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2011-10-01

Benfica vence Paços de Ferreira e aguarda desfechos dos rivais

Benfica logoPaços de Ferreira logo S. L. Benfica

4-1

F.C. Paços de Ferreira

Saviola fez dois golos no regresso à titularidade...


O Benfica recebeu na Luz para a jornada 7 a equipa do Paçõs de Ferreira que, para além de estar a fazer uma época bastante inferior ao habitual, se apresentou bastante desfalcada neste jogo por motivos de castigos e lesões.

Já o Benfica não pôde contar com Javi Garcia e Jorge de Jesus optou por deixar no banco Witsel, subindo à titularidade Matic enquanto Aimar e Saviola eram titulares em simultâneo (acontecimento raro esta época), com Bruno César e Gaitán nas alas. De resto os outros elementos do onze foram os habituais.

Cardozo enfiou a bola dentro da baliza de Cássio após jogada em que começou por fazer um remate defendido pelo guarda-redes pacense, Bruno César atrás da linha da bola, logo em posição legal insistiu e Cardozo de cabeça inauguraria o marcador não fosse o árbitro assistente marcar um fora de jogo inexistente.

Contudo, Saviola, em noite inspirada, viria a fazer aos 22 e 43 minutos os dois golos que davam expressão no marcador à vantagem do Benfica ao intervalo. Ainda antes deste Aimar protagonizou jogada de perigo mas em disputa com um defesa pacense, em lance discutível quanto a eventual falta deste, acabou por perder o controlo da bola.

Na segunda parte Cássio teve de se aplicar a novo remate de Saviola e foi com o jogo a decorrer na mesma toada de superioridade encarnada que o jogo sofreu uma viragem inesperada.

O árbitro assinalou penalty de Luisão sobre Luisinho aos 51'. Há um movimento da perna do defensor encarnado já depois do avançado visitante ter adiantado a bola mas na repetição televisiva ficou a ideia que quem promove o contacto é o avançado. O que é certo é que o Paços de Ferreira reduziu a diferença por Michel (que entrara ainda na primeira parte a substituir o lesionado William) e o Benfica enervou-se. Pouco depois foi Artur que evitou o empate ao defender uma cabeçada de Melgarejo. Na verdade, de quase morto o Paços de Ferreira passou a acreditar que podia fazer mais alguma coisa. Contudo essa possibilidade existiu apenas durante alguns minutos uma vez que Luisão aos 65’, de cabeça, concluiu com sucesso uma jogada de livre apontado por Aimar, repondo a vantagem em dois golos que Nolito, recém entrado, logo a seguir aumentaria.

Após o resultado feito e ainda com tanto tempo para jogar o Benfica limitou-se a deixar correr o marfim com períodos até de falta de concentração.

A arbitragem da equipa de Bruno Esteves foi péssima. Ao intervalo o Benfica tinha quatro foras de jogo assinalados e em nenhum deles houvera motivo para isso (inclusivé no golo que não valeu). Depois houve três lances de possível penalty a favor do Benfica (um de Aimar na primeira parte e dois na segunda: empurrão e salto por cima dum avançado antes de cabecear e outro lance com Cardozo a dominar a bola e esta a ser desviada pelo cotovelo dum defesa) não considerando o árbitro haver motivos em nenhum deles para ser assinalado. Não obstante, o favorável ao Paços de Ferreira foi marcado sem hesitações … Sem querer fazer associações de ideias, mas apenas relatando factos, este foi o árbitro do Feirense-Porto em que deixou um penalty de Belushi por assinalar...

Não me resta outra conclusão senão dizer que cedo vai chegar a internacional…

01 de Outubro de 2011
Estádio da Luz
Espectadores: 33467
Árbitro: Bruno Esteves (Setúbal)
Auxiliares: Mário Dionísio e Rui Cidade
4º. Árbitro : Nuno Almeida

Benfica: Artur Morais, Maxi Pereira, Luisão, Garay e Emerson; Matic, Gaitán (Witsel 72'), Pablo Aimar e Bruno César (Nolito aos 59'), Cardoso e Saviola (Rodrigo 76')

Paços de Ferreira: Cassio, Cohene, Eridson, Diogo Figueiras e Victor (Sassá 63'); Josué, Luís Carlos, Luisinho e Filipe Anunciação, Melgarejo (Caetano 78') e William (Michel 34')

Golos: Saviola (2) aos 21' e 43'; 2-1 Michel (pen) 51'; 3-1 Luisão 65'; 4-1 Nolito 66'
Disciplina: Cartão amarelo a Melgarejo 8'
Cartão amarelo a Matic 45+1'
Cartão amarelo a Luisão 49'
Cartão amarelo a Gaitán aos 52'
Cartão amarelo a Josué aos 54'
Cartão amarelo a Luisinho 68'
Cartão amarelo a Nolito aos 88'

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2011-03-21

Benfica não vai ser campeão, mas ninguém joga assim...

Benfica logoPaços de Ferreira logo P. de Ferreira

1-5

Benfica


Nota técnica e nota artística muito elevada
...

Com holandeses, in loco, a espiar os encarnados, estes puseram-nos com olhos esbugalhados nos primeiros vinte e cinco minutos de jogo. Três golos, podiam ter sido cinco... grande mobilidade, variações extraordinárias, defesa pacense desbaratada e iniciativas desequilibrantes de Jara, Aimar, Gaitán, Saviola, enfim...

Cedo se percebeu que este Benfica não era de poupança apesar das ausências de Sidnei, Fábio Coentrão e Salvio. Num lance de bola parada Javi Garcia quase foi "estrangulado" por dois defesas e ainda recebeu uma joelhada... Nunca vira um penalty tão nítido nestas disputas de bola na área em lances de "bola parada": Cohene viu cartão amarelo e Cardozo, mais em jeito do que em força, não falhou e pôs o Benfica em vantagem.

Aos 13' pelo lado direito uma combinação Saviola-Aimar conclui-se com um remate ao primeiro poste do médio argentino do Benfica.

Aos 25' o terceiro golo: um monumento ao futebol, talvez o melhor golo deste campeonato. Jogada ao primeiro toque finalizada com um remate fabuloso de Gaitán após assistência de Cardozo. Vale a pena ver futebol assim...

Mas não se pense que foram três oportunidades, três golos. O Benfica pelo meio teve hipósteses de marcar mais em lances de Jara e de Cardozo.

O Paços de Ferreira viu o jogo mudar nos dez minutos subsequentes. Empolgado por um auto-golo de Carole após livre em jeito de canto curto, o Paços de Ferreira demonstrou que sabe jogar a bola empurrando o Benfica para o meio-campo e estando à beira de fazer o 2-3 num livre frontal de Ozéia com Roberto ainda a desviar a bola e esta a bater no poste...

Os pacenses equilibraram a posse de bola passaram para a frente na estatística dos pontapés de canto mas perderam as suas já remotas possibilidades quando Cohene ultrapassado por Saviola no lado esquerdo do ataque encarnado impede-o de prosseguir em falta e vê o segundo cartão amarelo.

Na segunda parte também não foi preciso muito para perceber que o jogo não iria ter a intensidade da primeira parte. O Benfica confortável no resultado, o Paços de Ferreira querendo (e em certa medida, conseguindo-o) manter a réplica e jogar no campo todo...mas podendo menos, ainda foi pondo a defesa encarnada em sentido, com Jardel a mostrar em certos lances alguma lentidão.

Uma única oportunidade do Benfica com Aimar a receber por trás da defesa um lançamento longo, grande recepção mas o remate não foi suficientemente desviado de Cássio que defendeu com o pé. Com as substituições finais e entrada de Nuno Gomes adivinhou-se que o resultado não ficaria assim. O experiente avançado português mais uma vez mostrou a sua veia goleadora e em cerca de um quarto de hora em campo marcou ...dois golos! Não é preciso muito, basta ser inteligente e saber posicionar-se... O primeiro após defesa de Cássio a remate sem ângulo de César Peixoto a bola sobrou para remate de pé esquerdo de Nuno Gomes, o guarda-redes voltou a defender depois foi de pé direito... O segundo e quinto da equipa e último do jogo outra vez insistência de César Peixoto, desta vez à entrada da área bola sobrante para Nuno Gomes em linha com o último defesa pacense e desvio na bola... sem hipóteses para Cássio.

