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2011-08-24

Venham lá esses milhões da Champions! Benfica confirmado no sorteio de amanhã da fase de grupos da Champions

FC Twente logo

Benfica

3-1

FC Twente


Resultado lisonjeiro para a equipa de Co Adriaanse depois de uma avalanche de futebol ofensivo


Um jogo de muita importância financeira e desportiva capaz de pôr em causa o futuro desta época ou de a colocar nos trilhos do sucesso. O jogo de Twente e o resultado dava favoritismo à equipa portuguesa mas os holandeses também mostraram que eram uma equipa perigosíssima.

E esta noite o que se viu? Um Benfica de grande categoria técnica, táctica e de futebol ofensivo. Uma grande exibição - a melhor da temporada - ao ponto de tornar estes holandeses uma equipa banal ou de segunda escolha.

Domínio do Benfica em praticamente toda a primeira parte com as estatísticas todas desequilibradas a favor da equipa portuguesa menos em golos. Com efeito, mais de uma dezena de remates e nenhum bem sucedido. "Passes" ao guarda-redes (Javi Garcia, Gaitán), falta de definição na finalização (Wiksel um toque a mais na bola quando se impunha o remate de pronto depois de se enfiar no meio de dois defensores), defesas do guara-redes (um remate rasteiro perigoso de Cardozo já nos minutos finais da primeira parte) e remates tortos em duas das maiores oportunidades (Aimar e Gaitán em remates cruzados da direita para a esquerda).


Homens chave nos golos do Benfica

Ao intervalo dava para os adeptos mais pessimistas se preocuparem: se estes holandeses ainda não fizeram nada (de registo apenas um remate de Ruiz de fora da área em volley - ao jeito de Gaitán - a sair ao lado do segundo poste) quando fizerem alguma coisa marcam um golo e ficam por cima da eliminatória.



Mas tal filme trágico não podia acontecer face a estes intérpretes e ao guião imposto pelo Benfica. Logo nos primeiros segundos da segunda parte Cardozo ganha uma falta na intermediária ofensiva e do livre resultou o primeiro golo encarnado. Bola cruzada para a área, Cardozo a motivar as preocupações da defesa holandesa (foi bem agarrado, em lance que em jogos do FCP dava penlty), mas a bola foi para a cabeça de Luisão que a levanta por cima da linha extrema defensiva do Twente para Witsel de costas para a baliza (em posição legal porque se desmarcara no "timing" certo) fazer o golo com um pontapé de bicicleta!

Se se temia que os holandeses guardavam algumas reservas para discussão da eliminatória este golo afundou-os definitivamente. O Benfica continuou a forçar e o segundo golo não surgiu logo porque uma defesa a punhos do defesa central a desviar um remate de fora da área não foi punida como devia pelo árbitro alemão com o penalty competente (e amarelo para o defesa). Nos minutos seguintes o Benfica praticamente jogava dentro da área holandesa. Cardozo falha uma vez, faz outra jogada e isola-se e com a saída do guarda-redes (e com várias opções para assistir para um golo inevitável) "preferiu" rematar contra o corpo do guarda-redes. De um pontapé de canto marcado por Aimar da esquerda, Luisão ao primeiro poste cabeceia com sucesso fazendo o 2-0 e descansar mais os adeptos encarnados. Nem todos, um dizia que os holandeses tinham de marcar dois golos e continuavam a ter que marcar os dois golos (agora para empatar a eliminatória).

Dois? Não, não a partir dos 66' já tinham de ser três. É que numa jogada de contra-ataque (até então praticamente o Benfica jogou em ataque continuado e a equipa holandesa sempre a defender) e já após Co Adriaanse ter feito duas substituições, Cardoso isolou Witsel pelo centro e este rápido soube finalizar com precisão (a bola ainda a tabelar na parte interior do poste da baliza e a caminhar para o fundo da baliza), aumentando a vantagem da equipa portuguesa.

Só com 3-0 é que os holandeses ameaçaram verdadeiramente pela primeira vez a baliza de Artur que fez uma defesa fantástica aos 72' impedindo um golo de cabeça de Ruiz. Nos minutos seguintes foi a vez de Jesus fazer duas substituições com as saídas de Nolito - desta vez não marcou - e de Gaitán, para as entradas de Bruno César e Matic. Maxi Pereira foi amarelado por falta (escusada) no meio-campo e fica impedido de participar no primeiro jogo da fase de grupos.

