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2010-12-07

Benfica perde e deixou a salvação da Liga Europa nos pés alheios

Benfica logo

Schalke logoBenfica

1-2

Schalke



Muito burgueses, sem chama e descoloridos como a cor das camisolas

O que se passa com este Benfica 2010/2011? Mais uma derrota na Champions League, uma descolorida exibição contagiada pelo vazio das bancadas - um jogo da Champions com tão pouca assistência - e uma cor de camisolas impensável.

O Benfica está a perder os valores. Mal o jogo começou fiquei logo irritado:

1) Quem raio manda na escolha dos equipamentos? Perante uma equipa que joga de azul o Benfica apresenta camisola branca e calções avermelhados (cor de vinho) e meias brancas? Onde está o equipamento tradicional do Benfica?

2) Jorge de Jesus agora deu-se para inventar em todos os jogos! Porquê a aposta em César Peixoto quando na ala direita o Schalke tinha o seu pior jogador da linha defensiva - o japonês Ushima?

O Schalke bastou jogar concentrado em termos defensivos para não permitir até aos 65 minutos de jogo um único remate direccionado à baliza. O Benfica teve posse de bola, mas sempre bloqueada, com passes laterais, sem chama, sem dinâmica, incapaz de criar desequilíbrios. Depois já sabemos que a defesa está irregular. O Shalke com menos posse de bola trocava-a de forma mais à vontade perante a falta de pressão e de capacidade de recuperação de posse de bola dos locais. Jurado em termos de organização ofensiva e Papadopoulos em termos de corte de jogo e disponibilidade física sobrepunham-se a um inexistente César Peixoto, a um ausente Aimar (ficou no banco) e à falta de ideias de toda a equipa benfiquista.

O Schalke inaugurou o marcador, por Jurado a finalizar em plena área depois de vários toques de jogadores alemães, com assistência de peito! de Raul em plena área defensiva do Benfica, logo aos 20 minutos e a incapacidade mental dos portugueses (isto é dos jogadores da equipa portuguesa, porque, realmente, portugueses só eram três: Rubem Amorim, Fábio Coentrão e Carlos Martins) agravou-se.

No início da segunda parte Jesus fez duas substituições: a de César Peixoto (qualquer cego via isso) por Gaitán que nem começou bem e de Maxi Pereira (recuando Rubem Amorim para defesa) por Aimar. O Benfica esteve o primeiro quarto de hora a ver os alemães jogarem. De Lyon vinham notícias de golos, primeiro do Lyon logo a seguir do empate israelita... e os adeptos ficavam a tremer de frio e da chuva e da evolução negativa dos resultados.

Aos 66' o primeiro remate direccionado à baliza de Neuer e não fosse a qualidade do guarda-redes alemão teria sido golo. Foi um remate forte de Cardozo que o guarda-redes internacional dos visitantes defendeu para canto. A partir desta altura o Benfica melhorou um tanto, Javi Garcia finalizou ao lado uma boa oportunidade em recarga.

Por volta dos 70' de jogo há notícias do segundo golo do Hapoel e o Benfica fica fora da Europa. Cenário surrealista; Porto, Sporting e Braga na Liga Europa e Benfica não só de fora da Champions (num grupo acessível) como a classificar-se em último lugar acabando a época europeia!

Finalmente uma grande jogada do Benfica: Carlos Martins demora no passe para a esquerda onde havia dois benfiquistas isolados, emendou ainda com passe para Aimar mas o remate deste é ao lado - mais uma vez ao lado!

Para piorar as coisas da ressaca de um pontapé de canto Fábio Coentrão sai fora de tempo na tentativa de colocação do fora de jogo e Howedes completamente isolado faz o que quer - o segundo golo alemão. O Benfica está perdido. Também de bola parada numa insistência Luisão reduz para 1-2 no segundo remate direccionado à baliza de Neuer (o Benfica fez 16 remates apenas 3 dirigidos à baliza; os alemães fizeram seis remates dos quais quatro à baliza e dos quatro, dois golos!).

