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2011-04-11

Naval ainda sonha com sobrevivência ao derrotar o Benfica

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2-1

Benfica


Equipa de reservas não desculpa sétima! derrota

Jorge de Jesus durante a época pouco rodou a equipa e de vez em quando faz alterações radicais que, naturalmente, resultam mal. Foi assim o empate caseiro frente ao Portimonense é agora pior com uma derrota frente à Naval em que da interacção dos conjuntos dos onze iniciais apresentados frente ao do PSV e neste jogo resulta um conjunto vazio: ou seja nenhum dos titulares deste jogo fora titular no jogo europeu.

Este aspecto motivou ainda mais esta Naval que melhorou muito na era do treinador Mozer e que começou o jogo a pressionar sobre o meio-campo encarnado que não conseguia sair a jogar face a uma táctica pressionante e a um avanço da linha defensiva colocando as saídas encarnadas constantemente em fora de jogo. Aos 18' a Naval contabilizava cinco pontapés de canto contra nenhum do Benfica. O melhor que a equipa encarnada conseguira foi um livre que Carlos Martins desperdiçou contra a barreira.

Foi, assim, com justiça que os locais colocaram-.se em vantagem no marcador com um golo de Bruno Moraes, aos 22', que de cabeça chegou mais alto que Júlio César com as mãos (ó Benfica vê se compras finalmente um guarda-redes que saiba sair a cruzamentos...). Logo a seguir o 2-0 esteve à vista mas i o guarda-redes do Benfica fez uma boa defesa.

O Benfica reagiu por volta da meia hora de jogo e passou finalmente a atacar dispondo de uma grande oportunidade de empatar após cruzamento da direita que Carlos Martinsd de cabeça perto da marca de penalty colocou tanto a bola que ela bateu no poste com o guarda-redes batido. Foi o prenúncio do empate que chegou de um pontapé de canto da esquerda de Carlos Martins com Kardec a desviar de cabeça para o fundo da baliza.

Na segunda parte - era impossível manter aquele nível de pressão dos figueirenses - o Benfica adaptou-se melhor à táctica adversária e apareceu com mais domínio de jogo aproveitando algumas boas iniciativas de Carole pela esquerda e uma maior intervenção no jogo de Carlos Martins.

A Naval parecia mais conformada com o empate com os encarnados mais ao ataque mas sem aproveitar devidamente as costas da defesa da casa, ainda que também o assistente não facilitasse a vidas encarnada ao assinalar por duas vezes foras de jogo inexistentes.

A meio da segunda parte o Benfica faz uma dupla substituição entrando Salvio e Weldon para os lugares de Carlos Martins (queixoso das costas) e César Peixoto, dando ideia de forçar a vitória com a entrada aos 78' de Aimar para o lugar de Felipe Meneses. Também a Naval refrescou o ataque com a entrada de João Pedro para o lugar de Simplício e de Hugo Machado para o lugar de Bruno Moraes

O Benfica ameaçava o 1-2 com Weldon quase em cima da baliza a exigir uma defesa de recurso de Salin quando inesperadamente numa perda de bola na transição ofensiva de Aimar deu lugar a um contra-ataque que Marinho aproveitando um ressalto aproveitou ao meter-se na zona central e colocar bem o remate.

No minuto seguinte a bola voltou a bater no poste da baliza de Salim com um remate de cabeça de Sidnei mas também num livre (falta de Aimar) a Naval esteve perto de voltar a Marcar com Júlio César a defender incompletamente e na recarga a bola a ir aos ferros da baliza.

Nos últimos minutos o Benfica procurou evitar a derrota e Luís Filipe, que esteve bastante bem no jogo, preferia não ter estado envolvido na última jogada do jogo, em que completamente isolado atirou em força mas à figura do guarda-redes da Naval, fazendo o mais difícil que foi evitar marcar.

O Benfica sofreu a sétima derrota na Liga (já tem mais derrotas do que o próprio Sporting) e esta (má) gestão do plantel não se justifica, porque antes o Porto jogara em Portimão, fez rodar vários jogadores não titulares mas a base da equipa esteve presente, não prescindindo o treinador portista de Rolando, João Moutinho, Hulk e Falcão. Não é mudando toda a equipa (e curiosamente Fernandez ainda não fez um minuto...) e perdendo que os jogadores menos utilizados "crescem" (não é Roderick? Sempre que jogas perdes...)

A arbitragem de Bruno Paixão esteve em bom plano sem casos de jogo apesar de erros vários nos foras de jogo, por parte do assistente que acompanhou o ataque do Benfica na segunda parte.

Liga Zon Sagres: 26ª. Jornada

NAVAL: Salin, Gómis, Real, Carlitos, Godemèche, Camora, Manuel Curto, Michel Simplício (João Pedro 74'), Bolívia, Marinho, Bruno Moraes (Hugo Machado 82').

BENFICA: Júlio César, Carole, Roderick, Sidnei, César Peixoto (Weldon 66'), Luís Filipe, Airton, Felipe Menezes (Aimar 78'), Carlos Martins (Salvio 66'), Jara, Kardec.

26' Cartão Amarelo Jara (Benfica), falta sobre Carlitos.
67' Cartão Amarelo para Luís Filipe (Benfica), por travar a saída em contra-ataque da Naval.
87' Cartão Amarelo para Camora (Naval).



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2010-11-14

Benfica goleia último classificado e tenta esquecer o Dragão...

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Benfica

4-0

Naval 1º. de Maio


Jogo aberto e resultado pesado...

Mais de 31 mil pessoas para ver o Benfica pós traumatismo do Dragão com muitas ausências: Maxi Pereira, Luisão, Javi Garcia, Carlos Martins para já não falar no Cardozo. Já na Naval apenas Lupede esteve indisponível.