Triunfo encarnado inapelável com 25 minutos do melhor que se vê por aí...

O Benfica pode evitar assim que o Porto festeje o título no Estádio da Luz.. e para isso basta empatar; mas queremos mais...

Arbitragem de Artur Soares Dias sem grandes polémicas. O penalty é do tamanho da Torre Eiffel e a expulsão sem espinhas... Ainda houve um fora de jogo mal assinalado a Jara no início da segunda parte mas aí a culpa é do assistente...

Paços de Ferreira: Cássio, Baiano, Ozéia, Javier Cohene e Maikón; Manuel José, Filipe Anunciação e Brunio Di Paula (Bura 46'); Mário Rondón, Nélson Oliveira (Rui Caetano 61') e Pizzi (Ammond 71').

Benfica: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Jardel e Carole; Javi Garcia; Gaitán (Carlos Martins 71'), Aimar e Jara; Cardozo (César Peixoto 65') e Saviola (Nuno Gomes 77')

Golos: 0-1 Cardozo (pen) 4'; 0-2 Aimar 13'; 0-3 Gaitán 25'; 1-3 Carole (p.b.) 28'; Nuno Gomes (2) aos 82' e 90'+1'

Disciplina: 4'Cartão Amarelo para Javier Cohene (P. Ferreira) por cometer penalty sobre Javier Garcia.
37' Cartão Amarelo para Maykon (P. Ferreira).
41' Segundo Amarelo e respectivo Vermelho para Javier Cohene (P. Ferreira) por falta sobre Saviola.
69' Cartão Amarelo para Baiano (P. Ferreira), por protestos

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2010-10-29

Benfica obtém a quinta vitória consecutiva no Campeonato

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2-0

Paços de Ferreira


Aimar: grande golo e melhor jogador em campo

Jogo de abertura da 9ª. Jornada da Liga Zon Sagres a anteceder o jogo da Champions decisivo na 3ª. feira na Luz frente ao Lyon e o jogo do Dragão da próxima semana.

O Benfica tinha quatro jogadores em risco de afastamento do jogo do Porto caso vissem um cartão amarelo neste jogo. Só três participaram no jogo ficando Carlos Martins de fora. Gaitán jogou na direita e César Peixoto na ala esquerda, de resto não houve novidades na constituição da equipa.

O jogo foi bastante interessante com a equipa do Paços de Ferreira a dar excelente réplica equilibrando o jogo em várias fases do mesmo. Já depois de Saviola ter enviado a bola à barra, o Benfica ganhou vantagem no marcador ainda cedo (aos 13') numa jogada excelente de Pablo Aimar que saiu do meio-campo defensivo com a bola controlada e foi passando pelo meio dos adversários para à entrada da área rematar de pé direito, em volley, batendo Cássio. Nos minutos subsequentes o Benfica teve várias oportunidades para aumentar a vantagem destacando-se um lance em que Kardec na esquerda cruzou rasteiro, Fábio, no meio, deixou passar para a direita e Saviola tinha tudo para fazer golo mas acertou em Maikon em cima da linha de baliza.

Nesses minutos imediatos a defesa pacense apareceu confundida mas safando-se do 0-2 (o Benfica eficaz da época passada tê-lo-ia conseguido!) reagiu bem e dispôs de bons lances ofensivos. Muno Santos demonstrou ser um jogador de remate fácil e fez perigar a baliza de Roberto ao rematar de fora da área ligeiramente por cima da barra. Depois Roberto tteve de se aplicar e fez defesas seguras, tendo realizado mais uma boa exibição depois do desastroso início de época.

No início da segunda parte a equipa do Paços de Fertreiro veio com ideias e se o Benfica havia chegado à estatística de cinco pontapés de canto favoráveis contra zero, esta inverter-se-ia para seis favoráveis ao Paços de Ferreira contra cinco.

A defesa encarnada hoje demopnstrou boa segurrança e o resultado do jogo ficou decidido um tanto contra a cortrente de jogo através da marcação de um penaltyy assinalado por Bruno Esteves. Convenhamos que depois de seis lances de penalty inequívoco não assinalados nesta época não estávamos
a espera que este que deixou algumas dúvidas viessa a ser assinalado, Foi um lance dividido com a bola adiantada para Fábio Coentrão e Cohene fez o tackle tocando na bola mas praticamente em simultâneo na perna direita do lateral do Benfica. Kardec estreou-se a marcar no Campeonato e desequilibrou mais o resultado na respectiva conversão.

Com 2-0 Jesus fez a gestão dos amarelados tirando primeiro Javi por Airton e mais tarde Luisão por Sidnei.

Os encarnados ainda se veriam em superioridade numérica por duplo amarelo a Baiano (83') e aí O Benfica bem poderia ter aumentado o score: Saviola ao rematar por cima da barra e Kardec ao acertar a finalização com a bola num defesa bem poderiam ter feito melhor.

Estádio da Luz:
Cerca de 29 mil espectadores
Árbitro: Bruno Esteves (Setúbal)

BENFICA: Roberto, Maxi Pereira, Luisão (Sidnei 87'), David Luiz, César Peixoto (Salvio 63'), Javi García (Airton 75'), Gaitán, Aimar, Fábio Coentrão, Saviola, Kardec.

P. FERREIRA: Cássio, Baiano, Bura, Javier Cohene, Maykon, André Leão (David Simão 77'), Filipe Anunciação, Leonel Olímpio, Rondon, Nuno Santos (Amond 81'), Pizzi (Nélson Oliveira 67')

Golos: Aimar 13'; Kardec 64' (de penalty)

Disciplina: 34' Cartão Amarelo para André Leão (P. Ferreira) por falta sobre Javi García;
64' Cartão Amarelo para Javier Cohene (P. Ferreira)no lance do penalty com Coentrão;
78' Cartão Amarelo para Baiano (P. Ferreira);
83' Segundo cartão amarelo para Baiano por falta já sem bola) sobre Coentrão, e consequente cartão vermelho;
86' Cartão Amarelo para Leonel Olímpio (P. Ferreira) por falta sobre David Luíz e posterior diferendo com o jogador do Benfica (que se safou, sem o ver).

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2010-08-14

Sporting começou o campeonato a perder...

Paços de Ferreira logo P. de Ferreira

1-0

Sporting


O mais saliente é que foi um resultado normal...

Nova época, novo treinador, alguns novos jogadores, é o renovar de esperanças em fazer melhor do que antes... Passa-se, assim, com quase todas as equipas. Mas no Sporting é um ritual repetido ano após ano. Esta pré-época mostrou uma equipa aparentemente melhor organizada, mas também é evidente que os reforços não são de grande nome e os mais conhecidos estão na parte final da sua carreira desportiva (Maniche). Entretanto, perdeu João Moutinho e Miguel Veloso...

Muitas esperança ... e na primeira parte até se viu um futebol dinâmico com a equipa do Sporting a superiorizar-se ao Paços de Ferreira, a criar algumas boas oportunidades de marcar: duas belas defesas de Marcos (aos 22' a remate de Postiga e aos 44' a remate com selo de golo de Liedson), bola na barra em cabeceamento de Postiga aos 24'. Viu-se ainda muitas dificuldades dos pacenses nos pontapés de canto em que o Sporting criou perigo mas com finalização deficiente.

Não se pense, porém, que o Paços de Ferreira se limitou a defender. A equipa da casa teve numa jogada rápida pela direita de Manuel José (24') uma oportunidade com Rondon a não chegar por pouco para finalizar o cruzamento.

Na segunda parte é que algo se modificou. Mexeu o Sporting ao intervalo fazendo entrar Vukcevic para o lugar de Valdés, mas foi o Paços de Ferreira que apareceu a comandar o jogo. Aos 49' repetiu-se a jogada da primeira parte com um cruzamento de
Manuel José a ser desperdiçado pelo venezuelano Rondón que apareceu de trás mas falhou o contacto com a bola perdendo um golo quase certo.