Finalmente uma notícia menos má ... tipo prenda de Natal. O Lyon empata o jogo com o Hapoel e deixa o Benfica na Liga Europa! Salva-se Jorge de Jesus e o orgulho dos adeptos encarnados por mais algum tempo ...

Já sem Carlos Martins (substituído por Salvio) foi David Luiz marcar um livre directo... ao poste! A última oportunidade para evitar a derrota encarnada. Se os adeptos reduzem o sofrimento com o apuramento para a Liga Europa os jogadores e a equipa nem isso mereciam...

Rui Costa vem no final penitenciar-se por não ter conseguido os objectivos na Champions mas que a equipa ainda está em quatro frentes! Porém, a jogar assim como se joga... esta época só pode ser de frustração! Que raio de bactéria infectou a equipa do Benfica? Ano passado deslumbrou... este ano está pior do que no tempo de Quique Flores... e não se vê tentativas de alteração das coisas. Nem sequer há uma oportunidade para jogadores pouco rodados. Weldon não tem oportunidade? Felipe Menezes é jogador do Benfica? Porque se prescindiu de Urretaviscaya e prefere-se ficar com César Peixoto? Se oferecem 25 milhões por "este" David Luíz porque não se vende (o da época passada valia 40 milhões, mas não é o mesmo)? Enfim...

Ficha do Jogo:
Uefa Champions League Group Stage 6th Matchday

Estádio da Luz
Árbitro: Howard Webb (Ing)
Benfica: Roberto, Maxi Pereira (Aimar 46'), Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Rúben Amorim, Javi García, César Peixoto (Gaitan 46') e Carlos Martins (Salvio 79'); Cardozo e Saviola

Schalke: Neuer, Uchida, Howedes, Metzelder e Schmitz; Jurado (Jendrisek 87'), Kluge (Matip 82'), Papadopoulos e Rakitic; Raúl e Huntelaar (Edu 85').

Golos: Jurado 20', Howedes 81' , Luisão 87'

Disciplina:
62' Cartão Amarelo para Huntelaar (Schalke) por pontapear a bola para longe depois de o árbitro apitar.
67' Cartão Amarelo para David Luiz (Benfica) por rasteirar Jurado impedindo contra-ataque
71' Cartão Amarelo para Saviola (Benfica) por cair na área. O árbitro considera que o argentino simula a grande penalidade.
76' Cartão Amarelo para Aimar (Benfica) por rasteirar um adversário. Continuou a protestar com o árbitro..
77' Cartão Amarelo para Rakitic (Schalke) por rasteira sobre Aimar.

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2010-09-29

Uefa Champions League: Benfica perde com erros defensivos na segunda parte

Benfica logo

Schalke logo Schalke

2-0


Benfica


Ainda não foi desta que o Benfica ganhou na Alemanha


O Benfica foi jogar ao campo de uma equipa que tem bons jogadores mas que está classificada nos fundos da tabela da Bundesliga e que esta época ainda não ganhara oficialmente em casa. Jesus optou pelo mesmo onze inicial do jogo da Madeira, surpreendendo um tanto a ausência de Aimar, (esteve no banco) e a realidade é que os encarnados entraram bem no jogo conseguindo realçar uma certa falta de confiança e até algumas tremuras defensivas da equipa alemã, especialmente do seu lado direito qm que o lateral de nacionalidade japonesa era ultrapassado com aparente facilidade.

Foram de bolas paradas os lances de maior perigo e o Benficas esteve perto de marcar por duas ocasiões; numa delas Luisão ao primeiro poste num canto da esquerda apontado por Carlos Martins mostrou porque Neuer é o guarda-redes da selecção alemã, e a outra de um lançamento lateral a bola sobrou para o segundo poste com Saviola em boa posição mas a rematar ao lado.