A equipa da Naval apareceu postada em tirar partido da instabilidade benfiquista e surgiu com um começo forte a criar boas oportunidades para marcar. Ainda menos de um minuto esgotado por duas vezes os defesas encarnados evitaram que os remates de Hugo Machado chegassem à baliza e ao minuto 7 uma grande jogada de Fábio Júnior a passar por dois adversários e a fazer um remate fortíssimo que Roberto, com grande defesa, evitou que desse golo.

O Benfica responderia com um golo: centro da esquerda de Gaitán para o lado direito vendo Saviola por trás da defesa, passe deste rasteiro para o centro, o primeiro não chega ao destino, à segunda Kardec foi só empurrar inaugurando o marcador. O jogo decorreu vivo, aberto, com poucas faltas (por volta dos 35 minutos O Benfica tinha seis, a Naval nenhuma!).

De um lado Aimar e Saviola fizeram Salin brilhar do outro Hugo Machado, na marcação de um livre (22'), e Carlitos (40'), após excelente jogada individual, atiram ao mesmo poste da baliza de Roberto.

No início da segunda parte cedo o jogo ficaria decidido com um grande golo de Gaitán. Primeiro foi Salvio que entrou pelo centro e obrigou Salin a uma boa defesa mas a bola sobrou para fora da área para um remate estupendo de pé esquerdo de Gaitan.

A ganhar por dois a zero contra o último classificado previu-se que a réplica visitante diminuiria e de facto na segunda parte o Benfica não passou pelos mesmos problemas da primeira. Certo que Orestes em bolas paradas ainda dispôs de possibilidades para visar a baliza de Roberto (que teve trabalho de boa qualidade) mas a equipa do Benfica com Aimar em bom desempenho (faltou-lhe um golo: atiraria ao poste aos 75' após assistência de Jara da esquerda) na segunda parte teve patente superioridade.

Gaitán - finalmente um jogo inspirado - bisou ao concluir cruzamento da direita de Sálvio e ainda tentou o hat-trick num chapéu que Salin não permitiu.

Nuno Gomes entrou nos últimos minutos a tempo de marcar o seu primeirto golo beste campeonato. Interpôs-se a disputar uma bola atrasada por um defesa para o guarda-resdes da Naval, conseguiu ganhar e encaminhar a bola para a baliza fixando o resultado final.

Foi uma boa exibição e um bom resultado para o Benfica depois do desastre do Dragão, mas beneficiou da estrelinha do jogo na primeira parte em que a Naval exibiu-se muito bem, longe da equipa que ocupa o último lugar da classificação.

Estádio da Luz:
Árbitro: Vasco Santos (Lisboa)

BENFICA: Roberto, Rúben Amorim, Sidnei, David Luiz, Fábio Coentrão, Airton, Salvio, Aimar, Gaitán (Nuno Gomes 86'), Kardec (Jara 53') e Saviola (César Peixoto 77') .

NAVAL: Salin, Carlitos, Rogério Conceição, Gómis, Daniel Cruz, Orestes, Camora (João Pedro 53'), Marinho (Michel Simplício 66'), Hugo Machado (Alex Hauw 66'), Bolívia, Fábio Júnior.

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2010-08-14

Penalty a seis minutos do final salvou o Porto


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Naval

0-1

FC Porto


Porto foi superior na 2ª. parte mas só marcou de penalty...

O FC do Porto bestial na Supertaça esteve quase a ceder pontos na deslocação à Figueira da Foz. Na primeira parte o jogo foi equilibrado com a Naval a aproveitar o forte vento a seu favor e colocando um pressing forte no meio-campo não deixou o Porto ganhar domínio.

Na segunda parte as coisas mudaram; a equipa visitante com algumas investidas de Hulk e mais espaço no meio campo foi empurrando a Naval para a defesa e disfrutou de algumas boas oportunidades.

Beluschi fez um remate perigoso mas o guarda-redes Salin soube-se opor com defesa para canto. As investidas de Hulk foram sempre mal finalizadas com remates por cima da barra mas uma tabelinha com Guarín (68') proporcionou que o avançado do Porto se isolasse e dispusesse de uma das mais flagrantes oportunidades de golo da partida, mas o desvio da bola à saída do guarda-redes mais uma vez não levou a direcção da baliza.

Aos 79' a Naval após um alívio defensivo teve uma grande oportunidade para inaugurar o marcador mas Previtali isolado demorou tanto tempo que Álvaro Pereira esconjurou o perigo.

Com o aproximar do termo do jogo Vilas Boas pôs toda a carne no assador e já com Cristian Rodriguez no jogo um lance com muita aglomeração de jogadores na área da Naval mas a parecer ter desfecho favorável aos locais acabou por ditar um penalty por Paulo Batista ter considerado que houve uma mão intencional. Hulk não perdoou na conversão do penalty e deu triunfo aos portistas. Os onze últimos minutos (seis até aos noventa e os cinco de compensação -quatro prolongados por mais dada uma interrupção prolongada para assistir Guarín) não trouxe nada de novo e assim os portistas contabilizam os três pontos.

14 Ago 2010 19.15
Figueira da Foz
Árbitro: Paulo Baptista de Portalegre

NAVAL: Salin; Carlitos, Lupéde, Jonathas, Rogério Conceição; Alex Hauw, Godeméche, Hugo Machado (Giuliano 72'); João Pedro, Marinho (Camora 61') e Previtali (Bolívia 81')

FC PORTO: Helton; Rolando, Sapunaru, Maicon, Alvaro Pereira; João Moutinho (Souza 86'), Fernando, Belluschi (Cristian Rodriguez 73'); Silvestre Varela (Guarín 61'), Falcao e Hulk

Golos: Hulk 84' de penalty.