Porém, aos 60' após insistência ofensiva do Paços de Ferreira, a ganhar sucessivas segundas bolas na intermediária ofensiva, Manuel José a cruzar tenso da direita e Rondón a surgir ao primeiro poste antecipando-se e desviando de primeira cruzado para o golo pacense. O Sporting demorou a reagir ao golo e se havia surpresa era porque o resultado não aumentou quando Randóm completamente isolado (66') não soube bater Rui Patrício.

O treinador do Sporting Paulo Sérgio teve então que arriscar mais e tirou Carriço para entrar Djaló, desfazendo, assim, uma espécie de desenho 4-2-3-1 com que se apresentou, mas o rápido avançado sportinguista quase não se viu. Em desespero apostou em Saleiro saindo Matias Fernandez, que em boa verdade na segunda parte desapareceu do jogo. Nesta altura Rui Vitória também quis, naturalmente, preservar a vantagem e fez entrar mais um central.

É certo que nos últimos minutos e outra vez de canto o Sporting podia ter empatado: livre de Vukcevic com boa defesa de Cássio para canto e na sequência deste cabeceamento de Polga à vontade, mas ao lado; contudo o resultado justifica-se por uma segunda parte em que o Paços de Ferreira foi melhor. Faltou um pouco de sorte ao Sporting na primeira mas na segunda parte a quebra da equipa foi notória...

A arbitragem não teve casos.

14-Ago-2010, 21:15
Estádio da Mata Real em Paços de Fereira
Árbitro: Soares Dias
P. FERREIRA: Cássio, Baiano, Samuel, Bura, Jorginho, Leonel Olímpio, Manuel José (Pedro Queirós 90'), David Simão (Javier Cohene 79'), André Leão, Rui Caetano (Nuno Santos 87'), Rondon,

SPORTING: Rui Patrício, João Pereira, Daniel Carriço (Djaló 69'), Polga, Evaldo, Nuno André Coelho, Matías Fernández (Saleiro 79'), Maniche, Valdés (Vukcevic no início da 2ª. parte), Hélder Postiga, Liedson

Golos: Rondon 60'
Disciplina:
71'Cartão Amarelo para Samuel (P. Ferreira).
89'Cartão Amarelo para Vukcevic (Sporting), por marcar um livre sem que o árbitro tivesse apitado.


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2010-04-05

FC Paços de Ferreira nasceu há 60 anos

O Futebol Clube Vasco da Gama, de Paços de Ferreira, foi criado a 5 de Abril de 1950. Na génese desta colectividade pacense estiveram os dirigentes do Agrupamento N.º 11 do Corpo Nacional de Escutas, denominado precisamente de «Vasco da Gama», colectividade que está na génese do actual F. C. Paços de Ferreira. A estreia oficial do novo clube ocorreu a 19 de Novembro de 1950, com o «Vasquinho» - designação carinhosa pela qual era tratado entre os seus adeptos – a vencer em Lousada a equipa do Tapada, por 2-1.

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2010-03-07

Liga Sagres: Benfica ganha bem e aproveita o empate do Braga para se distanciar mais

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3-1

Paços de Ferreira


Diabos à solta em vinte minutos... chegaram ao 2-0

Este jogo envolvia alguns perigos dada a qualidade de jogo ofensivo do Paços de Ferreira que marca muitos golos. E caso marcasse em primeiro lugar...

Masd a equipa do Benfica sabia que parta aproveitar os deslizes do Porto (empate em casa frente ao Olhanense) e principalmente do Braga (empate em Setúbal) tinha de jogar bem e concentrado. A equipa do Benfica entrou com grande velocidade, muitas trocas de bolacopm desmarcações constantes e aos vinte minutos de jogo já vencia por 2-0. O primeiro golo foi aos 12' após uma insistência por alto com dois passes de cabeça de Cardozo, com o segundo a assistir Rúben Amorim que também de cabeça desviou a bola para o fundo da baliza, aproveitando a chegada tardia do guarda-redes do Paços de Ferreira. O segundo golo foi uma jogada de antologia iniciada por Di Maria a passar por dois adversário e passar longitudinalmente para Saviola que fintou um adversário foi para dentro e rematou de pé esquerdo ao primeiro poste. Dois golos de vantagem davam um ambiente espectacular ao estádio onde chegaram 42.941 pessoas para assistir.

O treinador do Paços de Ferreira mexeu cedo na equipa fazendo entrar Candeias para o lugar de Manuel José. O jogo estava rápido e passou por uma fase em que tanto podia dar golo para uma equipa como para outra. Fosse o Benfica a marcar a goleada ficaria eminente fosse o Paços e o resultado ficaria em aberto. Pois foi esta última hipótese a acontecer. Numa jogada de futebol directo um cruzamento longo da esquerda apanhou David Luiz fora da defesa com Fábio Coentrão atrasado a fechar na esquerda mas William ganhou a dianteira e finalizou de cabeça diminuindo o ambiente fervoroso da Luz.

Na segunda parte os encarnados retomaram o ataque à baliza pacense e as oportunidades sucediam-se. Cardozo exige intervenção do guarda-redes. Di Maria mais um slalom pela esquerda e remate... à barra! Até que Cardozo consegue finalmente o 3-1 tranquilizador...num remate feliz com a bola a tabelar não num mas em dois defesas e a fazer um chapéu ao guarda-redes.

O Paços de Ferreira esgotou as substituições ainda não tinha o Benfica feito nenhuma mas era evidente que o triunfo do Benfica não fugiria. O jogo já não era disputado ao mesmo ritmo do primeiro tempo, o Benfica usava mais o controlo da bola e esteve sempre mais perto o 4-1 do que o 3-2. Na parte final também Jesus fez experiências tirando Airton (que esteve bem) e faze fazendo entrar Meneses, depois Sidnei também entrou para jogar no meio-campo, por fim Saviola saiu para entrar César Peixoto.

Triunfo claro da melhor equipa com períodos brilhantes e outros nem assim...

O árbitro notabilizou-se por querer mostrar amarelos aos jogadores encarnados; Diu Maria por protestos, Luisão por uma falta, Saviola por (pretensa) simulação de penalty. Protestos maiores e mais insistentes fez Ricardo e passou incólume.

Sob arbitragem de Artur Soares Dias, as equipas alinham:

BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Airton (Filipe Menezes, 70); Ruben Amorim, Carlos Martins (Sidnei, 78) e Di María; Saviola (César Peixoto, 81) e Cardozo.
Suplentes: Júlio César, Nuno Gomes, Felipe Menezes, César Peixoto, Sidnei, Kardec e Éder Luís.

P. FERREIRA: Coelho; Manuel José (Candeias, 30), Danielson, Ricardo e Jorginho; Leonel Olímpio, Livramento e Bruno; Pizzi, William e Maykon.
Suplentes: Cássio, Davidson, Kelly, Romeu Torres, Fábio Pacheco, Candeias e Carlitos.

Marcador: 1-0 por Rúben Amorim (12); 2-0 (Saviola, 16): 2-1 por William (42); 3-1 por Cardozo (57)

31' Cartão amarelo a Di Maria por protestos
45' Cartão Amarelo para Luisão
61' Cartão Amarelo para Saviola
75' Cartão Amarelo para Jason Davidson por falta sobre Maxi Pereira


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2009-10-05

Liga Sagres: Benfica obtém sexta vitória consecutiva

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Paços de Ferreira

1-3

SL Benfica

Benfica resolveu na primeira parte

Este jogo encerrava aparentemente dificuldades maiores para os encarnados que, pressionados após a derrota na Grécia com o AEK, tinham ausências importantes na equipa (Di Maria, Pablo Aimar e Maxi Pereira) e defrontavam uma equipa que tradicionalmente é muito lutadora e agressiva em casa.