Nesta altura o Benfica desacelerou mas Aimar ainda teve oportunidade de fazer brilhar Mihailov ao defender para canto um remate da estrela benfiquista que ameaçava o 4-0 (78').

Foi pelo lado esquerdo do ataque que o Twente, por Ola John (que veio dar outro dinamismo ofensivo), aproveitou a "ausência" do lateral direito e a "preguiça" de Luisão, que se deslocara do centro para a direita no sentido de realizar a "dobra" mas que se deixou ficar a considerável distância permitindo o cruzamento, que Ruiz finalizou desta vez de modo a tornar impossível a defesa a Artur.

Com 3-1 aos 85' o entusiasmo na Luz baixou um tanto, foi a vez de o Twente ainda pensar que podia fazer o segundo golo mas o jogo caminhou para o fim - só houve dois minutos de descontos - com um triunfo inequívoco e de números até insuficientes na expressão tamanha foi a superioridade do Benfica.


Grandes exibições de Aimar - está emn grande forma e desta vez até fez os noventa minutos de jogo - e de Witsel: vai ser um grande jogador no mundo do futebol, sem qualquer dúvida. Cardozo esteve mais aplicado e até combativo hoje fez um passe de ruptura excepcional no lance do terceiro golo, mas esteve perdulário e faltou melhor definição em alguns lances. Luisão, não fosse o espaço que concedeu no cruzamento do golo (ainda que originalmente não fosse a área dele) estaria perfeito com intervenção decisiva em dois golos. Emerson esteve bem e incorporou-se principalmente na segunda parte em muitos lances ofensivos. Artur já se disse fez uma defesa fantástica em dia de pouco trabalho. Enfim dia feliz para o mundo benfiquista que deixa muitas esperanças sobre o potencial deste Benfica...

Amanhã fica-se a conhecer os adversários da fase de grupos... e sete milhões de euros já cá cantam! A composição do lotes é a seguinte
Lista das equipas:

Pote 1: Manchester United, Barcelona, Chelsea, Bayern, Arsenal, Real Madrid, FC Porto e Inter
Pote 2: Milan, O. Lyon, Shakhtar, Valência, Benfica, Villarreal, CSKA e Marselha
Pote 3: Zenit, Ajax, B. Leverkusen, Olympiacos, Manchester City, Lille, Basileia e BATE Borisov
Pote 4: B. Dortmund, Nápoles, Dinamo Zagreb, APOEL, Trabzonspor, Genk, Viktoria Plzen e Otelul Galati

Ficha do Jogo:
24/08/2011 Estádio da Luz, em Lisboa, 2ª. Mão do Play-Off
Árbitro: Felix Brych (ALE) Auxiliares: Thorsten Schiffner e Mark Borsch
4º árbitro: Gunter Perl
Benfica: Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay e Emerson; Javi Garcia, Axel Witsel, Gaitán (Bruno César 74'), Nolito (Matic 74'), Pablo Aimar e Óscar Cardozo (Saviola 84')

Twente: Nikolay Mihaylov, Cornelisse, Douglas, Wisgerhof e Dwight Tiendalli; Luuk de Jong, Brama (Landzaat 76'), Janssen (Bajrami 61'); Bryan Ruiz, Janko e Berghuis (Ola John 61')

Golos: 1 - 0 aos 46'Axel Witsel, 2-0 aos 60' Luisão; 3-0 Axel Witsel aos 66'; 3-1 por Bryan Ruiz aos 85'

Disciplina: Cartão amarelo a Douglas 15'
Cartão amarelo para Maxi Pereira aos 76'

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2011-08-16

Benfica empata em Enschede: grande jogo e bom resultado, mas nada está decidido

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FC Twente

2-2

Benfica



Benfica virou o resultado... mas não soube segurá-lo (mais uma vez...)