30'Cartão Amarelo para Rogério Conceição (Naval).
44'Cartão Amarelo para João Moutinho (FC Porto).
63'Cartão Amarelo para Carlitos (Naval).
66'Cartão Amarelo para Hulk (FC Porto).
74'Cartão Amarelo para Freddy Guarín (FC Porto).
83'Cartão Amarelo para Jonathas (Naval), por tocar a bola com a mão na área, no lance de que resultou o penalty.

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2010-04-05

Liga Sagres: Benfica recupera de dois golos e vence na Figueira da Foz

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2-4

Benfica


Weldon fez dois golos e repôs a confiança dos benfiquistas

Num começo de jogo alucinante quem se atrasou na entrada do Estádio ou a sentar-se no sofá para ver o jogo ficou admirado com o resultado que se verificava aos doze minutos de jogo: 2-0 a favor dos locais com Fábio Júnior a ser o principal protagonista ao marcar o primeiro golo em jogada individual pela direita metendo a bola pelo meio das pernas de Quim (2') e a assistir Bolívia no segundo golo (12') após jogada de contra ataque em que ganhou em velocidade a Maxi Pereira.

Adeptos do Benfica diziam que a equipa hipotecava em quinze minutos o que andou a construir durante toda a época. Mas este começo alucinante não se ficou pelos 2-0. A Fábio Júnior da Naval respondeu Weldon (raramente titular) com dois golos de cabeça ainda antes dos vinte minutos. O primeiro numa recarga a duas defesas consecutivas de Peiser, o segundo na sequência de um pontapé de canto da esquerda.

A equipa da Naval não desistiu e teve ainda uma grande oportunidade para fazer o 3-2 com Quim a defender com as pernas. Pouco depois um lançamento longo de David Luíz, espectacular, abriu caminho para a velocidade de Di Maria que, de primeira, à saída de Peiser desviou para concretizar a reviravolta.

A segunda parte já foi mais calma, com o Benfica a controlar o jogo. Aos 55' o Benfica obteve o 4º. golo com Cardozo e Weldon em destaque: o primeiro fez um passe longo de mais, a defesa da casa desistiu mas Weldon não, captou abola e fez um passe atrasado com um remate que Peiser defendeu como pôde mas possibilitando a recarga de Cardozo para aumentar o score.

Depois com as substituições (a saída de Weldon foi pouco compreensível) o jogo baixou de velocidade houve ainda hipóteses para um quinto golo para o Benfica com Carlos Martins de livre a mandar um petardo à barra e uma hipótese desperdiçada para a Naval fazer o terceiro por Fábio Júnior que, numa recarga a uma defesa de Quim, atirou por cima.

O Benfica deu um passo muito importante mantendo a margem de segurança que dispunha antes desta jornada mas agora apenas a cinco jogos do fim.

Num jogo sem casos o árbitro da Madeira exibiu o cartão amarelo, erradamente, a Maxi Pereira que afasta o defesa direito do Benfica do jogo com o Sporting num lance em que cortou uma bola com o ombro. Lance idêntico tinha existido antes na área da Naval sem ter sido marcada falta.

Ficha de jogo:
Estádio Municipal José Bento Pessoa, na Figueira da Foz

Árbitro: Elmano Santos (AF Madeira)

NAVAL: Peiser; Gómis, Diego e Daniel Cruz (Michel Simplício, 64m); Lazaroni, Carlitos, Godeméche (Marinho, 60m), Alex Hauw e Camora; Bolívia (Davide, 75m) e Fábio Júnior.

Suplentes: Jorge Batista, João Real, Giuliano e Kerrouche.

Treinador: Augusto Inácio.

BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão (Sidnei, 78m); Javi Garcia, Rúben Amorim, Di María e Aimar (Ramires, 71m); Weldon (Carlos Martins, 56m) e Cardozo.

Suplentes: Júlio César, Nuno Gomes, Éder Luís e Alan Kardec.

Treinador: Jorge Jesus.

Golos: 1-0, por Fábio Júnior (2m); 2-0, por Bolívia (12m); 2-1, por Weldon (16m); 2-2, por Weldon (18m); 2-3, por Di Maria (38m); 2-4, por Cardozo (55m).

Disciplina:
45' Cartão Amarelo para Maxi Pereira por cortar a bola com o ombro
91' Cartão Amarelo para Carlos Martins por marcar um livre antes do apito do árbitro

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2009-11-09

Muro de Berlim caiu ao minuto 89 com Javi Garcia a marcar o golo do triunfo do Benfica

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Benfica

1-0

Naval 1º. de Maio

Peiser foi milagreiro mas não chegou...

Um fim de semana alargado que podia ser feliz para os benfiquistas perante as derrotas do Porto e Braga e empate do Sporting só ficaria completo com um triunfo do Benfica frente à Naval.

Cedo se percebeu que o Benfica ia ter dificuldades. A equipa da Naval muito bem posicionada tacticamente, sempre atrás da linha da bola e as oportunidades encarnadas iam-se gorando por defesas de Peiser (duas defesas extraordinárias a livres directos, outra a evitar uma bola desviada por um próprio defesa, mais outra brilhante a cabeçada de Javi Garcia) e alguma falta de sorte - Saviola a rematar ao poste -.

A Naval praticamente não incomodou Quim na primeira parte. A verdade é que sem Cardozo (e Ramires) o Benfica carregava mas faltava presença aérea na área atacante, a Naval colocava não um autocarrro a defender, mas antes construía um autêntico muro. Os remates de longe não foram muitos mas batiam na defesa intransponível. Nuno Gomes no início da segunda parte falha a recarga a um desses remates. Depois outro milagre de Peiser a desviar a bola para o poste/barra. O Benfica esgota as substituições, primeiro foi Weldom patra o lugar de Nuno Gomes, depois Keirrisson para o lugar de Maxi Pereira a poucos minutos do fimFilipe Menezes para o lugar de Aimar. Já faltava força (os efeitos do jogo da quinta-feira europeia evidenciavam-se) a Naval respirava mais um pouco e o 0-0 parecia intransponível.

