


O Manchester ganhou mais uma Taça confirmando no duelo europeu o triunfo que conseguira no duelo inglês interno. Começou bem o Manchester que foi superior na primeira parte. Avançou no marcador por Cristiano Ronaldo com um excelente golo de cabeça, esteve perto de fazer o 2-0 numa jogada iniciada também por ele e parecia um jogo talhado para o Man. United e para Ronaldo. No entanto, um golo ao cair da primeira parte numa jogada cheia de ressaltos deu o empate ao Chelsea por Lampard o que a produção do jogo até então não justificava.

Na segunda parte a situação modificou-se e foi Lampard, Essien & Ca. que se superiorizou à equipa de Manchester. Com mais segurança na troca de bola e um jogo mais colectivo o Chelsea ameaçou passar para a frente no marcador. Drogba, que fez pouco, atirou um pontapé sensacional ao poste e Lampard voltou a acertar com a bola nos limites (entenda-se a barra) da baliza de Van der Saar. Cristiano Ronaldo a jogar muito chegado à linha esquerda do campo não tinha espaços e a sua influencia na segunda parte foi menor...

No prolongamento o jogo decorreu mais aberto, o físico começou a ceder com vários jogadores a revelarem dificuldades num confronto muito disputado e a decisão iria ser tomada por penalties, não sem que antes num desentendimento enorme motivado por coisa pouca, Drogba tenha sido expulso a 3' do final do prolongamento.

Nos penalties Ronaldo o 3º. do Manchester falhou e como todos os outros marcaram cabia ao capitão do Chelsea John Terry marcar o 5º. e ganhar a Taça. Inacreditavelmente o pé de apoio, esquerdo, escorregou antes de desferir o remate fatal com o pé direito e a bola saiu ao lado da baliza. O milagre para o Man I»United e para Ronaldo estava a caminho. Anderson e Nani maracariam os penalties e Anelka permitiu a defesa de Vander Saar.

O Man Unieted colecciona mais uma Taça enquanto o Chelsea conseguiu a sua primeira presença numa final europeia mas saiu derrotado (Mournho não se deve ter importado muito).

A arbitragen esteve em bom plano num jogo difícil, mas errou várias vezes nas marcações de cantos vs pontapés de baliza.

Ficha do jogo:
Estádio Luzhniki, em Moscovo

Árbitro: Lubos Michel (Eslováquia)

MANCHESTER UNITED – Van der Sar; Wes Brown (Anderson, 123m), Ferdinand, Vidic, Evra; Hargreaves, Scholes (Giggs, 87m), Carrick e Cristiano Ronaldo; Rooney (Nani, 101m) e Tevez.
CHELSEA – Cech; Essien, Terry, Ricardo Carvalho, Ashley Cole; Ballack, Makelele (Belleti, 120m) e Lampard; Joe Cole (Anelka, 98m), Drogba e Malouda (Kalou, 92m).
Ao intervalo: 1-1

Golos: 1-0, Cristiano Ronaldo (26); 1-1, Lampard (45).

Grandes penalidades: 6-5

Acção disciplinar: cartão amarelo a Makelele, Scholes, Ferdinand, Ricardo Carvalho, Vidic, Ballack, Tevez. Cartão vermelho para Drogba.

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2007-11-27

Outra vez ? Sporting e o estigma dos últimos minutos

Sporting logoMan. United logo
Man. United

2 - 1

Sporting



Tire-se 5 minutos aos jogos e o Sporting continuaria na Champions

O Sporting com praticamente nulas probabilidades de continuar na Champions e a não depender de si próprio (bastaria a Roma ganhar em Kyiv para o Sporting fizesse o que fizesse estar de fora) tinha porém um jogo apetitoso, para demonstrar a capacidade dos seus jovens, perante o Manchester United já qualificado e 75.000 espectadores ao vivo.