Um jogo de grande categoria técnica, táctica e de futebol ofensivo. Play-off de acesso aos milhões da fase de grupos da Champions League a poder determinar o sentido da época desportiva. Por isso, um jogo demasiado importante para o nível ainda inicial de preparação das equipas...

Importa adiantar que ambas as equipas participaram na fase de grupos da Champions da época passada com os holandeses a encaixarem 13,4 milhões de euros e o Benfica 11,8 milhões (.pdf), Com a passagem ainda pela Liga Europa os holandeses acumularam mais 1,1 milhões de euros e o Benfica, com a presença na meia-final, mais 1,9 milhoes.

Logo aos 3' Gaitán em jogada individual ganha vários ressaltos e isola-se mas o remate à figura de Mihailov não ultrapassou o guarda-redes búlgaro da equipa holandesa. Aos 6' primeiro remate dos holandeses e primeiro golo. Luuk de Jong à entrada da área não foi suficientemente pressionado e foi convidado a fazer o remate que inaugurou o marcador.

Aos 13' Emerson combina com Nolito no interior da área de ataque, mas falha o remate. Aimar recupera a bola na zona do meio-campo e Cardozo avança com ela e remata colocado de pé esquerdo, fora do alcance de Mihaylov. O Benfica reequilibrava o marcador com a vantagem de j+á ter garantido marcar fora de casa.

Mas em jogo com duas equipas de grande capacidade técnica e com a baliza nos olhos os holandeses passado um minuto do empate dispôs de grande oportunidade para se recolocar em vantagem, com Artur a fazer a mancha a remate de Landzaat.

Aos 35' o Benfica dá a reviravolta no resultado com uma jogada ofensiva de grande qualidade com vários jogadores envolvidos. Jogada desenrolada pela direita, A bola passa por Cardozo, Gaitán e Wiksel isola-se com a saída do guarda-redes, tem toda a frieza do mundo para assistir Nolito do outro lado da área finalizar para a baliza deserta. O Benfica ganha avanço e ia construindo um excelente resultado. Mas esta equipa holandesa é forte e não se deu por vencida.

Até ao intervalo Artur tem de fazer duas grandes defesas. Primeiro a livre directo de Ruiz depois a remate de fora da área de Landzaat.

Na segunda parte a equipa do Twente ataca mais com a entrada logo no recomeço de Marc Janko um avançado de grande altura e poder físico.

Aos 54' o empate esteve à vista, desta vez, após um erro de Artur. Jesus via que tinha de segurar mais o meio-campo e fez entrar Rúben Amorim para a saída de Gaitán, mas Co Adriaanse respondeu com a entrada para o lado esquerdo do meio-campo de Ola John, que foi um quebra-cabeças para a defesa do Benfica.

Aimar - outra vez um grande exibição - dera o litro e saiu para a entrada de Saviola. O avançado encarnado não foi feliz pois poderia ter definido o jogo (e talvez a eliminatória) mas o remate saiu ao lado. No minuto anterior Artur fizera mais uma grande defesa a remate de Luuk de Jong.

As oportunidades sucediam-se e tanto o Twente podia empatar como o Benfica selar o carimbo de acesso caso marcasse o terceiro golo. Verdade se diga que em quantidade as jogadas dos holandeses eram em maior número.

Aos 80' avança Oli John pela esquerda e cruza longo para o segundo poste com Ruiz a empurrar Emerson e a cabecear para o fundo das redes de Artur num lance irregular que a equipa de arbitragem espanhola validou. Curiosamente com o empate a equipa do Benfica nos últimos dez minutos controlou melhor o jogo acabando ao ataque.

Jogadores do Benfica protestam a validação do golo do empate

Um jogo de nível alto em que o Benfica fez um bom resultado mas em que nada está decidido face à boa capacidade demonstrada pela equipa holandesa que na Luz pode marcar golos. Esperemos uma enchente e uma boa noite de futebol e de inspiração da equipa portuguesa em defesa dos cofres do clube e já agora do país.

O árbitro espanhol foi comedido na amostragem de cartões - só Artur viu o cartão amarelos por protestos no lance do 2-2 num jogo, aliás, bem disputado mas com poucas faltas - mas falhou na interpretação do lance do segundo golo do Twente.