Jogo como este ocorreu há umas épocas atrás num Benfica-Boavista...

Ao minuto 89 um livre lateral ao jeito de outros que já deram golo neste campeonato mas desta vez já ninguém antecipava o que viria a ser efectivamente o golo do triunfo encarnado. Javi Garcia cabeceou sem hipóteses desta vez para Peiser. Grande alívio na Luz por pouco tempo. Simplício à meia volta pôs a bola a tirar tinta do poste esquerdo de Quim...

Um triunfo muito difícil mas tão ou mais saboroso que as goleadas anteriores...

Num jogo com resultado por decidir até ao fim o árbitro Lucílio Baptista esteve em bom plano, falta aqui, não falta acolá, não houve problemas de maior, mesmo disciplinarmente.

No fim acabou por ser um fim de semana glorioso do Benfica. O público sempre apoiou e fica aqui o registo de uma das faixas de apoio ao clube: "Com um Jesus assim até eu sou católico".

O Benfica iguala de novo o Braga no comando da classificação e fica com cinco pontos de avanço do Porto e onze!! sobre o Spoorting.

Estádio da Luz
Árbitro: Lucilio Baptista

BENFICA - Quim; Maxi Pereira (Keirrison, 77'), Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Ruben Amorim, Javi Garcia, Aimar (Filipe Meneses 84') e Dí Maria; Nuno Gomes (Weldon, 58') e Saviola

Suplentes: Júlio César, Shaffer, Keirrison, Weldon, Luís Filipe, Filipe Menezes, Sidnei

Treinador: Jorge Jesus

NAVAL - Peiser; Gomis, Diego Ângelo e Daniel Cruz; Baradji, Carlitos, Alex Hauw, Godemeche e Camora; Marinho e Kerrouche (Michel Simplício, 67')

Suplentes: Jorge Baptista, Nkake, Michel, Davide, Bolívia, João Real, Zé Mário

Treinador: Augusto Inácio

Golo: Javi García (89')
Disciplina: Cartão amarelo exibido a Gómis (10'), Godemeche (28'), Maxi Pereira (37'); a Baradji (55')

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2009-03-08

Benfica também ganhou!


Naval

1-2

Benfica


Benfica preguiçoso... gosta de sofrer

Depois de ter visto Porto e Sporting derrotarem os seus adversários o Benfica partia pressionado porquer já não tem margem para falhar. Na realidade o jogo começou de feição para os encarnados que com pouco mais de dois minutos jogados na sequência de uma bola parada a bola foi afastada peladefesa da Navalç para a entrada da área onde Yebda ganhou de cabeça para um rematre de prmeira de Aimar colocado rasteiro sem hipóteses para Peiser. Que melhor início queriam os benfiquistas?

A Naval é que não atribuiu muita importância a essa desvantagem e foi aproveitando o recuo das linhas do Benfica. Mais domínio de jogo, mais tempo de posse de bola, mas verdade se diga semn criar ocasiões de perigo para Moreira. Surpreende, porém, a apatia do Benfica, com vantagem nunca conseguiu criar uma jogada de perigo que fosse até sofrer o empate aos 55' conseguido por Marcelinho. A Naval atacava conseguiu ouma sequência de cantos e de lançamentos de linha lateral junto da área benfiquista e num deles o desvio de Luisão foi parar aos pés do avançado da Naval, que entrrara no início da segunda parte, que com um desvio ainda que frouxo foez o suficiente para bater Moreira.

Com o empate o jogo modificou-se, o Benfica subiu, Di Maria na esquerda apareceu muito activo, muma jogada individual atirou à barra de Peiser. Noutra jogada Di Maria - Cardozo o avançado encarnado fez passart a bola pelo guarda-redes da Naval mas a bola atravessando a baliza saiu ao lado sdo segundo poste. Numa bola parada - livre inexistente, poque a bola bateu na cara e não na mão do jogador da Naval- Reyes marcou largo para ao seundo poste surgir Miguel Vítor a dar para o outro poste onde Katsouranis cabeceou vitoriosamente.

Então o Benfica não cometeu os mesmos erros continuou a mandar no jogo e acabou por assegurar os três pontos que o colocam ainda na corrida à espera de um desaire portista.

A arbitragem de João Ferreira, querendo usar um estilo de deixar jogar, acabou por ter algumas falhas, mas não houve lances graves.

Liga Sagres, 21.ª jornada

NAVAL-BENFICA
Estádio José Bento Pessoa, na Figueira da Foz
Árbitro: João Ferreira (Setúbal)

Equipas oficiais
NAVAL: Peiser; Carlitos, Paulão, Diego Ângelo e Daniel Cruz; Bruno Lazaroni, Godemèche e Baradji (Dudu 80'); Davide, Simplício (Marcelinho 46') e Marinho (Bolívia 71').

Suplentes: Jorge Baptista, Alex Hauw, Fabrício Lopes, Gilmar, Bolívar, Dudu e Marcelinho
Treinador: Ulisses Morais

BENFICA: Moreira; Maxi Pereira, Luisão, Miguel Vítor e David Luiz; Yebda, Katsouranis, Di María (Jorge Ribeiro 89') e Reyes (Urreta 90+2'); Aimar e Cardozo (Nuno Gomes 80')

Suplentes: Quim, Sidnei, Jorge Ribeiro, Binya, Balboa, Urreta e Nuno Gomes

Treinador: Quique Flores

Golos: 0-1 Pablo Aimar 3'; 1-1 Marcelinho 55'; 1-2 Katsouranis 74
Disciplina:
55' - Cartão amarelo para Daniel Cruz, por falta sobre Reyes.

