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2010-03-16

Champions League: Mourinho bebeu o vinho com mais prazer...

Inter logoChelsea logo
Chelsea


0-1

Inter


Mourinho mais uma vez em grande em Stamford Bridge


Jogo grande dos Oitavos de Final da Champions. O Inter que nos últimos jogos do campeonato italiano desperdiçou a confortável vantagem granjeada deslocava-se à Inglaterra com uma magra vantagem de 2-1 da primeira mão.

O jogo foi disputado palmo a palmo, cada espaço, cada metro de terreno era preenchido pelos jogadores de ambas as equipas de modo a que o futebol espraiado, técnico, de oportunidades e de velocidade não existia. Foi assim quase durante toda a primeira parte, mas com o Inter a evidenciar supremacia. As raras vezes em que a bola circulava longa era nos pés dos jogadores do Inter que balanceados para o lado esquerdo do campo conseguiam mudar o flanco de jogo com aberturas amplas para Maicon. Os cruzamentos deste, porém, paravam na defesa londrina.

Mas nos últimos dez minutos de jogo a equipa da casa criou problemas sérios à defesa italiana. Primeiro foi Samuel que cortou in-extremis um lance de perigo, depois foi a bola metida no meio para Anelka (quase) se isolar; a recepção não foi boa e o remate acabou desviado por Júlio César para depois a defesa afastar.

Jogo intenso, táctico, com posse de bola equilibrada.

Na segunda parte a superioridade da equipa de Mourinho foi-se manifestando, as aberturas de Sneijder a abrir o jogo davam nas vistas. A coroar uma troca de bola entre vários jogadores, com os ingleses a «cheirarem» o Inter ameaçou o golo por E'too, mas à segunda, numa desmarcação de Sneijder, E'too isolou-se e rematou seco junto ao poste inaugurando o marcador e decidindo praticamente a eliminatória. A equipa de Ancelotti não teve reacção possível. Aguardaria, porventura, os últimos dez minutos para atacarem - como fizeram na primeira parte - aguardando o recuo previsível de quem estaria em vantagem magra. Mas as contas sairam furadas com o golo de E'too. Drogba veio a ser expulso a poucos minutos do fim por envolver-se com Thiago Motta na área italiana. Os últimos minutos foram de "coroação" de Mourinho e o 0-2 esteve mesmo para acontecer não fosse uma defesa extraordinária com o pé de Ross Turnbull evitando o bis de E'too.

Npo outro jogo do dia o Sevilla perdeu em casa por 2-1 com o CSKA de Moscovo o que deu a passagem aos quartos de final à equipa russa, após o empate 1-1 da primeira mão.

Amanhã jogam Barcelona-Suttgart (na 1ª mão 1-1) e Bordeaux- Olympiacos (o Bordeaux venceu na Grécia por 1-0).

Equipas:
Árbitro: Stark (GER)
CHELSEA: Turnbull; Ivanovic, Alex, Terry, Zhirkov (Kalou, 73); Obi Mikel, Ballack (Joe Cole, 62), Lampard, Malouda; Anelka e Drogba
Suplentes: Taylor; Ricardo Carvalho, Joe Cole, Kalou, Sturridge, Belleti e Bruma

INTER: Júlio César, Maicon, Lúcio, Samuel, Thiago Motta; Cambiasso, Zanetti, Sneijer (Mariga, 84); Pandev (Stankovic, 75), Eto'o e Milito.
Suplentes: Toldo; Córdoba, Stankovic, Quaresma, Mariga, Materazzi e Santon.

Marcador: 0-1 por Eto'o (78)

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2009-11-25

Porto perde com o Chelsea: nem parecia um jogo da Champions tão baixo foi o ritmo do jogo...

Chelsea logo

FC Porto

0-1

Chelsea



No aproveitamento esteve o ganho

Um jogo frio como o tempo. Defrontavam-se duas equipas já apuradas para a fase seguinte e se Jesualdo nas declarações anteriores manifestou ambição para ganhar e ficar no primeiro lugar do grupo o jogo demonstrou duas equipas tácticas mais preocupadas em não dar avanço ao adversário do que em conquistá-lo. Aliás as equipas apresentaram algumas alterações relativamente à equipa padrão. No Porto se era esperada a entrada de Beto na baliza favce à recente lesão de Helton (já, entretanto, recuperado) surpreendeu o regresso de Varela, ficvando Hulk no banco. No Chelsea Lampard era a ausência notada, jogando Deco.