Ficha do Jogo:
FC Twente Stadion, Enschede (NED)
Árbitro: Alberto Undiano Mallenco (ESP) – Stadium: FC Twente Stadion, Enschede (NED)

TWENTE: Mihaylov, Tim Cornelisse, Douglas, Wisgerhof, Dwight Tiendalli (Buysse 75'), Landzaat (Marc Janko int.), Wout Brama, Willem Janssen, Bryan Ruiz, Luuk de Jong, Emir Bajrami (Ola John 58').

BENFICA: Artur Moraes, Maxi Pereira, Garay, Luisão, Emerson, Javi García, Witsel, Gaitán (Rúben Amorim 56'), Aimar (Saviola 64'), Nolito, Cardozo (Matic 87')

Golos: 1-0 De Jong 6'; 1-1 Cardozo 21'; 1-2 Nolito 35'; 2-2 Ruiz 80'

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2009-08-04

Afinal (ainda) há milagres. Auto-golo no minuto 94' deu o apuramento ao Sporting

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FC Twente

1-1

Sporting C.P.



Do desastre à euforia...basta um auto-golo no último minuto

Custa como português comentar um jogo assim. Entre a satisfação de ver o Sporting apurado, passando pelo desespero de ter passado todo o tempo a assistir a um jogo fraco, de manifesta incapacidade sportinguista em fazer circular a bola, de clara insuficiencia física perante os holandeses, de deficit de agressividade, de falta de alegria a jogar patente em inúmeros jogadores, impotência até de aproximar da área holandesa, amorfa por vezes, sabendo que tem de marcar um golo porque começou o jogo a perder e ter de falar verdade.

Para falar verdade tem de se dizer que os holandeses demonstraram em ambos os jogos pelo que jogaram (não necessariamente pelo potencial das equipas) que mereciam passar. Em Alvalade XXI com tudo a favor ao minuto 25' penalty e expulsão do guarda-redes adversário e fazer especialmente aquela paupérrima segunda parte. Na Holanda foram os holandeses que começaram querendo ganhar o jogo, marcaram cedo e foram ainda dos holandeses durante o jogo as oportunidades (poucas) que existiram. Mas o futebol é assim.

O Twente apercebeu-se tanto da incapacidade do Sporting que até terá considerado (erradamente deve-se concluir face ao resultado final) que bastaria colocar-se atrás da linha da bola para preservar a vantagem. Dizia eu que só um milagre poderia virar a eliminatória a favor do Sporting e na verdade, perante um sub-rendimento de Liedson, Yanick & Ca. teve de ser Caicedo a vir atrás várias vezes buscar jogo e a fazer uso do seu vigor físico. Ao minuto 94' dá-se um pontapé de canto da direita do ataque favorável ao Sporting. Rui Patrício achou que era a última oportunidade de participar na Liga dos Campeões desta época (e não só no jogo!) foi lá acima e conseguiu cabecear a bola que terá ainda sido tocada por um braço do defesa e encaminhou-se em direcção da baliza onde a bola é mal aliviada entrando dentro da baliza.

O Sporting ganha o passaporte para o play-off. Paulo Bento de treinador que seria, naturalmente contestadíssimo, viu milagrosamente um enorme fardo ser retirado das costas e permitiu-se fazer declarações em que enalteceu o coração e a força anímica da equipa!? Enfim para alguns tudo vai bem quando acaba bem, eu não sou assim...

Ficha de jogo:

Estádio: De Grolsch Veste, em Enschede.

Árbitro: Laurent Lannoy Stéphane (França).

SPORTING - Rui Patrício; Abel, Daniel Carriço, Polga e André Marques (Vukcevic, 63); Yannick, Veloso e Moutinho; Matías Fernández (Pereirinha, ao intervalo); Liedson e Hélder Postiga (Caicedo, 63).

Suplentes: Tiago, Rochemback, Vukcevic, Caicedo, Caneira, Tonel e Pereirinha.

TWENTE: Mihaylov; Stam, Douglas, Wisgerhof e Rajkovic; Brama e Janssen; Stoch (Rukavytsya, 78), Perez (Tioté, 58), Ruiz (Vujicevic, 90) e Nkufo.