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2008-11-22

Sporting acaba com 9 mas ganha na Figueira da Foz

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Naval

0-1

Sporting



Liedson marcou enquanto a Naval nem de penalty...


O Sporting conseguiu uma importante e saborosa vitória na Figueira da Foz, onde esta época o Porto já perdera, infligindo a primeira derrota em casa à Naval.

O Sporting começou melhor o jogo mas o golo aconteceria após um pontapé de canto favorável os locais. A bola foi afastada e o Sporting conseguiu um contra-ataque que viria a revelar-se mortal tendo Liedson e Derlei como protagonistas sendo o primeiro a meter a bola dentro da baliza estavam decorridos 15'.

Num corte com o braço de Caneira, que levou cartão amarelo, o assistente considerou haver motivo para penalty que, porém, Bruno Lazaroni não conseguiu converter no golo do empate (defesa de Rui Patrício).

O jogo decorreu equilibrado mas Liedson esteve perto de marcar o segundo golo aos 36' com Peiser a evitá-lo ao fazer excelente defesa com um braço.

Na segunda parte o jogo foi diferente. A equipa da Naval teve mais a bola e procurou o empate até ao final beneficiando das expulsões de Derlei (cartão vermelho directo aos 55' por pontapé em Alex Hauw) e de Caneira (este por segundo cartão amarelo aos 67'). Não conseguiu, porém a Naval grandes oportunidades e a equipa sportinguista manteve-se, solidária e segura na defesa conseguindo conservar o precioso triunfo.

A arbitragem mais uma vez contestada no final do jogo por Paulo Bento não teve casos de maior. O penalty existiu, a expulsão de Derlei também se aceita e a de Caneira não tem contestação possível.

Estádio Municipal José Bento Pessoa, na Figueira da Foz

Árbitro: Artur Soares Dias (AF Porto)

NAVAL – Peiser; Carlitos (Baradji, 74 m), Paulão, Diego e Daniel Cruz (Marcelinho, 59 m); Davide (Dudu, 59 m), Lazaroni e Alex Hauw; Michel Simplício, Bolívia e Marinho.

SPORTING – Rui Patrício; Abel (Adrien, 73 m), Polga, Carriço e Caneira; João Moutinho, Miguel Veloso, Hélder Postiga (Pereirinha, 62 m) e Izmailov; Liedson e Derlei.

Golos: 0-1 Liedson 15'

38' - Cartão amarelo para RuiPtrício por demorar a recolocar a bola em jogo.
61' - Cartão amarelo para Hélder Postiga, por falta sobre um adversário.
67' - Cartão vermelho para Caneira, por acumulação de amarelos após falta sobre Simplício.
72' - Cartão amarelo para Diego Ângelo por corte da bola com a mão.
86' - Cartão amarelo para Baradji por derrubar João Moutinho.
89' - Cartão amarelo para Alex Hauw por protestos.
90'+2 - Cartão amarelo a Pereirinha por derrubar Dudu.

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2008-11-01

FC Porto mete água e perde com a Naval

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Naval

1-0

FC Porto


Daniel marcou e a Naval ganhou...

O FC do Porto sofreu a segunda derrota consecutiva no campeonato e a terceira em jogos oficiais (somando a derrota frente ao Dinamo de Kyev para a Champions League).

A eficácia de Lisandro está muito longe da demonstrada a época passada -dispôs da maior oportunidade da primeira parte, quando foi isolado por Lucho mas permitiu a defesa do guarda-redes da Naval quando tentou o chapéu- enquanto a Naval confirmando a boa exibição da Luz demontrou ser uma equipa com boa capacidade técnica e que pelo seu flanto direito na primeira parte pôs problemas aos portistas.

Na segunda parte Jesualdo fez entrar Hulk para o lugar de Benitez passando Tonás Costa para defesa esquerdo mas foi a Naval que marcou através de uma incursão do seu lateral esquerdo Daniel que ganhou a linha de fundo e quando se esperava o cruzamento rematou para a baliza de ângulo já difícil mas com a felicidade de fazer a bola bater no segundo poste e ver a bola entrar na baliza de Nuno.

O FC Porto procurou reagir Jesualdo fez entrar Sektoui (para o lugar de Christian Rodriguez) e Pélé - ambos a estrearem-se no campeonato - conseguiu ganhar livres e cantos mas a eficácia portista está em baixa com Lisandro a falhar um cruzamento longo da direita e a rematar ao lado e a equipa da Naval a nunca remeter-se a uma defesa porfiada tendo até num remate de Domeneche obrigado Nuno a excelente defesa.

Foi o primeiro triunfo da história da equipa da Naval frente ao Porto, ultrapassando mesmo os portistas na classificação enquanto o FC Porto em vésperas de ir a Kiev, atravessa uma fase crítica.

Pedro Henriques arbitrou no seu estilo num jogo sem casos especiais merecendo nota positiva.

Liga Sagres, 7.ª jornada.
Estádio José Bento Pessoa, na Figueira da Foz.
Hora: 18.45
Árbitro: Pedro Henriques (Lisboa)

NAVAL: Peiser, Carlitos, Paulão, Diego Ângelo, Daniel Cruz (Godeméche 60'), Baradji, Alex Hauw, Bruno Lazaroni, Davide (Michele Simplício 77'), Bolívia e Marinho.

Suplentes: Jorge Baptista, Fabrício Lopes, Godeméche, Michel Simplício, Saulo, Dudu e Igor.

Treinador: Ulisses Morais

FC PORTO: Nuno, Sapunaru, Rolando, Bruno Alves, Benitez (Hulk ao int.), Fernando, Lucho, Raul Meireles, Rodríguez (Tarik Sektoui 59'), Tomás Costa (Pélé 71') e Lisandro.