O Chelsea com muitos passes curtos, posse de bola, longe do futebol tipicamente inglês, começou por controlar mais o meio campo mas o Porto conseguiria as melhores oportunidades de golo da primeira parte em lances protagonizados por Beluschi: a primeira num remate surpresa que Cech só sacudiu para a frente e com Falcão em excelente posição a desperdiçar rematando à figura do guarda-redes a recarga que deveria ter sido vitoriosa; a segunda após um remate excelente de fora da área com o guarda-redes da equipa inglesa batido mas com a bola a esbarrar na barra.

Na segunda parte apesar do ritmo continuar sem ser muito alto o Porto apareceu várias vezes desiquilibrado do lado esquerdo defensivo com alguns cruzamentos de Malouda a atravessar toda a área do Porto sem ter ocorrido o desvio. Numa jogada semelhante dois jogadores apareceram pela esquerda do ataque do Chelsea sem qualquer oposição ,Sapunaru deslocado da sua posição tentou corrrigir cobrindo por dentro mas deixando todo o tempo para Malouda pensar o lance e cruzar desta vez para a entrada vitoriosa de Anelka (69').

O Porto tentou reagir (mais no banco, através das substituições operadas do que realmente pela prática de jogo dentro do campo) e chegar ao empate mas não o conseguiu. Hulk havia entrado ainda antes do golo para substituir Varela, Guarín substituiria Beluschi e a dez minutos do fim Jesualdo prescindiu de Sapunaru (que verdadeiramente já não «existia») para entrar Farias. Aí o Chelsea que se mostrara satisfeito com o empate agora a ganhar não cometeu erros defensivos e assim repetiu o resultado do jogo de Londres.

Em jogo fácil de arbitrar tal o ritmo lento (inferior em certas alturas a um jogo particular de início da época) ainda assim a equipa da arbitragem cometeu algumas falhas. Na primeira parte um fora de jogo mal assinalado a Cristian Rodriguez e um cartão amarelo perdoado a Falcão na segunda parte foram alguns desses lances.

Ficha do jogo:

Estádio do Dragão, no Porto

Árbitro: Jonas Eriksson (Suécia)

FC PORTO – Beto; Sapunaru (Farías, 78 m), Rolando, Bruno Alves e Álvaro Pereira; Belluschi (Guarín, 71 m), Fernando e Raul Meireles; Varela (Hulk, 59 m), Falcao e Rodriguez.

Suplentes: Nuno, Maicon, Guarín, Valeri, Tomás Costa, Hulk e Farías.

CHELSEA – Cech; Ivanovic, John Terry, Ricardo Carvalho e Zhirkov; Ballack (Essien, 68 m), Obi Mikel, Deco (Joe Cole, 76 m) e Malouda; Drogba e Anelka.

Suplentes: Turnbull, Ashley Cole, Alex, Essien, Belleti, Joe Cole e Kalou.

Golos: 0-1 por Anelka (69 m)

Disciplina: cartão amarelo a Fernando (49 m), Cristian Rodriguez (57 m), Raul Meireles (78 m)


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2009-09-15

Ainda não foi desta que o FC Porto ganhou na Inglaterra...

Chelsea logo

Chelsea

1-0

FC Porto


Sem Drogba, foi Anelka que fez a diferença...

Surpreendeu a entrada de Guarín (ainda não jogara oficialmente pelo FC Porto) no onze inicial, e também a ausência de Falcão em detrimento de Mariano Gonzalez. O Chelsea sem poder contar com Drogba e Bosingwa ainda assim jogou ao seu estilo com os laterais a avançarem bastante no terreno e o FC do Porto a passar no segundo quarto de hora da primeira parte por dificuldades para manter o nulo no resultado e sem conseguir aproveitar no contra-golpe o referido avanço dos defesas laterais. Melhorou um tanto na parte final do primeiro tempo como o centro-campista colombiano do Porto a dividir o jogo com Essien pelo lado do Chelsea mas as estatísticas ao intervalo davam uma diferença significativa no tempo de posse de bola favorável aos ingleses.