A equipa alemã também criou perigo em lances de bola parada e até introduziu a bola por duas vezes na baliza encarnada mas em situações de fora de jogo evidentes que o assistente assinalou.

A medida que o tempo decorria o Benfica foi perdendo o controlo do jogo e subiu a confiança dos homens da casa que já terminaram a primeira parte em ascensão desfrutando mesmo da maior oportunidade de golo com um remate de Raul ao poste e Roberto através de grande defesa a evitar o golo na recarga de Rakitic.

Na segunda parte que se iniciou com Salvio no lugar do "amarelado" Gaitán, os alemães jogavam com mais velocidade e o cartão amarelo exibido ao lateral direito Ushida acabou por ser manifestação da providência porque o treinador substitui-o por Sarpei e a ala direita alemã tornou-se mais perigosa com destaque para Aí o erro do Benfica teve a ver com o seu futebol standard de logo que ganha a bola querer partir para transições rápidas de ataque, mesmo numa fase em que já estava a ser ultrapassado em termos de domínio de jogo, o que recomendaria a prática de um futebol mais pausado e de maior controlo, de contemporizações que, esta equipa do Benfica não faz. Este aspecto associado ao dos defesas terem ganho a mania de querer sair a jogar com fintas em zonas perigosas ditou a derrota encarnada.

No primeiro golo em jogada de insistência ou seja de ataque planeado germânico os jogadores do Benfica tiveram por duas vezes a bola à sua disposição com um corte de cabeça de Luisão que sobrou para um encarnado que logo quis construir a tal jogada de ataque. Perdeu e, na tão famigerada segunda bola, o cruzamento da esquerda apanhou ainda César Peixoto muito no centro da área mal posicionado e falhando a intervenção de cabeça, surgindo então Farfán (poderoso e bom jogador) a fazer o golo num remate cruzado.

Nessa altura já Jesus tinha esgotado as substituições pois Jesus fizera sair Saviola para a entrada de Aimar e pouco depois perdera Cardozo lesionado (ao que parece com de modo impeditivo para os próximos jogos) para entrar Kardec. O Benfica apagou-se e sofreria o segundo golo em mais uma perde de bola, neste caso de David Luís que tem de perder a mania de pensar que é Maradona e sair da defesa a fintar. Ficou desposionada a defesa encarnada, as compensações não ocorreram eficazmente e Huntelaar só encostou na assistência da esquerda de Jones, após abertura desequilibradora de Raul.

Este Benfica cometeu, assim, erros com alguma similute aos de Braga no jogo de ontem. O Benfica tem de perceber que às vezes importa parar o jogo, alterar a feição dos acontecimentos para depois poder retomar o ritmo normal. Erros defensivos, maior disponibilidade física dos alemães e muitos passes errados na segunda parte são as causas da derrota.

O árbitro italiano esteve bem em termos disciplinares e nos foras de jogo falhando, a meu ver, em algumas faltas em desfavor do Benfica. Mas talvez sejam os critérios europeus mais largos aos que estamos por cá habituados...

No próximo jogo o Benfica volta a jogar fora em Lyon (que ganhou em Telavive e comanda o grupo) e a situação fica muito complicada se não trouxer pelo menos um empate de França.

SCHALKE: Neuer; Uchida (Sarpei 58'), Papadopoulos, Metzelder e Schmitz; Farfán, Matip e Rakitic (Jones 65'); Huntelaar, Jurado (Kluge 78') e Raúl

BENFICA: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e César Peixoto; Javi García; Carlos Martins, Gaitán (Salvio 45') e Fábio Coentrão; Saviola (Aimar 63'), Cardozo (Kardec 71')

Golos: Farfán 75'; Huntelaar 85'
45' Cartão Amarelo para Gaitán (Benfica).
49' Cartão Amarelo para Salvio (Benfica)
56' Cartão Amarelo para Javi García (Benfica), por falta sobre Farfá
57' Cartão Amarelo para Uchida (Schalke), por falta sobre Saviola.
63' Cartão Amarelo para Farfán (Schalke).