Suplentes: Helton, Pedro Emanuel, Guarín, Pelé, Tarik, Hulk e Mariano.

Treinador: Jesualdo Ferreira.

Golos: 1-0 Daniel Cruz 54';

Disciplina: Cartão amarelo para Bruno Lazaroni aos 71', por falta sobre Tarik, impedindo um contra-atraque.
Cartão amarelo para Pélé aos 90+4' por protestos.

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2008-10-26

Benfica derrota esquadra da Naval com tiro de Cardozo


Benfica

2-1

Naval 1º. de Maio

Não se vê diferenças entre grandes e pequenos...

O Benfica teve grandes dificuldades para bater a Naval 1º de Maio num jogo que se assumia de grande importância face nomeadamente ao desaire da véspera do FC do Porto.

No entanto, a Naval não apresentou argumentos na Luz para discutir o resultado e pertenceu-lhe a primeira grande e claríssima oportunidade de golo com Marcelinho isolado frente a Quim a querer tanto colocar a bola que atirou ao lado. O Benfica respondeu com Suazo muito activo no ataque mas Peiser respondeu da melhor maneira a remates de Reyes e do próprio Suazo.

A segunda parte foi mais intensa e vibrante. As entradas de Di Maria no Benfica e Marinho na Naval transmitiram mais velocidade ao jogo. Nuno Gomes falhou um golo feito ao desviar ao desviar por cima um cruzamento milimétrico da direita de Di Maria. A lesão de Diego central da Naval foi uma perda importante para a Naval que passados 4 minutos sofreu o primeiro golo do Benfica surgido de um livre da esquerda marcado com um cruzamento para a área e com o cabeceamento vitorioso de Luisão.

Pensou-se que o difícil estava feito para os encarnados mas a Naval reagiu. Aproveitando a pouca eficácia encarnada na pressão defensiva a meio-campo (praticamente inexistente - ai que falta fazes Petit!) a Naval começou por ameaçar com remate de cabeça por cima da barra, para aos 81' depois de cruzamento da direita Marcelinho aparecer ao segundo poste a marcar com toda a facilidade.

O Estádio da Luz que ontem comemorou cinco anos e estava bem preenchido de publico gelou completamente. Porém, uma desconcentração defensiva dos visitantes permitiu que um cruzamento longo da esquerda de Jorge Ribeiro encontrasse Nuno Gomes e Cardozo sozinhos em plena área para o segundo de cabeça disparar cruzado sem hipóteses para o guarda-redes francês da Naval.

Foi com a Naval a tentar chegar de novo ao empate que o jogo terminou com mais uma exibição frouxa dos encarnados a teimarem em não encontrar um fio de jogo e uma reguaridade que projecte a equipa para candidata ao título e a Naval a demonstrar (como o Penafiel o fizxera para a Taça e o Leixões na véspera no Dragão) que as diferenças actualmente no campeonato português entre grandes e pequenos não se nota.




A arbitragem de Rui Costa foi péssima. Na primeira parte um penalty claríssimo sobre Ruben Amorim passou sem punição. Na segunda parte Marinho caminhava isolado para a baliza de Quim e foi assinalado fora de jogo inexistente. Faltinhas foram marcadas e outras evidentes não . Enfim um árbitro que já há muito demonstrou que não tem categoria.

Ficha do jogo:

Estádio do Sport Lisboa e Benfica, em Lisboa

Árbitro: Rui Costa (AF Porto)

Benfica – Quim; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e Jorge Ribeiro; Ruben Amorim (Di Maria, 54 m), Carlos Martins, Yebda (Katsouranis, 67 m) e Reyes; Suazo (Cardozo, 65 m) e Nuno Gomes.

Suplentes não utilizados: Moreira, Léo, Binya e Makukula.

Naval – Peiser; Carlitos, Paulão, Diego (Fabrício Lopes, 66 m) e Dudu; Alex, Lazaroni e Baradji; Davide (Marinho, 57 m), Marcelinho e Bolívia (Michel, 75 m).

Suplentes não utilizados: Jorge Baptista, Godemeche, Saulo e Real.

Disciplina: cartão amarelo a Dudu (60 m) e Carlitos (72 m).

Marcador: 1-0 por Luisão (70 m); 1-1 por Marcelinho (81 m); 2-1 por Cardozo (85 m).

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2008-02-17

Benfica ganha na Figueira da Foz pela primeira vez


Naval

0-2

Benfica


Benfica ganha mas adeptos só descansaram no fim

Os adeptos do Benfica andam tristes porque a equipa de futebol tem o campeonato perdido, mas não é só por isso, é porque joga muito pouquinho. Não se estranha, assim, o pouco público presente na Figueira da Foz.

Hoje a equipa tinha muitos problemas com lesões de Nélson, David Luís, Petit, Nuno Gomes e ainda Di Maria castigado. Camacho preocupado com o jogo de Estugarda ainda deixou Ruii Costa no banco. Regressaram Luís Filipe, Binya, Maxi Pereira e com tantas ausencias jogou na frente a dupla Cardozo - Makukula.

A equipa da Naval talvez querendo tirar partido disso começou o jogo com grande iniciativa e esteve perto de marcar aos 6' quando ao cruzamento de João Ribeiro correspondeu Marcelino a rematar de cabeça mas ao poste da baliza de Quim. Um par de minutos depois num contra-ataque conduzido por Makukula o Benfica empatava em bolas no poste com a bola impulsionada ao que parece por um defesa da Naval. A Naval jogava melhor quando de um lançamento da linha lateral por Binya longo para a área deu um primeiro toque de Cardozo e um segundo de Cristián Rodrigues para golo, perante a saída em falso do guarda-redes.