Não foi o que viria a acontecer. Com três minutos de jogo o Benfica já ameaçara marcar por duas vezes e na sequência de um canto da esquerda fê-lo mesmo com um desvio de cabeça de David Luís. O Paços de Ferreira respondeu com duas jogadas pelo lado direito (uma delas em claro fora de jogo) a ser finalizadas com perigo por Leandrinho. Num remate do meio da rua surpreendente de Carlos Martins o Benfica chegou ao segundo golo o que obrigou o treinador do Paços de Frerreira a fazer entrar Cristiano, substituindo Danielson. O Benfica a partir daí pareceu mais interessado em controlar o jogo eliminando as tentativas de ataque do Paços de Ferreira que passou a ter mais posse de bola. Sabe-se, porém, como está a capacidade concretizadora da equipa da Luz em bolas paradas e num livre directo (por falta indiscutível de Ozeia sobre Saviola que valeu o cartão amarelo ao central pacense) Cardozo de pé esquerdo fez a bola anichar-se nas redes de Cássio pela terceira vez: um remate ao ângulo superior esquerdo da baliza do Paços com o esférico ainda a roçar na barra. A máquina goleadora do Benfica prosseguia...

Na segunda parte seja pela substituição de Carlos Martins (por Felipe Menezes), pela chuva, seja pela reacção do Paços de Ferreira, seja pela menor frescura física (após o jogo europeu de 5ª. feira) o Benfica deixou de jogar. As estatísticas de final do jogo são esclarecedoras: 15 remates do Paços de Ferreira contra 8 do Benfica, 55% de posse de bola para a equipa da casa. Sendo assim não admirou que fosse o Paços de Ferreira a marcar por Maikon aos 68' e a ter por Cristiano, logo a seguir, após uma jogada espectacular, o 2-3 negado por Quim.

Ao Benfica só interessava terminar com o jogo, o Paços de Ferreira lutou para amenizar o resultado.

O árbitro João Ferreira não teve lapsos fundamentais mas não teve muita coerência em termos disciplinares.
Ficha técnica:

Árbitro: João Ferreira (Setúbal), assistido por Pais António e Luís Ramos.

Estádio: Mata Real, em Paços de Ferreira.
P. Ferreira: Cássio; Baiano, Ozéia, Danielson (Cristiano, 32) e Jorginho; Ricardo, Manuel José, Leonel Olímpio e Maykon (Roncatto, 78 [Carlitos, 84]); Ciel e Leandrinho.

Suplentes: Coelho, Pedrinha, Cristiano, Fábio Pacheco, Roncatto, Carlitos e José Coelho.

Benfica: Quim; Rúben Amorim (César Peixoto, 68), Luisão, David Luiz e Shaffer; Javi Garcia, Ramires, Fábio Coentrão e Carlos Martins (Felipe Menezes, 45); Saviola (Weldon, 77) e Cardozo.

Suplentes: Júlio César, Sidnei, Felipe Menezes, Nuno Gomes, Weldon e Keirrison.

Golos: 0-1 David Luís de cabeça na sequência de um canto 3' ; 0-2 Carlos Martins, 0-2 Cardozo, 1-3 Maikón 68'

Acção Disciplinar:
24' Cartão Amarelo para Jorginho (P. Ferreira).
25' Cartão Amarelo para Rúben Amorim (Benfica).
40' Cartão Amarelo para Ozéia (P. Ferreira)por agarrar Saviola quando este fugia perigosamente
57'Cartão Amarelo para Cristiano (P. Ferreira) por protestos.
70'Cartão Amarelo para Quim (Benfica) por demora na reposição de jogo.

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2009-02-15

Benfica ganha sem convencer

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3-2

Paços de Ferreira


Festival de golos... inesperado

O Benfica a jogar em casa contra a equipa com mais golos sofridos na Liga e já depois de ter visto o Sporting ontem a inverter o resultado negativo e a vencer 2-1 no Restelo e (ouvir) o Porto empatado a cinco minutos do fim, mas resolver o jogo por Farias.

Com David Luís a lateral direito (por castigo de Maxi Pereira) e Jorge Ribeiro à esquerda, Quique preferiu deixar Yebda no banco (tinha 4 amarelos) jogando Carlos Martins. Na frente outro impedimento este de Suazo (nem convocado foi) jogou Cardozo.

Na primeira parte o Benfica teve dificuldades em criar desiquilíbrios ofensivos e apenas num lance esteve por duas vezes com hipóteses de marcar: Luizão a desviar de cabeça a bola que bate na relva e sobe até à barra, na recarga Aimar também de cabeça coloca a bola para um golo que Cássio evitou com uma defesa extraordinária.

O Paços de Ferreira aparecia interessdo praticamente só em defender e a passar tempo, mas na segunda parte já com impaciência dos adeptos encarnados, foi o Paços de Ferreira que dispôs de uma grande oportunidade de golo aos 55': Leandro Tatu aproveitou o buraco no meio da defesa da casa, fintou Moreira e depois enviou a bola enrolada para a baliza mas tão devagar que David Luís evitou que a mesma transpusesse a linha de baliza.

Di Maria entrou ao 56' substituindo Carlos Martins e o argentino viria a ter um papel decisivo.

O Paços de Ferreira que conseguira tirar vários foras de jogo aos avançados encarnados sofreria o primeiro golo num lance em que Cardozo sai de uma posição em linha para disputar a bola com Cássio, este chegou primeiro, mas inexplicavelmente com a perturbação da presença do avançado paraguaio deixou a bola para este voltar aos golos atirando para a baliza deserta aos 69'.

Logo a seguir Ruben Amorim aproveita uma bola à entrada da área para rematar para o fundo da baliza, num golo, desta vez sem qualquer culpa para o guarda-redes pacense tal a colocação da bola junto ao poste a meia altura. Os adeptos encarnados descansavam mas por pouco pois o Paços de Ferreira foi à linha de fundo do lado direito no um para um Rui Miguel ganhou a Sidnei cruzando rasteiro e atrasado para o desvio fatal de Ferreira.

Já perto do final Di Maria de um lançamento da linha lateral na intermediária ofensiva ganhou espaço e com a bola a «pedir-lhas» mandou uma «bomba» fazendo um chapéu monumental a Cássio num golo festejado exuberantemente.

A verdade é que depois do 0-0 durante tanto tempo, uma vez aberta a contagem os golos sucediam-se e o Paços de Ferreira ainda fez o 3-2 ao minuto 90 num remate cruzado rasteiro de Chico Silva após cruzamento da direita de Rui Miguel. Ao minuto 93' num livre da esquerda o Paços de Ferreira esteve perto de igualar o jogo, desvio de cabeça de Luizão mas para os pés de Kelly que disparou contra o poste e na recarga o remate do mesmo Kelly foi desviado por Sidnei, grantindo o triunfo para o Benfica.

A arbitragem não esteve muito feliz com a marcação de alguns foras de jogo inexistentes, mas não houve casos graves a afectar o resultado.

Liga Sagres, 18.ª jornada
Estádio do Sport Lisboa e Benfica, Lisboa
Hora: 20:45
Árbitro: Cosme Machado (Braga)

BENFICA: Moreira; David Luiz, Sidnei, Luisão e Jorge Ribeiro; Katsouranis, Carlos Martins (Di Maria 56'), Ruben Amorim e Reyes; Aimar (Mantorras 90') e Cardozo (Nuno Gomes 79')

Suplentes: Quim, Miguel Vítor, Binya, Yebda, Di María, Nuno Gomes e Mantorras

Treinador: Quique Flores

P. FERREIRA: Cássio, Danielson, Ricardo, Kelly e Jorginho (Chico Silva 83'); Pedrinha e Dedé; Rui Miguel, Ferreira e Cristiano (Leandro Tatu aos 27'); Edson (André Pinto 76')

Suplentes: Coelho, Kiko, Chico Silva, Cristelo, Leandro Tatu, André Pinto e Carlos Carneiro

Treinador: Paulo Sérgio

Golos: 1-0 Cardozo 69' aproveitando uma falha clamorosa de Cássio; 2-0 Ruben Amorim 73'; 2-1 Ferreira 75'; 3-1 Di Maria 87' ; 3-2 90+2 Chico Silva

Disciplina:
37' - Cartão amarelo para Danielson.
45' - Cartão amarelo para Pedrinha, por atrasar o jogo.
62' - Jorginho faz falta sobre Di María e vê o cartão amarelo.
64' - Cartão amarelo a Cássio por demorar na reposição da bola.
84' - Cartão amarelo para o recém-entrado Chico Silva, por falta sobre Di María à entrada da área.
86' - Cartão amarelo para Reyes.
87' - Cartão amarelo para Di María, por ter tirado a camisola durante os festejos do 3º. golo.