Suplentes: Paauwe, Heubach, Kuiper, Tioté, Akram, Vujicevic e Rukavytsya.

Marcador: Douglas (1-0, 1m); Wisgerhof (90+5, p.b.)

Cartão amarelo a Hélder Postiga (41) por queda simulada


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2009-07-29

Champions League: Sporting empata e vai ter vida difícil na Holanda

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Sporting C.P.

0-0

F.C. Twente



Maldição dos penalties falhados ainda por resolver...

Em jogo da primeira mão da 3ª. pré-eliminatória da Liga dos Campeões o Sporting não consegui melhor do que um empate sem golos frente à equipa holandesa do Twente num jogo com pouco sal e que chegou na segunda parte a ser mesmo desinteressante.

Os holandeses surpreenderam no primeiro quarto de hora com uma postura ofensiva e obrigando Ruio Patrício a uma boa intervenção para evitar o golo dos visitantes ao defender um livre bastante perigoso. O jogo mudaria quando Postiga isolou-se e foi protagonista de um choque com o guarda-redes Boschker que não toocou na bola na sua tentativa de obstar aos intentos do avançado portuguêsa, num penalty clássico que o árbitro sancionou exibindo ainda o cartão vermelho ao guarda-redes. Este lance poderia ter inclinado quem sabe decisivamente o jogo (e até a eliminatória) a favor do Sporting mas a maldição dos penalties que já vai na 3ª. época e que Paulo Bento e seus acólitos, melhor dizendo discípulos (eh pá isto já parece o relato de uma cerimónia religiosa) isto é, entenda-se jogadores não têm sabido resolver, originou que o marcador se mantivesse inamovível depois do pontapé de João Moutinho, porque o guarda-redes suplente de nacionalidade búlgara defendeu o remate.

A verdade é que a necessidade de entrada de novo guarda-redes (Mihailov) fez retirar uma pedra da linha do meio-campo que estava ser um quebra-cabeças para a equipa leonina (Perez) e o futebol de ataque do Twente desapareceria.

Até ao intervalo o Sporting ainda teve alguma dinâmica e ameaçou a baliza estando perto de inaugurar o marcador, pouco depois do penalty num atraso de bola de cabeça que quase traiu Mihailov.

A segunda parte é que foi bastante fraca. As substituições operadas por Paulo Bento não resultaram (fracas performances de Yanick e de Rochembach) e adivinhava-se o nulo final face à incapacidade de penetração de Liedson e seus pares e reduzida capacidade de remate de meia-distância. Aliás as maiores oportunidades acabaram por ser protagonizadas pelo Twente: Rui Patrício fez uma defesa surpreendente com um braço estendido fazendo a bola subir por cima da barra a remate traiçoeiro de meia distancia (75') e já no período de descontos Nkufo isolado desperdiçou o golo.

Está-se em princípio de época mas este futebol do Sporting está longe de satisfazer os adeptos e adivinha-se muitas dificuldades para o jogo da segunda-mão, passando agora as probabilidades estatísticas a inclinarem-se um pouco mais para a equipa holandesa.

Ficha do Jogo:

Estádio Alvalade XXI em Lisboa. Jogo começou âs 20:45
Espectadores: cerca de 37.000
Árbitro: Felix Brych (Alemanha)

SPORTING - Rui Patrício; Pedro Silva (Rochemback 76'), Anderson Polga, Daniel Carriço e Caneira (Pereirinha 56'); João Moutinho, Miguel Veloso, Matías Fernández e Vukcevic (Yanick 67'); Hélder Postiga e Liedson.

Suplentes: Tiago, Abel, Tonel, Adrien, Rochemback, Bruno Pereirinha e Yannick.

TWENTE - Boschker; Stam, Douglas, Wisgerhofg e Rajkovic; Brama e Janssen; Stoch (Tioté 74'), Pérez (Mihailov 26') e Ruiz (Rukavytsya 60'); NKufo.

Suplentes: Mihaylov, Kuiper, Rukavytsya, Heubach, Tioté, Akram e Vujicevic

Disciplina:
24' Cartão vermelho para Boschker por derrubar Postiga
48' Cartão Amarelo para Miguel Veloso (Sporting) por marcar um livre sem autorização do árbitro

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