O recomeço viria a ser fatal para o FC Porto. Um ressalto de bola na zona defensiva e o passe para Anelka ficar isolado com Helton (esteve em bom plano) a defender o remate mas com a bola a ir de novo parar a Anelka com um defesa portista a ser incapaz de fazer a cobertura necessária para evitar que a recarga se consumasse em golo. Este golo perturbou um tanto o FC Porto e o 2-0 esteve perto de acontecer por duas ou três vezes, nomeadamente através de um cabeceamento com Helton batido a ir parar às malhas laterais e uma grande defesa de Hélton, com grandes reflexos, e evitar que uma cabeçada se concretizasse em golo.

O FC Porto recompôs-se deste período e com as substituições avançou no terreno e foi a vez do Chelsea passar por aflições com a equipa portuguesa a ultrapassar as estatísticas em termos de remates dirigidos à baliza. Hulk não esteve muito feliz a jogar na esquerda, mas Guarín e Varela fizeram brilhar Cech. O primeiro com um remate da direita rasteiro com intervenção com os pés e Varela quando finalizou sem preparação um cruzamento da esquerda que só não deu golo pela intervenção do extraordinário guarda-redes da equipa da casa.

O respeito pela reacção do Porto foi dada pelo técnico italiano Carlo Ancelotti quando fez entrar mais um defesa (Belletti) e retirou um avançado (Kalou) para segurar a vitória tangencial.

Já no final do jogo Fernando com uma intervenção escusada na área atacante fez um "tackle" que lhe valeu o segundo amarelo. Vitória inglesa que se aceita pela supremacia da primeira parte mas a reacção do Porto poderia justificar o empate.

O árbitro austríaco Konrad Plautz fez, na nossa opinião, uma boa arbitragem mostrando os dois primeiros amarelos a jogadores ingleses (Essien e Malouda) e seguindo o mesmo critério no duplo amarelo a Fernando e não se deixou enganar em quedas por "dá cá aquela palha" como muitas vezes os árbitros portugueses fazem.

Nunca é bom perder mas a qualificação do Porto para os oitavos de final continua, em aberto, e até com boas possibilidades face ao surpreendente empate cedido pelo Atlético de Madrid, em casa, frente aos cipriotas do Appoel. Um triunfo do Porto frente aos cipriotas dará logo dois pontos de avanço no confronto directo frente aos espanhóis... principais competidores por um lugar na fase seguinte da prova.

Ficha do jogo:
CHELSEA - FC PORTO
Stamford Bridge, Londres
Hora: 19:45
Árbitro: Konrad Plautz ( Áustria )

FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Álvaro Pereira; Fernando, Raul Meireles, Guarin; Mariano (Falcão 55') e Cristian Rodriguez (Varela 64') e Hulk.

Suplentes: Nuno, Sapunaru, Maicon, Tomás Costa, Falcao, Belluschi, Varela.

CHELSEA: Petr Cech; Ivanovic, Ricardo Carvalho, John Terry e Ashley Cole; Ballack, Essien, Lampard e Malouda; Kalou (Belletti 77') e Anelka.

Suplentes: Turnbull, Sturridge, Belletti, Bruma, Hutchinson, Joe Cole e Borini.

Marcadores: Anelka (47).

Acção disciplinar: Amarelo para Essien 14', Malouda 18', Fernando 77'. Segundo amarelo e consequente vermelho para Fernando aos 90+2'.

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2009-05-06

Cristiano Ronaldo - Messi na final da Champions!

Barcelona logoChelsea logo

Chelsea

1-1

Barcelona



E o incrível aconteceu numa injustiça do tamanho do mundo...

Depois de ter empatado a zero em Barcelona o Chelsea ainda cedo no jogo (9') conseguiu colocar-se em vantagem num grande remate de Essien. O Barcelona dispôs de mais posse de bola mas foi completamente manietado pela organização tactica do Chelsea. Em contrapartida jogadas rápidas colocavam problemas para os espanhóis com Valdez a ter que intervir para evitar o 2-0.