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2008-10-26

Liga Sagres: 6ª. Jornada . Porto perde e Trofense pontua pela primeira vez

Resultados da 6ª. Jornada
24 Out. 20:30Trofense0-0Académica
25 Out. 18:30Belenenses 1-1Vit. de Guimarães
25 Out. 21:00FC Porto 2-3Leixões
26 Out. 16:00Marítimo1-1Rio Ave
26 Out. 16:00Nacional 1-0Vit. de Setúbal
26 Out. 19:00Benfica2-1Naval 1º. de Maio
26 Out. 21:00Paços de Ferreira0-0Sporting
27 Out. 19:45 Braga-Estrela da Amadora

Comentários: O grande destaque da jornada vai para o Leixões que depois de na jornada passada ter feito o Benfica marcar passo (empate no Estádio do Mar) foi ao Dragão fazer melhor ainda: vencer o campeão nacional e infligir aos «dragões» a primeira derrota no campeonato. Da vantagem de dois golos da primeira parte, a equipa teve força e confiança para desafiar os locais após estes terem chegado ao empate e até foi preciso marcar dois golos para valer um e vencer o encontro.

O Benfica venceu a Naval com grandes dificuldades e com mais uma fraca arbitragem que não assinalou um penalty claro sobre Ruben Amorim na primeira parte e tirou na segunda um fora de jogo incrível a um jogador da Naval que seguia isolado. A verdade é que o Benfica chegou ao golo já depois de uma hora de jogo mas teve de sofrer a reacção da Naval que chegou ao empate. Quando os espectadores na Luz já sofriam uma desilusão Cardozo deu o triunfo. A equiap do Benfica está longe ainda da consolidação e da consistencia necessárias principalmente ao nível do meio-campo.

O Sporting acabou há minutos de empatar em Paços de Ferreira. Uma primeira parte superior dos leões com o guarda-redes pacense a ter que se aplicar para manter o nulo, mas uma segunda parte melhor dos pacenses que ameaçaram também o golo deu justificação a um empate que não servindo aos dois distribui o mal pelas aldeias.

A jornada começou na sexta-feira com um nulo na Trofa entre o último classificado e a Académica. O Trofense pontuou pela primeira vez na 1ª. Divisão Nacional à 7ª. jornada.

Hoje à tarde jogaram ambas as equipas madeirenses em casa mas foi o Nacional o mais feliz ao vencer o Vitória de Setúbal com um golo solitário de Néné de penalty já no último quarto de hora do jogo. O Marítimo teve que dar corda aos sapatos para evitar a derrota. Niquinha colocou o Rio Ave em vantagem e foi já a poucos minutos do fim que Bába fez o empate.

Os quatro últimos classificados empataram todos, porque tamém o Belenenses empatou em casa frente ao Vitória de Guimarães por 1-1. José Pedro fez os golos: o primeiro na própria baliza, o segundo ao converter um penalty por falta sobre Roncato. A equipa agora treinada por Jaime Pacheco é antepenúltima na tabela classificativa.

Na próxima semana o Benfica vai a Gumarães, o Porto recebe a Naval e o Sporting tem nova deslocação difícil agora a Vila do Conde. Já os comandantes do Nacional jogam o derby madeirense nos Barreiros enquanto o Leixões joga em casa com o Paços de Ferreira. Temos campeonato!!!


LugarClubePontosGolos
1.Nacional1310-5
1.Leixões1310-7
3.Benfica 1211-7
4FC Porto119-5
5.Sporting107-5
5.Est. da Amadora(*) 104-2
6.Vit. de Guimarães96-5
8.Marítimo85-3
8.Naval 1º. de Maio 88-7
8.Académica 83-4
11.Vitória de Setúbal73-5
12.Rio Ave65-6
12.Braga (*)5 3-4
14.Belenenses34-9
15.Paços de Ferreira27-13
16.Trofense14-12
(*) Têm menos um jogo

Próxima Jornada - 7ª.
31 Out. 20:30Vitória de Setúbal -Trofense
1 Nov. 18:45 Naval 1º. de Maio -FC do Porto
1 Nov. 21:00 Rio Ave-Sporting
2 Nov. 16:00 Académica-Braga
2 Nov. 16:00 Estrela da Amadora -Belenenses
2 Nov. 16:00Leixões-Paços de Ferreira
2 Nov. 19:45Vitória de Guimarães-Benfica
3 Nov. 19:45Marítimo-Nacional

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2008-09-22

Liga Sagres: Primeira vitória do Benfica que para o conseguir teve de marcar quatro golos

Benfica logoPaços de Ferreira logo P. de Ferreira

3-4

Benfica


Não foi jogo de hóquei... foi mesmo de futebol

Já sabíamos que o Benfica jogava com uma defesa remendada face à ausência de Luisão e impossbilidade de remediar com Katsouranis (ambos castigados) e admitia-se dificuldades para os encarnados faze à sempre aguerrida equipa do Paços de Ferreira. O que ninguém imaginaria é que a defesa encarnada oscilasse tanto, guarda-redes incluído, sofresse três golos e mesmo assim a equipa de Quique Flores conseguisse a primeira vitória em jogos oficiais esta época.

Cedo se percebeu que o Paços de Ferreira seria uma equipa em todo o campo ao conseguir logo no decurso do segundo minuto um livre e um pontapé de canto. Mas aos 6' o Benfica, no que seria a melhor jogada de todo o encontro,após um lance perfeito: Reyes, Carlos Martins, Reis e o cruzamento deste da esquerda milimétrico para Nuno Gomes concluir de primeira, ganhou vantagem e pensou-se que o pior estaria feito. Puro engano, o Benfica está muito inseguro e passou pouco tempo até sofrer o golo do empate. A bola foi afastada pela defesa para a zona intermediária defensiva com Reyes a falhar o alívio e a proporcionar a Ozeia um remate feliz que ainda desviou num defesa para entrar sem apelo na baliza de Quim. Mais uma vez o Benfica ganhava e cedo se esfumava a vantagem.

O problema é que às insuficiências defensivas encarnadas o Paços de Ferreira respondia com a mesma moeda e à passagem da meia hora (31') o Benfica regressava à posição de vencedor. Ruben Amorim viu bem Nuno Gomes nas costas e enviou-lhe a bola com o avançado encarnado a rematar de cabeça cruzado da esquerda para a direita obrigando Bruno Conceição a uma defesa apertada de recurso, com Maxi Pereira a aparecer ao segundo poste a finalizar vitoriosamente. Perto do intervalo um cruzamento da direita foi interceptado pelo braço de Tiago Valente e Crdozo «facturou» o terceiro de penalty.

O intervalo foi vivido com tranquilidade pelos adeptos encarnados que mal sabiam o que teriam ainda de sofrer. Ao intervalo Quique não soube incutir a melhor tactica para a segunda parte e a realidade é que face à descontracção e recuo defensivo do Benfica, que não controlava a posse de bola, o Paços de Ferreira foi acreditando. Uma asneira de Sidney a agarrar a bola perto da linha d fundo,pensando provavelmente numa falta a favor por ligeiro toque do adversário, proporcionou mais um lance de bola parada para o Paços de Ferreira e Rui Miguel fez o 3-2 com muitas culpas para Quim a largar a bola.

Nessa altura já Carlos Martins apresentava dificuldades físicas os treinadores mexiam nas equipas mas Jorge Ribeiro num dos raros lances em que se aventurou na frente fez um soberbo remate de pé esquerdo cruzado com a bola ainda a tabelar na parte interior do poste e a anichar-se nas redes.