Pois a equipa de Paulo Bento soube bem interpretar tal facto e jogou na primeira oparte desinibida no campo todo e ganhou um ânimo extra com a obtenção de um golo de Abel num remate da direita quase junto à lateral que surpreendeu o guarda-redes polaco Kuszczak da equipa inglesa, que imaginaria um centro.

A verdade é que os ingleses claudicaram nessa fase do jogo e o Sporting ameaçou o 0-2 que não deixaria de ser surpreendente. A bola chegou mesmo a entrar na baliza do Man. United pela segunda vez, mas Liedson estava em fora de jogo e o lance foi anulado.

O ritmo e intensidade de jogo durante a primeira parte não foi alto e por isso o Sporting foi gerindo bem as coisas. Nesta altura a Roma já ganhava por 3-0 em Kyiv e por isso o Sporting estava fora da Champions mesmo ganhando e estava dentro da Uefa mesmo perdendo.

Na segunda parte logo na reentrada Carlos Tevez e Giggs na equipa por troca de Nani e o jogo foi bem diferente. O Man. United acelerou, a intensidade aumentava e o Sporting passou por problemas. O empate era inevitável e aconteceu deopois de um deses desiquilibrios provocados pela insistencia de jogo. Cruzamento da esquerda para Cristiano Roonaldo falhar o remate a bola sairia ao lado mas Had , apertado por Tevez, desviou a bola para o fundo da baliza.

Com 1-1 o o jogo voltou a a amenizar, mas o Sporting nunca conseguiu o equilíbrio de jogo da primeira parte. Purovic era uma unidade a menos e demorou Paulo Bento em fazer as substituições. A primeira substituição foi para sair Romagnoli e só por volta dos oitenta minutos é que saiu Purovic esforçado mas inconsequente e Izmailov para entrarem Farnerud e Pereirinha. Maus passes na linha defensiva deram as jogadas de maior perigo para o Man. United com Rui Patrício a evitar o golo de Hargreaves recém-entrado depois de uma assistencia de João Moutinho!!

Restava ao Sporting contabilizar um ponto mas nos últimos minutos «decidiu» não sair de perto da baliza com Liedson a fazer uma falta perveitamente escusada e Cristiano Ronaldo a facturar na marcação de livre.

Pois é. Já viste este filme ... e não foi há muito tempo.

A arbitragem que em certod lances da primeira parte pareceu caseira ( então aquela entrada de O«Shea a João Moutoinha merecedora de amarelo nem falta foi?) acabou por fazer uma arbitragem razoável não acedendo aos pedidos de penalties do Man. United em lance casual com a bola a tocar na mão de Miguel Veloso e mostrando o cartão amarelo ao jogador do Manchester que simulou uma falta.

Ficha do jogo:


LIGA DOS CAMPEÕES - 5.ª JORNADA (GRUPO F)
MANCHESTER UNITED-SPORTING

Estádio Old Trafford, em Manchester
Hora: 19:45
Árbitro: Claus Bo Larsen (Dinamarca)

MANCHESTER UNITED
Kuszczak; O'Shea, Ferdinand, Vidic e Evra; Carrick, Fletcher e Anderson; Cristiano Ronaldo, Saha e Nani

SPORTING
Rui Patrício; Abel, Tonel, Polga e Had; Miguel Veloso, João Moutinho, Romagnoli (Vukcevic 68') Izmailov (Farnerud 82'); Purovic (Pereirinha 82') e Liedson

Golos: 0-1 Abel em remate cruzado da direita com a bola a entrar ao primeiro poste
1-1 Had (p. b) 61' a desviar remate de Cristiano Ronaldo
2- 1 Cristiano Ronaldo na marcação de um livre directo (90+3')

Acção Disciplinar:
47' - Cartão amarelo para Had por falta sobre Tévez.
81' - Cartão amarelo a Cristiano Ronaldo por protestos.
83' - Cartão amarelo a Evra por simular um penálti.
88' - Cartão amarelo para Polga por falta sobre Ronaldo.