O árbitro um norueguês grande de tamanho mas pequeno em qualidade para este nível de futebol (e que vai ser muito falado face ao desfecho final) começava um chorrilho de erros ao marcar uma falta junto da lateral da área esquerda do lado ofensivo do Chelsea mas do lado de fora da área quando deveria ter assinalado isso sim grande penalidade.

Os ingleses na segunda parte, porventura de modo ainda mais vincado, superiorizaram-se em jogadas de perigo e a eliminatória ainda que dependente apenas por um golo nunca pareceu aos espectadores do jogo tão segura, face à inofensividade do Barcelona. A máquina de jogo atacante e de golos da equipa espanhola pura e simplesmente não existiu neste jogo! Arranques de Drogba e Anelka davam para esperar o 2-0, que Tom Henning não permitiu ao deixar em claro mais uns dois ou três lances dentro da área do Barcelona sem assinalar falta. Um deles verdadeiramente lamentável, tão claro foi o corte com o braço de Piqué.

Em mais uma ofensiva Anelka adiantou-se à defesa espanhola e estatelou-se; o árbitro por indicação do assistente mostrou o cartão vermelho a Abidal, mas também aqui erradamente, na minha opinião. Se o Barcelona com onze não incomodava, com dez nunca ameaçou o empate. Zero ! isso zero, nenhum, absolutamente nada, em termos de remates em direcção à baliza de Cech até ao minuto 92'. A Guardiola saiu, porém, o jackpot do Euromilhões, sem sequer ter apostado!! Um cruzamento da direita para a área foi afastado de cabeça por um defesa do Chelsea mas a bola sobrou para a esquerda do ataque do Barcelona, onde Messi deu para o meio aparecendo Iniesta a concluir com um pontapé fabuloso e empatou o jogo, dando o triunfo na eliminatória. Já com 1-1 foi Guardiola a queimar as substituições e o Chelsea com Cech incorporado no ataque a tentar o milagre. Ainda houve outro lance polémico na área espanhola mas aí só a má consciência do árbitro poderia ter invertido as coisas.

Numa das maiores injustiças do futebol a que temos assistido o Barcelona apurou-se para disputar o ceptro com o Manchester United que ontem venceu e convenceu ao bater o Arsenal com 3-1 e com o português Cristiano Ronaldo a fazer dois golos e uma muito boa exibição elogiada hoje pela imprensa europeia.

Quanto à arbitragem já disse tudo. A incompetência não é apenas ao nível dos jogos nacionais. Mas estava longe de imaginar que numa meia-final da Champions League um árbitro pudesse estar tão mal. Três ou quatro penallties foram sonegados ao Chelsea, que mesmo assim pareceu sempre tão confortável na liderança e mesmo no fim sofreu o xeque-mate à Hitchcock!

Ficha de jogo:

Estádio Stamford Bridge

Árbitro: Tom Henning (Noruega)

Equipas:
CHELSEA – Cech; Bosingwa, Alex, Terry e Ashley Cole; Ballack, Essien e Lampard; Anelka, Drogba (Belleti, 71m) e Malouda.

BARCELONA – Valdés; Daniel Alves, Piqué, Touré e Abidal; Xavi, Busquets (Krkic, 81m), Keita e Iniesta; Messi e Etoo.

Marcadores: 1-0, Essien (9m)

Acção disciplinar: Cartão amarelo a Daniel Alves, Essien, Alex, Etoo, Drogba. Cartão vermelho a Abidal.

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2009-04-14

Ainda há magia no futebol!

Liverpool logoChelsea logo
Chelsea

4-4

Liverpool



Grande jogo e ao contrário do que se esperava a eliminatória esteve incerta em grande parte do tempo. Depois do 1-3 da primeira volta quem diria que os visitantes (sem Gerrard!) chegariam apenas com 28 minutos de jogo a 2-0 ficando a um golo de virarem a eliminatória? Pois um golo de livre directo de Fábio Aurélio a surpreender Cech e um penalty bem assinalado e concretizado por Xabi Alonso tratou de pôr os adeptos do Chelsea à beira de um ataque de nervos. Até porque quase no final da primeira parte o terceiro golo do Liverpool foi evitado por Ashley Cole já com o guarda-redes batido.