Mais uma vez a tranquilidade encarnada foi por pouco tempo, porque a segurança e dominio de jogo nunca ocorreu por parte dos encarnados. As substituições também não terão sido as melhores e o meio campo encarnado vem pecando por pouca solidez defensiva. Balboa a defender foi (é) pior do que Rubem Amorim e o Paços de Ferreira não desistindo atingiu o 3-4 em mais um lance de bola parada com a defesa encarnada a não afastar convenientemente a bola de primeira, marcando William aos 85'. Com cnco minutos até aos 90 mas mais cinco minutos de desconto, o Paços ainda tinha tempo par chegar ao 4-4. E na verdade, o Benfica em pânico ia prenunciando isso, restando a Quim redimir-se da falha do segundo golo para garantir nos últimos segundos o primeiro triunfo da euipa de Lisboa na Liga Sagres desta época.

A arbitragem de Bruno Paixão foi complicada, com os jogadores a fazerem muitas faltas, mas nos lances mais polémico ajuizou bem.

No outro jogo de hoje, disputado ainda antes do jogo de Paços de Ferreira, o Vitória de Guimarães foi derrotado em casa pelo Nacional da Madeira por 2-0 (golos de Nenê aos 28' e de Alonso aos 61 de g.p.) e assim os madeirenses mantém-se no primeiro lugar só com triunfos em igualdade com o Sporting. O jogo ficou também marcado por das expulsões de jogadores do vitória: Sereno (64') e Gregory (70') dois centrais da equipa de Guimarães, quando já perdiam por 2-0.

Estádio da Mata Real, em Paços de Ferreira

Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal)

PAÇOS DE FERREIRA – Bruno Conceição; Ricardo, Ozéia, Tiago Valente (Rui Miguel, 46 m) e Chico Silva; Filipe Anunciação (Cristiano, 70 m), Paulo Sousa, Pedrinha e William; Edson (Filipe Gonçalves (79 m) e Leandro Tatu.

BENFICA – Quim; Maxi Pereira, Miguel Vítor, Sidnei e Jorge Ribeiro; Carlos Martins, Yebda, Ruben Amorim (Balboa, 77 m) e Reyes (Di Maria, 88 m); Nuno Gomes (Aimar, 68 m) e Cardozo.

Golos: 0-1, Nuno Gomes (6 m); 1-1, Ozéia (13 m); 1-2, Maxi Pereira (31 m); 1-3, Cardozo (44 m); 2-3, Rui Miguel (63 m); 2-4, Jorge Ribeiro (76 m); 3-4, William (85 m).

Disciplina: Cartão amarelo a Maxi Pereira, Tiago Valente, Filipe Anunciação, Nuno Gomes, Rui Miguel, Leandro Tatu e Quim.

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2008-04-04

Paços de Ferreira empata Guimarães

Paços de Ferreira logo Paços de Ferreira

2-2

Vitória de Guimarães


Com quem ferros mata com ferros morre...

Jogo de inusitada importância face à posição classificativa de ambas as equipas, com o Vitória a lutar pela qualificação directa para a Liga dos Campeões que premeia o segundo lugar e o Paços de Ferreira em penúltimo na classificação a querer granjear pontos que lhe permita ultrapassar pelo menos uma equipa para conseguir a manutenção no escalão maior do futebol português.

Face a estes objectivos ambas as equipas pretendiam a vitória, mas cedo se percebeu diferenças de meios para atingir essa finalidade. O Vitória a usar maior técnica e a jogar com mais segurança organizartiva e porque não dizê-lo maior tranquilidade, o Paços de Ferreira com maior agressividade, mais genica, e a praticar um futebol mais directo.

O Paços de Ferreira dispôs da primeira oportunidade de golo com Wesley isolado a desperdiçar (11') com o remate a ser defendido por Nilson. Foi assim, com grande contraste na eficácia que o Guimarães se apanhou a ganhar por 1-0 com um remate à entrada da área cruzado de Desmorets (14') após passe de Alain, com bola ainda a bater no poste mas a entrar na baliza.

Foi pois aos locais que competiu andar atrás do prejuizo e a verdade é que durante a primeira parte os pacenses têm razões de queixa da arbitragem de PedroProença. Primeiro um fora de jogo mal assinalado num lance que daria golo (a bola entrou na baliza ainda que já com o jogo interrompido) e perto do final da primeira parte um penalty não assinalado após excelente jogada individual de Wesley, com Sereno a tocar no pé esquerdo do jogador pacense (e não na bola). Também disciplinarmente se verificou a maior intranquilidade dos pacenses com vários amarelados...

Na segunda parte o Vitória pareceu descansar cedo de mais noa vantagem adquirida com os locais ainda que em esforço a procurarem mais o ataque e esta vontade foi premiada com o empate num excelente cabeceamento de William a finalizar um cuzamento da direita de Edson.

Os minutos que se seguiram pareceram demonstraram que o Guimarães estavam apenas a controlar o jogo e o resultado porque lhe era favorável já que logo após sofrerem o empate voltaram a superiorizarem-se, tiveram uma bola no poste e num livre (discutível saber se foi o defesa que fez oposição ilegal se foi o avançado que bateu no defesa já colocado) directo Desmorets voltou a marcar colocando os visitantes de novo em vantagem.

Parecia que os locais já não tinham força psicológica, operaram-se as substituições da ordem (as do Vitória mais para controlar o tempo, nada de novo trazendo à equipa) e já em tempos de desconto o futebol directo pacense foi coroado com o empate - depois de um toque de cabeça, Wesley rematou de pé esquerdo com a bola a fugir do mio opara o canto superior direito de Nilson sem hipótese para este. O Vitória que ganhara a dois minutos do fim na passada semana com um golo de Roberto desperdiçava, assim, o triunfo em Paços de Ferreira já nos descontos (foram concedidos quatro minutos).

O empate acaba por ser um resultado ajustado. Maior técnica, organização e tranquilidade dos vitorianos, mais nervo, mais físico mas grande força psicológica para o Paços de Ferreira.

Empate que não satisfaz totalmente os interesses de qualquer uma das equipas, mas que também não as desmobiliza pelos objectivos que continuarão a prosseguir.

Estádio: Estádio da Mata Real
Árbitros: Pedro Proença, Aux - José Lima,Tiago Trigo 4º

PAÇOS DE FERREIRA - Peçanha; Mangualde (Furtado 79'), Rovérsio, Kiko e Chico Silva; Edson, Pedrinha (Dédé 64'), Paulo Sousa e Wesley; William e Cristiano (Fábio Paim 79').

V. GUIMARÃES - Nilson; Andrezinho, Sereno, Geromel e Momha; João Alves e Flávio Meireles; Alan (Moreno 85'), Ghilas (Fajardo 89') e Desmarets; Mrdakovic (Roberto 65').

Golos: Desmorets (2) 14' e 74'; 1-1 William 60'; 2-2 Wesley aos 90'+2'
Disciplina:
31' Cartão amarelo para Pedrinha (P. Ferreira).
52' Cartão amarelo para Paulo Sousa (P. Ferreira).
71' Cartão amarelo para Rovérsio (P. Ferreira).
73' Cartão amarelo para Kiko (P. Ferreira).
78' Cartão amarelo para Dedé (P. Ferreira).
84' Cartão amarelo para Furtado (P. Ferreira).

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2008-03-30

Benfica regressou às vitórias mas para além do Paços houve complicações adicionais...

Benfica logoPaços de Ferreira logo Benfica

4-1

Paços de Ferreira


Trocas de penalties... complicaram a vida do Benfica

O Benfia regressou ao segundo lugar em igualdade de pontos com o Vitória de Guimarães mas teve de sofrer o que o resultado final não demonstra.

O Benfica até jogou bem na primeira parte e chegou à vantagem com um soberbo golo de Cristian Rodriguez,que tendo ganho a bola à saída do meio campo encarnado, saiu em velocidade e ainda na intermediária de pé esquerdo aí vai bomba com a bola a só parar no fundo da baliza. Estava-se a meio do primeiro tempo e pensava-se que a equipa tranquilizaria. A verdade é que já perto dfo itervalo o jogo sofre um «golpe de teatro». Primeiro há um cruzamento da esquerda de Léo com um jogador pacense (Mangualde) a desviar a bola com o braço e Elmano Santos a não marcar o penalty e no minuto seguinte num ataque do Paços de Ferreira a bola vai a sair da área encarnada com Cristiano a correr à frente de Nélson e o avançado pacense a cair com o árbitro a marcar penalty. A verdade é que a queda é promovida pelo jogador visitante e a confusão foi grande com os protestos encarnados a serem premiados com dois amarelos. Wesley fez o empate e as equipas foram empatadas para o intervalo.