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2007-09-19

Sporting perde com golo de Cristiano Ronaldo


Sporting

0-1

Man. United




Pareceu injusto... mas foi normal

Ganhou a melhor equipa, essa é a realidade. Aparentemente não houve grande diferença, mas quem tem no banco Saha, Andersson e mesmo assim teve ainda quatro ou cinco jogadores de grande categoria ausentes, tem obrigação de ganhar e ... normalmente ganha.

Pena foi que Cristiano Ronaldo tivesse marcado o golo que deu o triunfo ao Man. Inited e principalmente não tivesse jogado assim nos dois últimos jogos da selecção portuguesa.

O Sporting na primeira parte jogou bem, entrou no jogo sem se amedrontar e tendo mesmo a iniciativa. A possibilidade de golo até chegou a pairar em Alvalade com um remate de Romagnoli cruzado a ser desviado por um defesa que quase traía Van der Saar. Aos 27' Liedson recebeu a bola de Miguel Veloso e rematou à entrada da área, obrigando Van der Sar a ceder canto.


Na segunda parte as coisas foram um pouco diferentes. É natural que à medida que o jogo se desenrola os espaços sejam maiores, a pressão sobre o jogador que tem a bola tende a diminuir e aí, em princípio, tira vantagem a equipa que tem melhores jogadores. Foi o que aconteceu no lance do golo do Manchester United. Vários jogadores do Sporting na zona do meio-campo a a chegarem atrasados aos duelos o Man. United a partir para o ataque com tempo para pensar e executar a jogada, da direita Wes Brown cruza com a defesa ainda deslocada, Cristiano Ronaldo aparece desmarcado a cabecear a bola a pouca altura do relvado, sem qualquer hipótese de defesa. Já antes um cruzamento da esquerda encontrara Giggs no meio da área à vontade, a sorte foi que este não sincronizou o tempo de salto e a bola saiu alta.

Vídeo do golo do Manchester United


Sentiu-se que dificilmente o Sporting conseguiria mudar as coisas. Passado o abalo dos minutos seguintes ao golo o Sporting recompôs-se. Entrou Purovic para o lugar de Romagnoli, um pouco depois Pereirinha para o lugar do já deficitário Ronny, e o Sporting chegou a dispor de uma grande ocasião para empatar num cruzamento da esquerda com cabeceamento de Tonel, mas Van der Saar efectuou então a defesa da noite.

Os ingleses geriram o resto do jogo, Cristiano Ronaldo saiu antes do final do jogo (ele que não festejou o golo) para receber os aplausos.

Do árbitro, tal como ontem no jogo do Benfica, fico outra vez com a sensação de que, nas pquenas coisas os «maiores» são mais protegidos. Infelizmente nós, portugueses, perante Milan e Manchester United não somos os maiores. No entanto, não houve lances decisivos.

Estádio: Estádio José Alvalade - XXI Espect.: 39514
Árbitros: Herbert Fandel, Aux - Carsten Kadach,Volker Wezel

SPORTING - Stojkovic; Abel, Tonel, Polga e Ronny (Pereirinha 73'); João Moutinho, Miguel Veloso, Romagnoli (Purovic 67') e Izmailov (Vukcevic aos 55'); Liedson e Yannick.

MANCHESTER UNITED - Van der Sar; Wes Brown, Rio Ferdinand, Vidic e Evra; Nani, Carrick, Scholes e Giggs; Cristiano Ronaldo e Rooney (Saha AOS 71').

Golos: 0-1 Cristiano Ronaldo 81'

15' Cartão amarelo para Romagnoli por simular falta
37' Cartão amarelo para Nani por falta sobre Miguel Veloso.
81' Cartão amarelo para Van der Sar por demora de reposição de bola em jogo.

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2007-04-24

Champions League - Semi-final : Man. United took advantage


Man. United
3
2
Milan



Rooney the man of the match











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