Não mudou muito o jogo nem o Benfica passou a controlar melhor a bola, aliás, não havia quem o fizesse, apenas Cristian Rodriguez tinha capacidade para trazer a bola para o meio-campo da Naval. João Ribeiro ia criando problemas a Luís Filipe mas perto do intervalo Wilson Junior teve se de saplicar para evitar o golo numlivre directo de Cardozo.

Ao intervalo a vantagem no marcador era encarnada ainda que em tempo de posse de bola o domínio fosse claramente dos locais.

Na segunda parte o jogo não mudou muito de feitio. Quim aos 61' defendeu um livre de longe de Marcelinho ao defender para canto. O jogo tinha muitas faltas com um critério muito apertado de Rui Costa - o árbitro, não o jogador. Aos 72' saiu Cristian Rodriguez, mas Adu que entrara acabou por ter de ser substituido já perto do fim por lesão. O treinador da Naval meteu Elivelton, avançado possante e Marinho saindo Mário Sérgio e Saulo. A verdade é que estas substituições não resultaram. Finalmente o Benfica conseguia trocar a bola no meio-campo e já com Rui Costa (e Sepsi que fez a estreia) o Benfica esteve perto de marcar o segundo golo, com Makukula a intervir na fibnalização mal quando Sepsi estaria à vontade. Já em tempos de desconto junto à lateral esquerda Rui Costa deu para Sepsi foi para a área até à linha de fundo e deu atrasado para Nuno Assis facturar.

O Benfica conseguiu o primeiro triunfo em três deslocações que teve à Figueira da Foz para jogar com a Naval, sem jogar bem, e a meio da semana tem um jogo muito importante para a Taça Uefa, esperando-se que alguns jogadores apareçam recuperados: p, ex. Nélson e David Luís.

O árbitro marcou muitas faltas, não mostrou nenhum cartão, houve alguns erros na apreciação de fora de jogo, mas não parece que tenha tido influencia no resultado.

Ficha do jogo:
Estádio José Bento Pessoa, na Figueira da Foz; 4.981 espectadores

Árbitro: Rui Costa (AF Porto):Naval – Wilson Júnior; Mário Sérgio (Marinho, 74 m), Paulão, Diego Ângelo e Igor (Dudu, 63 m); Gilmar e Godeméche; Saulo (Elivelton, 74 m), Davide e João Ribeiro; Marcelinho.

Benfica – Quim; Luís Filipe, Luisão, Katsouranis e Léo; Maxi Pereira, Binya, Nuno Assis e Rodriguez (Adu, 72 m (depois Sepsi, 89 m)); Makukula e Cardozo (Rui Costa, 84 m).

Marcador: 0-1 por Cristian Rodriguez (18 m); 2-0 por Nuno Assis (90+3 m).

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2007-09-15

Benfica chapa 3 mas perde Petit lesionado


Benfica

3-0

Naval




Resultado desnivelado por causa de Quim

Camacho fez descansar Cardozo e estreou Edcarlos no centro da defesa. A Naval entrou muito pressionante e a correr bastante sobre a bola e o Benfica demonstrou dificuldades em organizar o jogo ofensivo, pertencendo mesmo à equipa da Figueira da Foz o primeiro pontapé de canto aos 7'. No entanto, tudo se alterou quando aos 20' no primeiro remate à baliza da Naval o Benfica inaugurou o marcador, após um buraco no meio-campo defensivo da Naval, Cristian Rodriguez aproveitou o passe curto de Di Maria para experimentar o pé esquerdo e fazer anichar a bola no fundo da baliza de Taborda.

Após a vantagem o Benfica soltou-se e fez o segundo golo, aos 36', numa jogada espectacular, em velocidade, com vários intervenientes e concluida de modo magistral, por Rui Costa, após cruzamento de Luís Filipe. Rui Costa dominou a bola, rodopiou e de pé esquerdo bateu inapelávelmente Taborda.

Percebeu-se a importancia do início da segunda parte no desenvolvimento do jogo com a Naval a arriscar mais com a entrada de Saulo tendo os visitantes criado uma situação de apuro para Quim mas com a jogada interrompida (bem) por fora de jogo.

A verdade é que os encarnados revelando uma eficácia invulgar chegou ao 3-0 aos 52': passe em profundidade a abrir o jogo para a esquerda de Rui Costa para Cristian Rodrigues (bom jogo deste uruguaio, bastante rápido e versátil) deu para olhar para a área e cruzou para a marca de penalty onde Nuno Gomes cabeceou para... golo.

Começa-se a pensar em poupanças mas antes de qualquer substituição no Benfica, Petit torce o joelho numa lesão que deu a entender ter gravidade e tem de sair.

A partir daqui o entusiasmo do publico e da equipa fica refreado e é a Naval que disfruta nos ultimos minutos de grandes oportunidades com Quim a brilhar por várias vezes. João Ribeiro (bom jogador a dar água pela barba a Luis Filipe), Saulo, Hugo Santos (entrou muito bem no jogo) China (remate à barra)tiveram várias oportunidades para marcar mas Quim estava imbatível esta noite.

Um triunfo claro do Benfica mas excessivamente desnivelado para o que se passou em campo mas com motivopd de preocupações para os encarnados. Há jogadores chaves que continuam lesionados (Luisão.. ) a perda de Petit (provavelmente ausente por bastante tempo) e o último quarto de hora de uma equipa que está aganhar por 3-0 não lembra ao diabo... Aquelas facilidades todas frente ao Milan ( e o jogo é já na próxima terça-feira) dão goleada...

A arbitragem não teve problemas sérios para resolver mas cometeu equivocos. Na primeira parte não viu um canto contra o Benfica (a bola desviou em Katsouranis) e sancionou uma falta a Léo que cortou limpinho uma bola são apenas dois de mais alguns erros cometidos. Nos foras de jogo (poucos) havidos os juizes assistentes estiveram bem.