A segunda parte foi tão inesperada quanto a primeira. Um frango (mais adequadamente um auto-golo) de Reina pôs o resultado em 1-2, mas para o Liverpool esse golo não era muito relevante porque continuaria à distância de apenas um, agora para empatar a eliminatória. A verdade é que o Chelsea surgiu diferente e mais confiante e ao aproveitar um livre, directo por uma das muitas faltas cometidas pelo Liverpool, surgiu o empate através de Alex (aos 57') num autêntico míssil. A reviravolta completa favorável ao Chelsea surgiu aos 76' por Lampard e parecia de novo tudo resolvido. Mas este grande espectáculo tinha ainda muito para dar. O Liverpool em dois minutos por Lucas (81') e Kuyt (83') davam mais uma reviravolta no resultado e ainda faltavam jogar cerca de dez minutos pelo que o Chelsea voltou a ficar perto do abismo.

Aos 89' Lampard bisou após grande jogada de Drogba e só então os adeptos da casa descansaram. Curiosamente esteve ainda perto de acontecer o 4-5 com um defesa a substituir o inseguro guarda-redes do Chelsea Petr Cech e evitar o triunfo no jogo (que já não na eliminatória) dos «red-devil».

Foi um hino ao futebol! Desejámos que o jogo de amanhã entre o Porto e o Manchester possa vir a constituir outro grande espectáculo. Já agora com uma pequena diferença no resultado. Que tal 4-3 ?

No outro jogo o Barcelona foi a Munique confirmar a passagem às meias-finais empatando por 1-1 (após 4-0 em casa).

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2008-05-26

Mourinho critica época do Chelsea

José Mourinho, com saudades de protagonismo, não perde o seu tom de arrogância e critica a época do Chelsea, ou seja critica o seu sucessor. A verdade é que este até surpreendeu ao pôr o Chelsea a jogar de modo mais atractivo do que fazia ultimamente o treinador português.

Com efeito, o que diria Mourinho se o Chelsea tivesse ganho a Liga dos Campeões como esteve à distancia de um fio de cabelo por acontecer?

Referindo-se à época do Chelsea o treinador português disse ao jornal Daily Telegraph que "Na minha filosofia a época foi má, pois no futebol o quase é sinónimo de derrota e o Chelsea quase ganhou a Taça da Liga, quase ganhou a Liga inglesa e quase ganhou a Liga dos Campeões. Quase é nada".

A verdade é que quando o treinador português foi demitido o Chelsea estava em quarto lugar a grande distancia do primeiro e o campeonato acabou com a resolução do campeão apenas na última jornada... Na Liga dos Campeões Mourinho nunca levou o Chelsea à final...

Podia estar calado o treinador português nesta oportunidade, mas para quem se auto-titula «the special one» percebe-se a alegria que teve por aquele escorreganço de última hora de John Terry...

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2008-05-21

Manchester United é o campeão europeu



Man United

1-1 (6-5 pen.)

Chelsea


O Manchester ganhou mais uma Taça confirmando no duelo europeu o triunfo que conseguira no duelo inglês interno. Começou bem o Manchester que foi superior na primeira parte. Avançou no marcador por Cristiano Ronaldo com um excelente golo de cabeça, esteve perto de fazer o 2-0 numa jogada iniciada também por ele e parecia um jogo talhado para o Man. United e para Ronaldo. No entanto, um golo ao cair da primeira parte numa jogada cheia de ressaltos deu o empate ao Chelsea por Lampard o que a produção do jogo até então não justificava.

Na segunda parte a situação modificou-se e foi Lampard, Essien & Ca. que se superiorizou à equipa de Manchester. Com mais segurança na troca de bola e um jogo mais colectivo o Chelsea ameaçou passar para a frente no marcador. Drogba, que fez pouco, atirou um pontapé sensacional ao poste e Lampard voltou a acertar com a bola nos limites (entenda-se a barra) da baliza de Van der Saar. Cristiano Ronaldo a jogar muito chegado à linha esquerda do campo não tinha espaços e a sua influencia na segunda parte foi menor...