Na segunda parte o Benfica apareceu menos tranquilo e o Paços de Ferreira num contra-ataque até ameaçou o 1-2. Os pacenses, porém, cediam cantos e mais cantos e foram-se aglomerando na defesa e foi até foi o excesso de jogadores na área que deu o 2-1 ao Benfica. Pois é verdade, Léo (que fez um grande jogo) pela esquerda fez o passe para Cardozo e o remate deste foi desviado no corpo de Mangualde e traíu Peçanha.

A partir do 2-1 o Paços de Ferreira já não demonstrou capacidade de reacção tanto mais que o 3-1 só demorou seis minutos a aparecer num livre directo de Rui Costa que na véspera fez 36 anos. Marcou ainda de novo Rui Costa de cabeça, num golo com culpas para Peçanha, após cruzamento da esquerda de Cristian Rodrigues.

Foi um jogo em que três jogadores estiveram em evidencia: Léo ( o melhor em campo), Cristian Rodriguez (um golo e uma assistencia) e Rui Costa (dois golos). Na próxima época podem estar fora da equipa: o último por abandonar o futebol como jogador, os dois primeiros porque tarda a renovação.

Da arbitragem bastariam os dois lances já referidos para dar nota negativa, mas outros erros mais foram cometidos.

Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro: Elmano Santos ((AF Madeira)

BENFICA – Quim; Nélson, Edcarlos, Katsouranis e Léo; Petit; Maxi Pereira (Di Maria, 59 m), Rui Costa e Cristian Rodriguez; Nuno Gomes (Mantorras, 79 m) e Cardozo (Binya, 86 m).

PAÇOS DE FERREIRA – Peçanha; Mangualde, Rovérsio, Kiko e Chico Silva; Filipe Anunciação, Paulo Sousa e Pedrinha; William (Renato Queirós, 81 m), Wesley (Ricardinho, 71 m) e Cristiano (Edson, 61 m).

Golos: 1-0 Cristian Rodriguez (23 m); 1-1 Wesley (42 m, de grande penalidade); 2-1 Cardozo (68 m); 3-1 Rui Costa (74 m); 4-1, Rui Costa (84 m).

Cartão amarelo a Edcarlos, William, Wesley, Rui Costa, Nuno Gomes, Filipe Anunciação e Mangualde.

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2008-02-23

Lisandro marca mais dois e Porto ganha

Benfica logoPaços de Ferreira logoPorto

3-0

Paços de Ferreira


Réplica dos pacenses só na primeira parte

O Paços de Ferreira em má posição na tabela classificativa ouviu más notícias esta tarde com o triunfo do Estrela da Amaora frente à União de Leiria (4-2 depois de ter estado 0-2) e com, José Mota no banco achou que podia fazer oposição ao Porto. Apresentou-se a jogar no campo todo e fez uns 30 minutos bastante agradáveis, período em que ganhou cantos, criou perigo e até obrigou Helton a grande defesa.

Não que o Porto não assumisse o jogo. Os portistas também enviaram a bola à barra por Farias (20') e tiveram supremacia, mas a tactica pacense em pôr os jogadores portistas em fora de jogo ia resultando. Até no golo que Farias apontou aos 40' em recarga a defesa de Peçanha, porque na altura do primeiro remate, o avançado do Porto estava mesmo adiantado.

Ao cair do pano da primeira parte um lançamento perfeito para a desmarcação (desta vez contemporânea) de Lisandro, isolou o melhor marcador do campeonato e perante Peçanha fez um pequeno desvio da bola pelo meio das pernas do guarda-redes visitante.

Frustradas as intenções do Paços de Ferreira na segunda parte tudo foi mais fácil para o Porto, mas se o auxiliar da primeira parte levantava a bandeirola para os foras de jogo (num dos lances indevidamente porque Lisandro estava em linha) o da outro que acompanhou o ataque do Porto dexou Farias apanhar a bola em fora de jogo fugindo pela direita do ataque e cruzar para Lisandro fazer o segundo golo. O Porto que entrara muito bem na segunda parte com algumas jogadas de Sektoui mal finalizadas e com um remate ao poste por Lisandro, resolvia o jogo com este segundo golo o que proprcionou, mais tarde, a Jesualdo Ferreira fazer descansar jogadores, gerindo as substituições.

Já para além do minuto 90, Lucho fez a assistência para Mariano Gonzalez (que entrara para o lugar de Raul Meireles) fazer o terceiro golo dos portistas.

Ficha de jogo:

Estádio do Dragão

Árbitro: Paulo Costa (AF Porto).

FC Porto: Helton, Bosingwa, Bruno Alves, Pedro Emanuel, Marek Cech, Paulo Assunção, Lucho, Raúl Meireles (Mariano Gonzalez, 77m), Tarik (Kazmierczak, 87m) Farias e Lisandro (Hélder Barbosa, 79m).

P. Ferreira: Peçanha, Mangualde, Rovérsio, Kiko, Ferreira, Paulo Sousa, Filipe Anunciação, Pedrinha (Dedé, 54 m), Wesley (Renato Queiroz, 76m), Edson (Furtado, 66m) e Cristiano.

Golos: Lisandro (45 e 50m) e Mariano Gonzales (90+1m).

Disciplina: Cartões amarelos para Kiko (50m), Filipe Anunciação (66m) e Paulo Sousa (86m).

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2008-02-10

Taça de Portugal: Benfica também passa aos quartos de final

Benfica logoPaços de Ferreira logo Benfica

4-1

Paços de Ferreira


Dois penalties viraram o jogo a favor dos encarnados

O Benfica estreou Makukula mas Camaho deixou-o sozinho na frente na constituição do onze inicial. A verdade é que mal o jogo começara e os adeptos encarnados já tinham motivos de desconfiança - é que os pacences logo aos dois minutos adiantaram-se no resultado com um golo de Pedrinha.

O nervosismo dos benfiquistas foi evidente com muitos passes mal feitos e sem velocidade para criação de jogadas de ataque. Um fora de jogo mal assinalado evitou que um avançado do Paços de Ferreira surgisse isolado e Camacho cedo percebeu que só com Makukula na frente o Benfica não ia lá. Fez entrar Cardozo, saindo Edcarlos (lento e um dos que fez um passe para um adversário minutos antes), recuando Katsouranis.

A defesa do Paços de Ferreira passou a ter mais com que se preocupar mas foi já perto do intervalo que o Benfica empatou de penalty depois de jogada de Christian Rodriguez, quando ia a rematar há um pacense que tenta chegar a bola e parece haver um toque de pés, mas o penalty é duvidoso.

Depois do intervalo o Benfica aparece melhor e beneficia de novo penalty, assinalado pelo assistente, e desta vez sem margem para dúvidas. Makukula foi agarrado pela camisola na área. Este lance pior que o segundo penalty provocou o segundo amarelo e expulsão a Tiago Valente. Cardozo voltou a fazer golo com remate forte e a partir daqui o Benfica consegue superiorizar-se.

Peçanha evita com grande defesa o 3-1 por Katsouranis e ainda tenta reagir com alguns lances de bola parada a provocar inquietações a Butt. No entanto Rui Costa, com mais espaço, passa a sobressair com excelentes iniciativas e é ele próprio que aos 78' concretiza o 3º. golo de recarga depois de Nuno Assis não ter conseguido o golo.

A eliminatória estava decidida mas já em tempos de desconto Rui Costa protagoniza nova jogada de grande categoria e oferece a bola a Nuno Assis que arranca um excelente remate de pé esquerdo elevando o resultado final.

O treinador do Paços de Ferreira no final do jogo criticou veementemente a arbitragem de Azevedo Duarte que poderá ter errado no lance do primeiro penalty.