Estádio: Estádio do Sport Lisboa e Benfica
Árbitros: Rui Silva

BENFICA - Quim; Luís Filipe, Edcarlos, Katsouranis e Léo; Maxi Pereira, Petit (Romeu Ribeiro 76'), Rui Costa e Cristian Rodriguez (Nuno Assis 83'); Di Maria (Fábio Coentrão 78') e Nuno Gomes.

NAVAL - Taborda (Rodrigo Café 69'); Mário Sérgio, Paulão, Gaúcho e China; Delfim, Davide e Godemeche (Hugo Santos 61'); João Ribeiro, Elivelton e Wandeir (Saulo 46').

30' Cartão amarelo para Di María (Benfica), por chutar a bola depois de o árbitro ter apitado (fora-de-jogo).
37' CartãO amarelo para China

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2007-05-06

Benfica de «saldo» ganha ao cair do pano


Benfica

2-1


Naval



Miccoli salva Fernando Santos de mais um desaire

Depois de uma semana caótica lá para os lados da Luz com as lesões de Simão Sabrosa e de Nuno Gomes, mas pior do que isso pela demonstração cabal de falta de coordenação de uma «equipa» que é muito mais do que os jogadores, as coisas nem começaram mal para os homens da Luz.

Perante uma Naval que vem descendo na tabela classificativa em função de mudanças sucessivas de treinadoes e de diminuição patente na produção de jogo, o Benfoica aos 12' já vencia com um golo de Petit a finalizar no coração da área uma excelente jogada de Miccoli no lado esquerdo, bateu um defesa em finta e foi à linha final cruzar atrasado para, como se disse, Petit fazer o golo.

O meio campo da equipa da Figueira da Foz não estancava o jogo atacante encarnado muitas vezes canalizado pelo lado esquerdo em que Nélson desta vez tinha a companhia de Manú. No entanto, os centros deste quase sempre morriam sem perigo de maior para Taborda.

O treinador da Naval meteu Delfim (substitui aos ) e as coisas foram melhorando para a Naval sem que conseguissem criar perigo, na primeira parte, a Quim

Porém, a segunda parte foi totalmente diferente. A Naval logo no recomeço dispôs de oportunidade para empatar o jogo e chegava com alguma facilidade às imediações da área encarnada, ainda que a finalização não funcionasse. O público que durante a primeira parte esteve incondicionalmente com a equipa, começou a manifestar-se e atingiu o rubro nod protestos contra Derlei quando este displicente desperdiçou um golo praticamente feito. O remate foi para a baliza mas devagar possibilitando o corte de Fernando.

Fernando Santos fez entrar Mantorras mas saindo Manú, enquanto o público pedia a saída de Derlei. Este veio passados alguns minutos, sob um coro de assobios (num jogo em que na primeira parte até jogou de modo aplicado), a ser substituído por João Coimbra. A verdade é que o Benfica partiu-se, havia jogadores na defesa e jogadores lá à frente, mas o meio-campo não estava lá principalmente para as acções defensivas e assim não surpreendeu o golo do empate da Naval, com toda a facilidade do mundo após jogada pela meia-direita, Lito (aos 77') facturou o empate após uma tabela com Helivelton. O mesmo Lito obrigou ainda Quim a uma grande defesa e quando já não se esperava os encarnados conseguiram uma vitória que pareceu fácil na primeira parte e cuja realidade parecis dissipada na segunda. Miccoli na área, lado direito do ataque, recebeu a bola de costas, tinha Fernando à ilharga e conseguiu fazer um remate pelo meio das pernas do defesa, cruzado, fazendo entrar a bola junto do poste mais distante.

A arbitragem não teve problemas e esteve bem, errando num fora de jogo (o primeiro errado de uma colecção deles bem assinalados na 2ª. parte ao ataque encarnado) e o jogo terminou sem qualqyer sanção disciplinar.

Duas equipas em quebra pronunciada de produção na época, ainda assim com a Naval a cumprir melhor os seus objectivos em termos de classificação. Cedo garantiu a permanencia chegou até a estar no primeiro terço da classificação mas que já não ganha há oito jogos. O Benfica, esse começou mal a época, teve períodos de recuperação e outros irregulares, mas ainda há bem pouco tempo teve todas as condições para chegar ao primeiro lugar (o que consegui se batesse o Porto em jogo que terminou empatado) e de chegar às meias-finais ds Taça Uefa, bastanto um triunfo por um goplo frente ao Espanyol, mas também terminou empatado. Com o Sporting poderia ter readquirido o segundo lugar, perdido com o empate em casa frente ao Braga, mas também voltou a empatar. O futuro do futebol do Benfica está demasiado empatado. Há decisões urgentes a tomar, mas o que parece é que o treinador vai ficar e dos poucos bons jogadores que ainda dispõe, se calhar nem todos vão ficar : Miccoli é um deles.

Resta a consolação de ter ganho pela primeira vez à Naval 1º. de Maio. Pois é verdade, nos três confrontos anteriores sempre empatara. E esta hem...!

Estádio: Estádio do Sport Lisboa e Benfica; 29240 espectadores

Árbitros: João Vilas Boas, Aux - António Vilaça e Nuno Manso

Benfica – Quim; Nélson (Paulo Jorge, 84 m), Katsouranis, David Luiz e Léo; Manu (Mantorras, 67 m), Karagounis, Petit e Rui Costa; Derlei (João Coimbra, 72 m) e Miccoli.

Naval – Taborda; Mário Sérgio, Paulão, Fernando e China; Carlitos (Delfim, 29 m), Orestes e Gilmar; Fajardo (Elivelton, 72 m), Saulo e Lito.

Golos: 1-0 por Petit (11 m); 1-1 por Lito (77 m); 2-1 por Miccoli (88 m).

Disciplina: nada a assinalar

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