No prolongamento o jogo decorreu mais aberto, o físico começou a ceder com vários jogadores a revelarem dificuldades num confronto muito disputado e a decisão iria ser tomada por penalties, não sem que antes num desentendimento enorme motivado por coisa pouca, Drogba tenha sido expulso a 3' do final do prolongamento.

Nos penalties Ronaldo o 3º. do Manchester falhou e como todos os outros marcaram cabia ao capitão do Chelsea John Terry marcar o 5º. e ganhar a Taça. Inacreditavelmente o pé de apoio, esquerdo, escorregou antes de desferir o remate fatal com o pé direito e a bola saiu ao lado da baliza. O milagre para o Man I»United e para Ronaldo estava a caminho. Anderson e Nani maracariam os penalties e Anelka permitiu a defesa de Vander Saar.

O Man Unieted colecciona mais uma Taça enquanto o Chelsea conseguiu a sua primeira presença numa final europeia mas saiu derrotado (Mournho não se deve ter importado muito).

A arbitragen esteve em bom plano num jogo difícil, mas errou várias vezes nas marcações de cantos vs pontapés de baliza.

Ficha do jogo:
Estádio Luzhniki, em Moscovo

Árbitro: Lubos Michel (Eslováquia)

MANCHESTER UNITED – Van der Sar; Wes Brown (Anderson, 123m), Ferdinand, Vidic, Evra; Hargreaves, Scholes (Giggs, 87m), Carrick e Cristiano Ronaldo; Rooney (Nani, 101m) e Tevez.
CHELSEA – Cech; Essien, Terry, Ricardo Carvalho, Ashley Cole; Ballack, Makelele (Belleti, 120m) e Lampard; Joe Cole (Anelka, 98m), Drogba e Malouda (Kalou, 92m).
Ao intervalo: 1-1

Golos: 1-0, Cristiano Ronaldo (26); 1-1, Lampard (45).

Grandes penalidades: 6-5

Acção disciplinar: cartão amarelo a Makelele, Scholes, Ferdinand, Ricardo Carvalho, Vidic, Ballack, Tevez. Cartão vermelho para Drogba.

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2007-04-25

Champions League: Semi-final


Chelsea

1-0

Liverpool



Chelsea without Essien saw Obi Mikel in great plan. Chelsea played better at the first time and Reina at 7' with an excellent save avoided the goal by Lampard. However, Joe Cole scored after centre of Drogba on the right who overpassed Daniel Agger. The result was fair at the end of the first half.

The restart of the game showed a Liverpool more interested in attacking and it was the turn of Petr Čech (Chelsea) to make a great save after a kick by Gérrard. At 53' Croush entered into the game (Bellamy out) in an attempt to put more problems in defensive Chelsea's area

With Kalou in game (Chevchenko out 76') Mascherano was cautioned by the referee at 77' after a fault to avoid a dangerous attack

Last minutes Chelsea looked for a second goal and Drogba was close with a header after a corner, but the result is fair. So, Chelsea will take a slender 1-0 advantage with them when the two sides meet in the second leg at Anfield next Tuesday. Mourinho probably is satisfied with this advantage because they didn't suffer any goal tonight and that can be a precious advantage.

The referree Markus Merk was well but Xabi Alonso at 24' deserved to be caucioned with a yellow card.

Semi-finals - 25 April 2007 - Stamford Bridge - London
Referee: Markus Merk; Assistant referrees: Jan-Hendrik Salver and Carsten Kadack (Ger)

Chelsea: Cech, Paulo Ferreira, Terry, Ricardo Carvalho, Ashley Cole; Makelele, Obi Mikel, Lampard and Joe Cole (Wright-Philipps 85') ; Shevchenko (Kalou 76') and Drogba

Liverpool: Reina, John Arne, Riise Daniel, Agger Jamie, Carragher, Arbeloa, Boudewijn Zenden, Xabi Alonso (Pennant 82') Javier Mascherano, Steven Gerrard; Craig Bellamy (Crouch 51') Dirk Kuyt.