Estádio da Luz, em Lisboa

Árbitro: Augusto Duarte (AF Braga)

Benfica: Butt; Nelson, Edcarlos (Cardozo, 33m), Luisão e Léo; Katsouranis, Rui Costa (David Luiz, 90+1m) e Nuno Assis; Maxi Pereira, Makukula (Di María, 86m) e Rodriguez

P. Ferreira: Peçanha; Ferreira, Rovérsio, Tiago Valente e Valdir; Paulo Sousa, Filipe Anunciação e Pedrinha; Wesley (Dédé, 83m), Ricardinho (Furtado, 80m) e Cristiano (Edson, 57m)

Marcadores: 0-1, Pedrinha (2m); 1-1, Cardozo (41m g.p.); 2-1, Cardozo (52m g.p.); 3-1, Rui Costa (78m); 4-1, Nuno Assis (90+1m)

Disciplina: Cartão amarelo para Wesley (32m), Tiago Valente (41 e 51m), Ricardinho (45m), Katsouranis (56m), Nuno Assis (67m), Makukula (69m). Cartão vermelho para Tiago Valente (51m).

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2007-11-03

Minuto 86 outra vez precioso para o Benfica

Benfica logoPaços de Ferreira logo P. de Ferreira

1-2

Benfica


Golos de «bola parada» e pacenses infelizes

O Benfica tinha de ganhar este jogo para a proveitar os primeiros pontos perdodos pelo Porto na véspera, e entrou com essa disposição no jogo dominando claramente o primeiro quarto de hora. Porém, o Paços de Ferreira foi acertando nas marcações e equilibrou o jogo.

Aos 21' um livre da esquerda de Rui Costa com cruzamento para área deu o primeiro golo doi Benfica com Christian Rodriguez a rematar de cabeça com a bola ainda a bater noo poste antes de ir beijar as redes da baliza de Peçanha. Os benfiquistas podiam pensar que iriam ter a vida facilitada mas foi um engano. Depois de um primeiro pontapé de canto desfeito, dois jogadores encarnados contra um pacense junto da linha de fundo de Quim não evitaram (infantilmente) um segundo canto consecutivo. Este foi marcado curto para Cristiano que ghanhou a linha de fundo passando por Nuno Assis e cruzou tenso pra na pequena área Tiago Valente fazer o desvio para a baliza, estabelecendo o empate. O Benfica tinha estado a vencer durante oito minutos!

Com o empate estebelecido o jogo continuou a decorrer com muita briga por parte dos pacenses, sempre a disputar todas as bolas, com muita pressão e com os encarnados a cometerem muitos erros nos passes, ainda que com ligeira supremacia na posse de bola.

A segunda parte não foi muito diferente, um jogo muito aguerrido mas sem ser bem jogado, com os encarnados com mais pendor ofensivo mas com grande incapacidade de pôr à prova Peçanha, enquanto o Paços de Ferreira nunca desistia de fazer perigar a baliza de Quim perante uma defesa encarnada muito incerta e com Luís Filipe mais uma vez a não justificar a presença na equipa.

Com efeito aos 50' o Paços de Ferreira esteve perto do golo! Cristiano fugiu pela esquerda e o cruzamento foi finalizado por Ricardinho ligeiramente ao lado da baliza de Quim.

O Benfica controlava o jogo, com Christian Rodriguez a ser o mais inconformado no meio-campo encarnado, mas tinha muitas carencias para fazer criar perigo para Peçanha.

Camacho fez entrar Nuno Gomes (59m), Di María (72m) e Freddy Adu (83m) este último para substituir Cardozo (em má condição física) e foi perto do final que de novo livre de Rui Costa, da esquerda, levantado para a área com um cabeceamento (de novo) de Rodriguez que Peçanha defendeu instintivamente para a frente, que surgiria o segundo golo encarnado, na recarga de Katsouranis.

Com poucos minutos para a jogar não se pense que o Paços e Fereira desistiu. De um alívio desastrado de Luisão para canto surgou mais um calafrio para os benfiquistas com o canto a ser finalizado de cabeça por Furtado à barra.

Um trinfo importante e feliz do Benfica que, contudo, continua a revelar muitas inconsistencias...

A arbitragem cometeu alguns erros e mostrou muitos amarelos (quatro dos quais aos pares em lances prévios de marcação de cantos na área pacense).

Ficha de jogo

Estádio da Mata Real, em Paços de Ferreira

Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal); Aux - António Godinho,Paulo Ramos ,

Paços de Ferreira: Peçanha; Mangualde (Ferreira, 65m), Tiago Valente, Rovérsio e Chico Silva; Dedé, Pedrinha e Filipe Anunciação (Wesley, 88m); Ricardinho, Renato Queirós (Furtado, 73m) e Cristiano

Benfica: Quim; Luís Filipe, Luisão, Katsouranis e Léo; Maxi Pereira (Nuno Gomes, 59m) e Bynia; Nuno Assis (Di María, 72m), Rui Costa e Rodriguez; Cardozo (Freddy Adu, 83m), Bynia (84m)

Golos: 0-1, Rodriguez (21m); 1-1, Tiago Valente (29m); 1-2, Katsouranis (86m)

Disciplina:
27' Cartão amarelo para Renato Queirós por agarrar Quim quando este procrava reatar o jogo.
31' Cartão Amarelo para Cardozo e Rovérsio por se agarrarem mutuamente antes de um lance de bola parada
33' Cartão Amarelo para Maxi Pereira.
81' Cartão Amarelo para Nuno Gomes e Filipe Anunciaçao por agarrões na área.
82' Cartão Amarelo para Dedé.
84' Cartão Amarelo para Bynia por falta à entrada da área
90' Segundo Cartão Amarelo e Vermelho para Roversio por agarrar Nuno Gomes evitando um contra-ataque.


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2007-09-23

Porto soma e segue


Paços de Ferreira

0-2

Porto


Lisandro com dois golos resolveu


Esperavam-se dificuldades para os portistas nesta deslocação a Paços de Fereira. Porém, o Porto chegou ainda cedo à vantagem no marcador por Lisandro (11') e quando os pacences porfiavam pelo empate, um contra-ataque concretizado de novo por Lisandro resolveu definitivamente o jogo.

A crónica do jogo fica assim simplificada. O Porto inaugurou o marcador aos 11': Bruno Alves, em posição avançada no terreno, faz boa jogada pela direita e encontrou o avançado argentino no interior da área, que de primeira rematou para abrir o marcador.

O Paços de Ferreira reagiu bem à desvantagem e rondou com alguma insistência a área portista, mas demonstrou ineficácia na altura do remate à baliza.

O inicio da segunda parte não foi muito diferente. Aos 50' gera-se uma grande confusão na área portista mas a defensiva visitante afastou o perigo. Já após os treinadores terem mexido nas equipas o Porto arrumou o jogo aos 67'. Leandro Lima assistiu Lisandro López, mop limite do fira de jogo, que isolado frente a Peçanha fez o 0-2 e «matou» o jogo.

Os pacenses continuaram a lutar mas na parte final foi o Porto que esteve por cima concretizando a quinta vitória em cinco jogos e aumentanto a vantagem frente aos rivais da Luz.

A arbitragem foi contestada pelos pacenses que se queixam, designadamente de irregularidade (mão de bruno Alves) no lance do primeiro golo.

P. Ferreira – Peçanha; Ferreira, Luiz Carlos, Rovérsio e Mangualde; Dedé, Filipe Anunciação (Pedrinha, 57 m) e Fernando Pilar; Ricardinho, Edson (Edson Di, 69 m) e Cristiano (Furtado, 33 m).

FC Porto – Nuno; Bosingwa, João Paulo, Bruno Alves e Fucile; Lucho, Paulo Assunção (Tarik Sektioui, 82 m) e Raul Meireles (Bolatti, 63 m); Lisandro, Edgar (Leandro Lima, 57 m) e Quaresma.

Disciplina: cartão amarelo a Fernando Pilar (23 m), Luiz Carlos (24 m), Pedrinha (76 m), Ricardinho (82 m), Leandro Lima (84 m), Furtado (90 + 4 m)

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