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2008-03-05

Porto desperdiça golos e Neuer deu a passagem ao Schalke nos penalties

Porto

1-0
(1-4 pen.)

Schalke


Porto superior (mesmo com dez) falhou golos sem perdão


Ai Sektoui, ai Quaresma! Golos de baliza aberta ou com Neuer a fechá-la de maneira surpreendente e o Porto a deixar a eliminatória ir para penalties, decisão que os alemães sempre pareceram aguardar, mesmo quando estavam em superioridade numérica, por incapacidade ou por confiança?

Esta eliminatória teve um desfecho equilibrado porque o Porto falhou na finalização. Na Alemanha Lisandro teve o empate, aqui Sektoui e Quaresma tiveram o primeiro golo muito mais cedo e mesmo o segundo no início doi prolongamento escandalosamente desperdiçados.

Nem se pode falar na expulsão de Fucile como um erro do árbitro, aos 82' porque o Schalke nem por isso mudou o seu estilo de jogo e porque minutos antes, aí sim, o árbitro e o juiz assistente não viram (?) uma bola defendida a duas mãos por Helton claramente fora da área que daria expulsão do guardião portista na maior oportunidade que os alemães tiveram, depois de uma falha de Pedro Emanuel.

A equipa alemã defendeu relativamente bem no seu meio-campo, mas foi pouco ofensiva só dispondo para além desse lance de dois outros com perigo, um dos quais já no prolongamento por Asamoah que se isolou mas chutou por cima. Em contrapartida aos 12' o Porto dispõs de duas oportunidades consecutivas e na segunda parte Neuer evitou um golo de forma milagrosa quando toda a gente se preparava para festejar o golo de Sektoui. Com o golo de Lisandro já perto do final num remate à meia volta as esperanças renasceram e foi de modo inacreditável que no inicio do prolongamento Quaresma isolado e com tempo frente ao guarda-redes alemão não conseguiu pôr a bola no fundo da baliza.

Este Porto foi superior em termos de jogo aos alemães mas surpreendeu a ineficácia e também é verdade que com os alemães a defender, já perto do fim ficou a sensação do Porto não mostrar plano B, ou seja não tem jogadores para um futebol directo. Foi Lisandro que salvou a eliminatória como se disse num remate espontâneo e à meia volta mas o herói do jogo tem de ser o guarda-redes Neuer, que para além das defesas no jogo já relatadas ainda defendeu dois dos três penalties marcados pelo Porto (Bruno Alves e Lisandro)

Quanto à arbitragem o que se diria se fosse a correspondente a um Sporing-Benfica?

Estádio do Dragão, no Porto

Árbitro: Howard Webb (Inglaterra)

FC PORTO – Helton; Bosingwa (Mariano Gonzalez, 53 m), Pedro Emanuel, Bruno Alves e Fucile; Lucho Gonzalez, Paulo Assunção e Raul Meireles (Marek Cech, 96 m); Tarik Sektioui (Farias, 58 m), Lisando Lopez e Ricardo Quaresma.

SHALKE 04 – Neuer; Rafinha, Bordon (Howedes, 114 m), Krstajic e Westermann; Grossmuller (Rakitic, 111 m), Jones, Ernst e Kobiashvili; Altintop e Kuranyi (Asamoah, 78 m).

Golo: Lisandro Lopez (85 m)

Grandes penalidades (1-4): 0-1, Rafinha; 1-1, Lucho Gonzalez; 1-2, Rakitic; Bruno Alves falhou; 1-3, Altintop; Lisandro falhou; 1-4, Jones.

Disciplina: Cartão amarelo a Kuranyi, Jones, Westermann, Lucho Gonzalez e Kobiashvili. Cartão vermelho a Fucile (82 m).


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