Goals: Joe Cole 29'

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2007-04-10

Champions League: Chelsea de Mourinho vira o jogo e está nas Meias-Finais

Valencia CF 1 - 2 Chelsea FC

Depois do empate de Stanford Bridge sabia-se que nem por isso o Valencia iria ter uma vida fácil face à equipa de estrelas do Chelsea bem armada tacticamente pela mestria de Mourinho. As equipas começaram o jogo cautelosamente mas não demorou muito para se perceber uma maior posse de bola dos ingleses (o que não deixa de ser estranho face a uma equipa espanhola, em princípio mais dotada tecnicamente do que o estilo inglês). De três pontapés de canto para os ingleses poderia ter resultado a abertura no marcador, num deles com Ricardo Carvalho a cabecear ao lado.

Por volta da meia hora de jogo, porém o jogo mudou de tendência e foram os espanhóis que empolgados pelo golo de Morientes, vindo de trás a finalizar de rasteiro a bola vinda do centro da direita de Joaquin e que sobrevoara os centrais do Chelsea.

No minuto seguinte outra vez por Morientes esteve perto de acontecer o 2-0 mas Ashley Cole evitou, de forma pouco ortodoxa mas eficiente, com o guarda-redes batido que a bola fosse para o fundo da baliza.

Perto do final um cabeceamento ao ângulo de Ballack foi bem defendido por Cañizares que na segunda parte viria a fazer uma extraordinária defesa a outro remate de cabeça (que parecia fatal) de Ballack.

Mas vamos seguindo cronologicamente. Na segunda parte Mourinho mudou para 4-3-3 fazendo recuar Essien para defesa direito e fazendo entrar Joe Cole. Os ingleses cedo empataram o jogo por Shevchenko oportunista a aproveitar um ressalto após Drogba ter tentado finalizar centro da direita de Essien.

Os ingleses estiveram por cima na segubda parte ainda que Angulo (entrado a substituir Morientes) em remate da meia esquerda tenha feito passar a bola ligeiramente por cima da baliza de Cech. A equipa da casa parecia mais cansada e e a entrada de Hugo Viana nada adiantou.

Como já dissemos acima Cañizares evitou (ainda) o 1-2 de Ballack e parecia que, por isso, o prolongamento seria o destino mais ajustado, mas uma fuga pela direira de Essien acabou com um remate cruzado ao primeiro poste com, desta vez, Cañizares a deixar passar a bola entre o seu corpo e o poste, porventura surpreendido com o remate em vez do cruzamento que se esperava.

Mourinho está nas meias-finais onde defrontará o Liverpool
Mestalla Stadium - Valencia

Valencia: Cañizares; Miguel, Ayala, Moretti e Del Horno; Joaquin, Albelda, Albiol (Hugo Viana 72') e Silva, Villa e Morientes (Angulo 65')

Chelsea: Petr Cech; Diarra (Joe Cole 46'), Ricardo Carvalho, Terry, Ashley Cole; Essien, Obi Mikel, Ballack e Lampard (Makelele 90+3'), Drogba e Shevchenko (Kalou 90+3')

Golos: 1-0 Morientes 32'; 1-1 Shevchenko 52, 1-2 Essien 90

Disciplina: Cartão amarelo a Essien 4' , Ballack aos 21' , Del Horno 45' (por falta sobre Shevchenko); Albelda 51', Ayala 60' (por protestos ou pela falta com o cotovelo sobre Drogba), Moretti 62'

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2006-04-29

Chelsea is Bichampion . Bicampeão Chelsea

Image Hosted by ImageShack.us Triunfo claro e inequívoco da equipa de José Mourinho por 3-0 frente ao Manchester United e o Chelsea festeja o segundo título consecutivo da Liga Inglesa de futebol. Gallas aos 5', Joe Cole e Ricardo Carvalho (numa excelente jogada a dois com Joe Cole iniciada e finalizada pelo português, que fez uma excelente exibição) foram os marcadores dos golos.

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